Tag: Brasil

“Samantha!” estreia no próximo dia 06 de julho, na Netflix. (📷 Netflix / Divulgação)

Aconteceu nesta segunda feira (25), em um hotel de São Paulo, a coletiva de imprensa da nova produção nacional da Netflix, Samantha!, e contou com a participação de Emanuelle Araújo, Douglas Silva, Daniel Furlan, Rodrigo Pandolfo, Lorena Comparato, Felipe Braga e Rita Moraes.

Samantha! acompanha a história de uma ex-celebridade mirim dos anos 1980, que hoje se apega desesperadamente aos últimos vestígios da fama com planos absurdos para conseguir voltar aos holofotes, enquanto seu marido, uma ex-estrela do futebol, volta para casa depois de passar mais de uma década na prisão.

De maneira totalmente diferente das coletivas tradicionais, a apresentação começou com uma entrevista fictícia do apresentador Luciano Amaral com Samantha (ambos estrelas mirins da década de 1980) em um cenário montado que remetia a um programa de TV. Foi um papo descontraído e muito engraçado para apresentar a protagonista e mostrar um pouco das suas características.

📷 Netflix / Divulgação

Pouco depois de 10 minutos do quadro, teve início a coletiva que durou cerca de 20 minutos.

Todo responderam algumas perguntas e falaram sobre seus personagens. Emanuelle Araújo (Ó Paí, Ó) enfatizou que a série, apesar de destacar os anos 80, ela é muito contemporânea pois flerta com a atualidade na personagem vivida por Lorena Comparato, a digital influencer Laila:

“O encontro da Samantha com a influencer Laila é o encontro da celebridade dos anos 80 com a celebridade atual. Os fãs da Laila dão ‘like’, enquanto os fãs da Samantha mandavam cartinhas. Esse contraste é um lado muito interessante da série. Estamos ambientados nos anos 80, no universo onde a Samantha cresceu, mas a série também é contemporânea e é muito gostoso você perceber esse encontro”, conta Emanuelle.

📷 Netflix / Divulgação

Felipe Braga, criador da série, fez um breve comparativo a maneira das pessoas assistirem TV no passado e hoje:

“Antigamente as pessoas se reuniam para assistir programas que seguiam um formato parecido. Hoje a única maneira de reunir a família na frente da TV é para assistir a Copa do Mundo”, afirma.

Ainda comentou com alegria o fato da sua produção estar disponível em diversos cantos do mundo:

“Samantha! vai estar disponível na Rússia, África do Sul e Canadá daqui uma semana, e isso é muito empolgante”, fala com entusiasmo.

Primeira série de comédia, o original brasileiro Samantha! tem sete episódios e estreia no dia 06 de julho, exclusivamente para membros da plataforma no mundo inteiro.

Assista ao trailer: 

Sucesso desde os anos 1960, super heróis japoneses farão apresentações diárias durante o Anime Friends 2018. (📷 Divulgação)

Entre as atrações mais esperadas do Anime Friends 2018 está o Ultraman Heroes. Pela primeira vez no Brasil, Ultraman, Ultraseven, Ultraman Tiga, Ultraman ORB e Ultraman Zero farão um show emocionante para os fãs da franquia. A 15ª edição do Anime Friends acontece de 6 a 9 de julho, no Anhembi, em São Paulo, e contará com mais 70 atrações nacionais e internacionais do universo geek oriental.

Além do Ultraman Show, que terá duas sessões diárias durante todo o evento, o Anime Friends 2018 contará também com um museu de peças originais dos filmes, um restaurante temático e exibições do longa Ultraman Movies. Vindos da Nebula M78 para salvar o mundo dos grandes vilões, os heróis também participarão de uma sessão de fotos com os fãs. 

Os ingressos para o Anime Friends já estão à venda. Além da tradicional entrada para curtir todas as atrações, o evento oferece ainda outras opções. Os fãs poderão participar de um Meet&Greet com seu ídolo, com direito a foto e autógrafo. Tem também o fastpass para fugir das filas, e a hotzone, área reservada para ficar mais pertinho dos artistas.

Programação completa no site: animefriends.com.br

Serviço:

Anime Friends 2018 – 6,7, 8 e 9 de julho

Horário – Sexta: das 12h às 21h; Sábado e Domingo: das 10h às 22h; Segunda: das 10h às 20h

Anhembi – Centro de Eventos

Av. Olavo Fontoura, 1.209. Santana – São Paulo.

Ingressos: R$ 80 (meia-entrada) a R$ 840 (Combo VI

Diretor brasileiro indicado ao Oscar faz parceria com a Netflix para voltar a filmar no Brasil. (📷 20th Century Fox / Divulgação)

A Netflix anunciou nesta quarta-feira, dia 20 de junho, a nova série original Cidades Invisíveis, criada e dirigida pelo renomado diretor brasileiro Carlos Saldanha, animador indicado duas vezes ao Oscar e responsável por sucessos como A Era do Gelo, Rio e o recente O Touro Ferdinando, filmes que arrecadaram US$ 3,1 bilhões ao redor do mundo.

Saldanha, natural do Rio de Janeiro, sempre retratou seu amor pelo Brasil e pela cultura brasileira em seus trabalhos com vibrantes representações de suas paisagens, belezas naturais e alegria de seu povo. No projeto que marca seu retorno às filmagens em seu país de origem, o cineasta vai fundo na alma brasileira para explorar sua fé e mistura cultural.

Através de Cidades Invisíveis, Saldanha levará a audiência da Netflix em todo o mundo histórias que o povo conta sobre lendas e histórias que as lendas contam sobre o povo.

Na série original de Saldanha, há um submundo habitado por criaturas míticas que evoluíram de uma linhagem do folclore brasileiro. Cidades Invisíveis conta a história de um detetive que se envolve em uma investigação de assassinato, entrando em uma batalha entre dois mundos.

Este novo projeto marca um momento importante em nossos originais brasileiros à medida em que adicionamos um novo gênero aos diversos conteúdos que temos trabalhado para oferecer aos nossos públicos, desfrutando da mistura cultural que torna o Brasil uma fonte rica e interessante de histórias com apelo universal. Estamos muito animados por fazer isso em parceria com um diretor talentoso e reconhecido mundialmente como o Carlos Saldanha”, disse Erik Barmack, Vice-presidente de Conteúdo Original Internacional da Netflix.

“’Cidades Invisíveis’ é um projeto de paixão de uma vida que me traz de volta a filmar em meu país. Estou emocionado por poder levar um olhar contemporâneo do folclore brasileiro a milhões de pessoas ao redor do mundo conectadas através da Netflix”, disse o criador e diretor Carlos Saldanha.

Com 8 episódios com 1h de duração, Cidades Invisíveis começará a ser produzida no fim de 2018.

O 26º Anima Mundi começa no dia 21 de julho no Rio de Janeiro e no dia 01 de agosto em São Paulo. (

Este ano a animação brasileira foi homenageada no Festival de Annecy com mostras especiais curadas pela direção do Anima Mundi. Além disso, dois filmes brasileiros levaram prêmios para casa: Rodrigo Faustini ganhou o Cristal de melhor curta-metragem na categoria “Off Limits” com Garoto Transcodificado a partir de Fosfeno. E Mateus de Paula Santos venceu na categoria de filmes para a TV, por Leica – Everything in Black and White. Os dois premiados brasileiros já estavam selecionados para a edição 2018 do Anima Mundi e serão vistos por aqui também.

Como já é tradição, muitos dos filmes premiados no último sábado em Annecy estarão na programação do Anima Mundi. Na edição de 2018, o público brasileiro poderá assistir a onze vencedores do consagrado festival francês, que é um dos mais importantes eventos de animação do mundo. São eles: o longa-metragem The Breadwinner, que ganhou o prêmio do público para melhor longa (coprodução de Canadá, Irlanda, Luxemburgo) e os curtas Hybrids (França), Weekends (EUA), Inanimate (Reino Unido),  Biciklisti (Croácia), Ce Magnifique Gâteau (Bélgica, França, Holanda), Happiness (Reino Unido), La Mort, Père & Fils (França) e Vivat Musketeers! (Rússia). 

O 26º Anima Mundi começa no dia 21 de julho no Rio e no dia 1º de agosto em São Paulo e apresentará 405 filmes de 40 países.

Mais informações em: www.animamundi.com.br

O escritor holandês já passou por São Paulo e Porto Alegre e, nesta quarta-feira (13/06), desembarca no Rio de Janeiro. (📷 Divulgação)

Desde o dia 04 de junho, o premiado autor Thomas Olde Heuvelt está no Brasil para lançar o seu novo livro: HEX, publicado pela DarkSide Books. A história aterrorizante, às vendas nas livrarias brasileiras, é um dos grandes destaques do terror contemporâneo holandês. A obra será adaptada para uma série produzida pela Warner, com roteiro de Gary Dauberman, o mesmo de It: A Coisa e Annabelle. Indicado ao World Fantasy Award em 2014 e ganhador do Hugo Fantasy Award no ano seguinte, Heuvelt tem em Stephen King e Roald Dahl suas maiores inspirações.

O autor veio ao Brasil com apoio da Fundação Holandesa de Literatura e já passou pelas cidades de São Paulo Porto Alegre, onde fez participação especial na 5ª Odisseia de Literatura Fantástica, nos dias 8, 9 e 10 de junho.

A trama traz o pacato vilarejo Black Spring, situado na Costa Leste norte-americana, que esconde uma bruxa de verdade do resto do mundo. Os moradores sabem que não se deve mexer com ela. Assim como aconteceu com as bruxas de Salem, Katherine Van Wyler foi condenada à fogueira. Mas a feiticeira sobreviveu e continua rondando a cidade, mais de trezentos anos depois.

Com costuras em seus olhos e correntes nos braços, Katherine aparece nos lugares mais improváveis quando bem entende, sussurrando a morte para quem chega perto o suficiente para ouvir. Assim como a Morte Vermelha, de Edgar Allan Poe, ela enfeitiçou a alma da cidade de forma que escapar não é uma opção: quem se afasta demais tem a mente invadida por pensamentos suicidas, e muitos não retornam para contar a história.

Os habitantes de Black Spring controlam os passos da bruxa 24 horas por dia através do hexapp, um aplicativo de celular desenvolvido especialmente para garantir que a bruxa não seja revelada para os Forasteiros. A vigilância constante aumenta o clima de paranoia na cidade, enquanto um grupo de adolescentes desafia as regras e resolve provocar a bruxa para ver se ela é tão perigosa quanto dizem.

Os interessados em participar do evento no Rio de Janeiro, deve acompanhar redes sociais da DarkSide® Books esta semana. Os três primeiros capítulos de “HEX” podem ser lidos no site da editora em http://www.darksidebooks.com.br/hex-por-thomas-olde-heuvelt/. 

Para confirmar sua presença, entre em: https://www.facebook.com/events/587076865011336/

Em breve, o Cinerama disponibilizará uma entrevista exclusiva com o autor Thomas Olde Heuvelt, concedida especialmente para o repórter do Rio de Janeiro, Pedro Azevedo

Confira a capa do livro: 

Assista ao book trailer:

Filme de horror brasileiro, estreia nesta quinta-feira, 07 de junho. (📷 Imovision / Divulgação) 

O cinema de gênero nacional está voltando ao mercado com força e boa qualidade. É o caso de Motorrad, que fez a abertura de 2018 e surpreendeu pela boa produção. No próximo ano, é aguardado o terror Recife Assombrado, de Adriano Portela. Mas nesta quinta-feira, 07 de junho, estreia o filme do gênero horror, As Boas Maneiras.

Na sinopse, Clara, enfermeira solitária da periferia de São Paulo, é contratada pela rica e misteriosa Ana como babá de seu futuro filho. Uma noite de lua cheia muda para sempre a vida das duas mulheres.

A dupla Juliana Rojas e Marco Dutra (Trabalhar Cansa) que se conheceram ainda na Universidade e sempre realizam seus trabalhos em parceria, criam um universo lendário, baseado no lobisomem, de uma forma muito exitosa. O espectador conhecerá uma obra diferente de tudo o que já leu. O roteiro e direção de Rojas e Dutra criam um ambiente novo para contar a história, já conhecida através das lendas brasileiras. Eles substituem a zona rural pela urbana com edifícios, escolas, grande número de população, centros de compras etc. O que contribui para a essência da trama.

📷 Imovision / Divulgação

Utilizando as técnicas de animação bem desenvolvida, a protagonista Ana (Marjorie Estiano) narra uma história sinistra para Clara (Isabél Zuaa), explicando como conseguiu aquela gravidez. Não sabem elas, o que Ana carrega em seu ventre. O garoto Joel, filho de Ana e criado por Clara, vivido por Miguel Lobo, também não decepciona e retrata uma criança com seus sonhos, suas brincadeiras, amizades e malcriações também. 

As protagonistas desempenham um ótimo papel e, juntas, carregam a química necessária para passar toda a carga dramática das personagens para o espectador. E tanto Estiano, quanto Zuaa conseguem mostrar uma ótima interpretação. 

Um ponto forte da produção está nos efeitos visuais. A criação do lobisomem é bem fiel e não parece artificial, o que já é muito bom. O personagem que interpreta o lobisomem se apresenta como humano e também no processo de transformação e tudo é mostrado com perfeição na tela grande.   

As Boas Maneiras é um filme do gênero horror, lançado para provar que de gênero o cinema nacional também entende e consegue realizar. Claro que com todas as dificuldades, mas com boa qualidade.

Assista ao trailer: 

Rodrigo Santoro respondeu perguntas sobre os bastidores de alguns filmes. (📷 Rodrigo Souto Maior / Divulgação)

RECIFE – Assim que aterrissou em Recife, Rodrigo Santoro participou de uma coletiva de imprensa, organizada pela produção do Cine PE – Festival Audiovisual, marcada para às 17h30, no Nobile Suítes Executive, em Boa Viagem, na zona sul do Recife, na tarde deste sábado (02/06). Um dos homenageados da 22ª edição do evento, Santoro esteve pela primeira vez no festival em 2001, ano em que foi agraciado com o prêmio de “Melhor Ator” por sua performance no elogiado Bicho de Sete Cabeças, de Laís Bodanzky. Em 2007, o astro retornou ao Cine PE, dessa vez representando o drama brasileiro Não Por Acaso, escrito e dirigido por Philippe Barcinski. Desta vez, Santoro desembarcou no Recife para receber a honraria máxima do festival, o “Troféu Calunga de Ouro”, prêmio comemorativo de sua carreira no cinema.


Bastante calmo, com voz mansa, e estudando cada palavra que sairá da sua boca, Rodrigo participou do debate com jornalistas, fãs e produtores do audiovisual durante cerca de uma hora. A conversa girou em torno de sua carreira, novos projetos e bastidores das filmagens em Hollywood. Lembrado de quando pediu afastamento da novela Mulheres Apaixonadas, de Manoel Carlos, para se lançar na carreira internacional, após três sucessos consecutivos no cinema – o próprio Bicho de Sete Cabeças, Abril Despedaçado, de Walter Salles, e Carandiru, de Hector Babenco -, Rodrigo explicou que tudo foi uma questão circunstancial. “Em nenhum momento foi uma decisão pensada porque eu queria fazer sucesso no exterior. Eu não saí com uma mochila nas costas dizendo ‘Vou para Hollywood’, até mesmo porque eu estava em um momento realmente fértil da minha carreira aqui. Não me faltava nada para eu ter que buscar fora, as coisas aconteceram e me levaram até ali”, esclareceu em resposta a pergunta de uma jornalista.


Em outro momento de destaque do bate-papo, Santoro contou sobre os bastidores de um filme que descreveu como um dos trabalhos mais difíceis de seu currículo, o americano 300,de Zack Snyder. “Eu chegava no set e éramos eu, o diretor, a equipe de filmagem e produção, e um estúdio cheio de paredes verdes (Chroma Key). Eu contracenava com uma fita crepe no chão, ou, sei lá, com a sandália de alguém. Tudo o que vocês viram no cinema foi montado na pós-produção. Se tinha uma cena em que o Xerxes (vilão do filme) estava falando com outro personagem, tinha um ponto no meu ouvido, com alguém lendo o texto do outro ator, e eu precisava fingir que ele estava ali”, lembrou.


Após a conversa, Rodrigo Rodrigo Santoro participou de uma sessão de fotos com a imprensa e fãs. O astro fez questão de chegar ao Cinema São Luiz, onde estão acontecendo as mostras de curtas e longas-metragens, antes do início da programação. Em seu discurso de agradecimento pela homenagem, o ator começou parabenizando os curtas exibidos durante a noite: “Como é bom assistir curta-metragem”.

De dia, eles trabalham. De noite, se transformam nas Super Drags. (📷 Netflix / Reprodução) 

A Netflix anunciou nesta quinta-feira, 31 de maio, sua primeira animação original brasileira, Super Drags. Com estreia prevista para o segundo semestre de 2018, a  série de cinco episódios criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescaut é produzida pela Combo Estúdio.

Super Drags é outra adição poderosa e orgulhosa à diversidade de originais brasileiros da Netflix e traz as aventuras de três jovens com uma vida super normal… durante o dia, Patrick, Donny e Ramon trabalham em uma loja de departamento. Com clientes irritantes e um chefe exigente. À noite, eles liberam suas divas internas para se tornar Lemon Chiffon, Safira Cian e Scarlet Carmesim: três incrivelmente fabulosas Super Drags que foram recrutadas para reunir a comunidade LGBT e espalhar purpurina no mundo.

Estamos entusiasmados que a nossa primeira animação brasileira vai apresentar aos nossos espectadores o mundo ousado, escandaloso e fabuloso de Super Drags! A Netflix tem a sorte de investir em grandes talentos de animação do Brasil, trazendo a traço vibrante da Combo e o humor ácido de nossos produtores para as belas e as telas de todos os cantos“, disse Chris Sanagustin, Diretora de Conteúdo Original Internacional.

Nós, da Combo Estúdio, estamos muito felizes por começar essa parceria com a Netflix. Quando Nostradamus disse que o mundo seria salvo por super heroínas drag queens, ninguém acreditou, só a gente. E trabalhar com animação no Brasil é muito difícil. Foram quase três anos nos alimentando de macarrão instantâneo e esperança. Graças à Netflix podemos levar a animação brasileira e principalmente a representatividade LGBTQ para os 190 países que têm acesso ao serviço. E também já podemos almoçar em um restaurante à quilo. E sonhar com um mundo onde os gays podem arrebentar os bandidos, e não o contrário. Obrigado, Netflix, por nos fazer acreditar. Aguardamos a próxima temporada para um restaurante à la carte“, declara Marcelo Pereira, produtor executivo de Super Drags.

Assista ao teaser:

“Não se Aceitam Devoluções”, nova comédia estrelada por Leandro Hassum, é uma adaptação de filme mexicano de sucesso. (📷 Fox Film do Brasil / Divulgação)

Em 2013 foi lançado o filme mexicano Não Aceitamos Devoluções. Dirigido e protagonizado por Eugenio Derbez, o longa-metragem teve um orçamento de 5 milhões de dólares e rapidamente se tornou um grande sucesso comercial. A boa campanha abriu as portas para que o filme obtivesse destaque e notoriedade em outros países, o que resultou em um faturamento global de pouco mais de US$ 100 milhões.

A história singela, de cunho familiar e enfoque no amor entre pai e filha, conquistou admiradores em todos os lugares e isso serviu para catapultar o filme ao posto de maior bilheteria da história do México à época.

É adaptado deste projeto de sucesso, que está entra em cartaz na quinta-feira, dia 31 de Maio o nacional Não se Aceitam Devoluções, distribuído pela Fox Film do Brasil.

Como protagonista da versão brasileira, na pele do personagem Juca Valente, está o ator Leandro Hassum (Até Que a Sorte nos Separe). Também participam do projeto o ator Jarbas Homem de Mello (O Duelo), a atriz cubana Laura Ramos (Viva Sapato!), e a revelação Manuela Kfouri, como a garota Emma, filha do protagonista.

Dirigido pelo cineasta André Moraes (Entrando Numa Roubada), o filme conta a história de Juca Valente (Hassum). Mulherengo incorrigível, que só quer saber de aproveitar a vida, Juca um dia se depara com uma de suas ex-namoradas, a americana Brenda (Laura Ramos), que bate à sua porta com a filha a tiracolo, dizendo que ele é o pai da garota. Apavorado com a ideia de ter que cuidar de uma criança, Juca viaja até os EUA atrás de Brenda e aos poucos vai descobrindo uma afeição cada vez maior pela menina.

(📷 Fox Film do Brasil / Divulgação)

É uma tarefa muito difícil não associar este filme ao original (ao menos  para quem assistiu), e isso pode ser uma característica positiva ou negativa, dependendo do ponto de vista.

Antes de mais nada, precisa-se dizer que o roteiro foi muito bem adaptado, e é bastante fiel ao filme mexicano. Percebe-se que houve um cuidado e uma dedicação em manter a história intacta, e por ser uma adaptação, isso é bom.

O “trânsito” da história entre as cidades do Rio, Los Angeles e Nova York propicia o uso de uma fotografia em tons dourados, propositalmente pensada para dar um ar “californiano” às cenas. Ainda dentro do contexto destas ambientações diversificadas, percebe-se que isso em alguns momentos atrapalha um pouco o andamento do filme, já que o excesso de “vai e vem”, somado à diálogos em português e inglês, e o uso de algumas liberdades artísticas, acabam confundindo em certas cenas.

Leandro Hassum é o fanfarrão de sempre, e projeta o humor característico em seu personagem, o que resulta em uma interpretação batida, mas com alguns momentos de destaque realmente cômico. Uma faceta que o ator explora mais neste papel, já que há essa liberdade no roteiro, é o drama e prova que pode fazer um trabalho “ok” em cenas que exigem intensidade emocional. Laura Ramos chama mais a atenção por sua beleza elegante, e na interpretação de Brenda, faz um trabalho morno. O destaque ficou com Manuela Kfouri, atriz revelação que dá vida à Emma, a filha de Brenda. Divertida e totalmente à vontade, a garota rouba a cena.

Com uma notável variação que vai da comédia ao drama no desenrolar da história, Não se Aceitam Devoluções tem o potencial dramático subestimado ao exagerar nas cenas tristes com chororôs excessivos e apelativos, que incomodam um pouco ao invés de emocionar. Apesar disso, tem bons momentos.

No geral, o filme é sim um programa famíliar para se curtir no cinema, e deve usar isso como trunfo, já que em questão de qualidade não sai da zona de conforto das produções cômicas brasileiras, o que é uma pena.

Assista ao trailer:

Dirigido por João Salaviza e Renée Nader Messora, o filme foi rodado no Tocantins e produzido pelos mineiros Ricardo Alvez Junior e Thiago Macedo Correia. (📷 Entre Filmes / Divulgação)

O filme  Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de João Salaviza e Renée Nader Messora, conquistou na última sexta-feira, dia 18 de maio, o prêmio do júri da mostra “Um Certo Olhar” do Festival de Cannes. Há sete anos a categoria não contava com uma produção brasileira, e que teve Benício del Toro como presidente do júri. O filme foi ovacionado após sua exibição no Festival e os realizadores fizeram um protesto no tapete vermelho, antes do filme começar pedindo: “demarcação do território indígena” e “pelo fim do genocídio indígena”.

Sobre a premiação, João e René dizem, “O Brasil indígena é historicamente negado, silenciado, assassinado. Mas é justamente esse Brasil que sai exaltado de Cannes. São os Krahô quem ocupou este espaço com sua língua, seu corpo e seus espíritos. A importância deste reconhecimento transcende o gesto cinematográfico, até porque existem hoje no Brasil dezenas de diretoras e diretores indígenas que estão contando suas histórias e sendo donos de suas imagens. É maravilhoso estarmos aqui e é uma pequena revolução, mas a grande revolução terá acontecido quando esses cineastas estiverem ocupando também estes lugares.“.

Rodado ao longo de nove meses na aldeia Pedra Branca (Terra Indígena Krahô, no Tocantins), sem equipe técnica e em negativo 16mm, o filme acompanha Ihjãc, um jovem Krahô que, após um encontro com o espírito do seu falecido pai, se vê obrigado a realizar sua festa de fim de luto.

As filmagens foram precedidas por uma longa relação de Renée com o povo Krahô, que se iniciou em 2009. Desde então, a diretora trabalha com a comunidade, participando na mobilização do coletivo de cinegrafistas e fotógrafos indígenas Mentuwajê Guardiões da Cultura. O trabalho do grupo é focado numa utilização do audiovisual como instrumento para a autodeterminação e o fortalecimento da identidade cultural. Em 2014, João Salaviza conheceu os Krahô e, juntos durante longas estadias na aldeia, começaram a imaginar o que viria a ser o filme.

Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos é produzido por Ricardo Alves Jr. e Thiago Macêdo Correia, da Entre Filmes (responsável pela produção do longa Elon não Acredita na Morte), em coprodução com a portuguesa Karõ Filmes e a Material Bruto, de São Paulo.

Confira o cartaz: 

A delegação vai participar de sessões e debates nas aberturas do evento em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. O Festival Varilux acontece entre os dias 07 e 20 de junho, em 86 cidades brasileiras. (📷 Divulgação)

Nove atores e diretores desembarcam no Brasil para participar da edição deste ano do Festival Varilux de Cinema Francês. Enquanto Salvador recebe parte da delegação, São Paulo e Rio de Janeiro contarão com todos os talentos. Nas três cidades, além de participarem das noites de aberturas do evento, apresentarão seus filmes em algumas sessões e realizarão debates sobre as obras, além de participarem de encontros com a imprensa.

Um dos confirmados é o ator e diretor Jérémie Rénier, protagonista do filme O Amante Duplo (L’amant Double), de François Ozon, em que vive papel duplo de um psiquiatra, num romance erótico com a bela Marine Vacth. Ele também é diretor de Carnívoras (Carnivores), um drama sobre a relação conflituosa de duas irmãs atrizes, ao lado de seu irmão Yannick Rénier, que também virá ao país. Aos dois se juntará uma das protagonistas do filme Zita Hanrot, ganhadora de um César como atriz revelação em 2016.

Para representar a comédia O Poder de Diane (Diane a les Épaules), em que uma mulher concorda em gerar o filho de um casal de amigos homossexuais, abordando com humor e ternura a temática dos novos modelos familiares, virão o diretor Fabien Gorgeart e a atriz Clotilde Hesme (Chocolate). Ela, também premiada com o César de melhor atriz revelação em 2012, inspirou a personagem Diane, criada por Gorgeart, que dirige pela primeira vez um longa-metragem.

Outra dupla presente nesta edição é o diretor Nabil Ayouch e a atriz Maryam Touzani, do filme Primavera em Casablanca (Razzia), que trata de intolerância e aceitação das diferenças. O longa chegou a ser pré-selecionado como representante do Marrocos ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2018.

O escritor Marc Dugain, cujo primeiro romance La Chambre de Officiers foi coroado em 1998 com mais de 20 prêmios literários, virá com o diretor apresentar seu longa histórico Troca de Rainhas (L’échange des Princesses). Ambientado em 1721, o longa conta a história da troca de princesas entre França e Espanha para manter a paz entre os dois reinos e traz no elenco os emblemáticos atores franceses Lambert Wilson e Olivier Gourmet.

Um dos jovens atores mais elogiados atualmente na França, Finnegan Oldfield (seu trabalho pôde ser conferido no Varilux de 2016 com Os Cowboys) também teve seu nome confirmado. Ele apresentará Marvin, novo longa de Anne Fontaine, no qual vive um jovem gay que sofre opressão, especialmente por seu pai, e foge de sua pequena cidade para poder encontrar sua verdadeira identidade. Já em Paris, Finnegan contracena com Isabelle Huppert que interpreta ela mesma no filme.

O Festival Varilux de Cinema Francês 2018 acontece entre 7 e 20 de junho, em cerca de 86 cidades brasileiras, apresentando 20 produções da recente cinematografia francesa, além do clássico Z, de Costa-Gavras, em cópia restaurada.

Produzido pela Bonfilm, o evento tem patrocínio principal da Essilor/Varilux, Ministério da Cultura por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

SERVIÇO:

Festival Varilux de Cinema Francês 2018

Data: 7 a 20 de junho em 86 cidades brasileiras (informações sujeitas a alteração):

Águas Claras (DF), Ananindeua (PA), Aparecida de Goiânia (GO), Aracaju (SE), Araçatuba (SP), Araguaína (TO), Arapiraca (AL), Araraquara (SP), Arcoverde (PE), Balneário Camboriú (SC), Barreiras (BA), Barueri (SP), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Blumenau (SC), Boa Vista (RR), Botucatu (SP), Brasília (DF), Búzios (RJ), Campinas (SP), Campo Grande (MS), Caruaru (PE), Cascavel (PR), Caxias do Sul (RS), Caxambu (MG), Chapecó (SC), Cotia (SP), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Foz do Iguaçu (PR), Goiânia (GO), Guarulhos (SP), Gurupi (TO), Iguatu (CE), Jaboatão dos Guararapes (PE), Jataí (GO), João Pessoa (PB), Juiz de Fora (MG), Jundiaí (SP), Londrina (PR), Macaé (RJ), Maceió (AL), Manaus (AM), Marabá (PA), Maringá (PR), Mossoró (RN), Natal (RN), Niterói (RJ), Nova Friburgo (RJ), Nova Iguaçu (RJ), Ouro Preto (MG), Palmas (TO), Paraty (RJ), Paranavaí (PR), Parnaíba (PI), Pelotas (RS), Petrópolis (RJ), Petrolina (PE), Poconé (MT), Ponta Grossa (PR), Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO), Pouso Alegre (MG), Recife (PE), Ribeirão Preto (SP), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Rio Grande (RS), Rondonópolis (MT), Salvador (BA), Santa Maria (RS), Santos (SP), São Carlos (SP), São João de Meriti (RJ), São José dos Campos (SP), São José do Rio Preto (SP), São Luís (MA), São Paulo (SP), Socorro (SE), Teresina (PI), Uruguaiana (RS), Vila Velha (ES), Vitória (ES) e Volta Redonda (RJ).

De 29 de maio a 4 de junho, o CINE PE Festival do Audiovisual exibe 06 longas e 24 curtas de todo o país em suas três mostras competitivas. (📷 Felipe Souto Maior / Divulgação)

Uma das maiores vitrines da produção audiovisual brasileira, o CINE PE – Festival do Audiovisual chega a sua 22ª edição com programação plural, diversidade de linguagens e narrativas. De 29 de maio a 4 de junho, o tradicional Cinema São Luiz será, novamente, o palco para as exibições de produções de todo o país. Dos 503 inscritos para as mostras competitivas, número que supera as inscrições de 2017, que recebeu 473 candidatos, seis longas-metragens de ficção e documentários estarão juntos na Mostra Competitiva de Longas-Metragens, oito títulos na Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Pernambucanos e dezesseis na Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Nacionais.

Os seis longas nacionais selecionados para a mostra competitiva foram Os Príncipes, de Luiz Rosemberg Filho (RJ); Henfil, de Angela Zoé (RJ); Meu Tio e o Joelho de Porco,de Rafael Terpins (SP); Marcha Cega, de Gabriel Di Giacomo (SP); Christabel, de Alex Levy-Heller (RJ); e Dias Vazios, de Robney Bruno Almeida (GO).  

Fora de competição, a Mostra Hors-Concours recebe na noite de abertura do CINE PE 2018 a estreia nacional do filme Mulheres Alteradas, de Luis Pinheiro (SP), distribuído pela Paris Filmes, com elenco estrelado por nomes como Deborah Secco, Alessandra Negrini, Maria Casadevall, Monica Iozzi, Sérgio Guizé e Daniel Boaventura. O filme é uma comédia adaptada dos quadrinhos de Maitena, onde os caminhos de quatro mulheres se cruzam em situações típicas do universo feminino da autora. Na mesma noite será exibido o curta em animação Desculpe, me afoguei, de Hussein Nakhal e David Hachby (RJ), também dentro da mostra Hors-Concours. Esse curta é uma co-produção internacional da ONG Médicos Sem Fronteiras e do Studio Kawakeb, de Beirute, no Líbano. Foi inspirado em uma carta, alegadamente encontrada junto ao corpo de uma pessoa que se afogou no mar Mediterrâneo.

Realizado por Sandra Bertini, diretora da produtora BPE, o 22º Cine PE tem na curadoria dos filmes três profissionais ligados ao audiovisual. A consultora e representante comercial da empresa CiaRio Edina Fujii, reconhecida e responsável por ações que revolucionaram a produção cinematográfica nacional, além do crítico e programador do circuito Cine Materna Edu Fernandes e do crítico e palestrante de cinema Danilo Calazans.

Quando nos propusemos a assumir a curadoria do Cine PE 2018, nosso propósito sempre foi criar uma programação que resultasse em uma edição memorável do festival, em respeito a sua longa história no calendário audiovisual brasileiro. Com isso em mente, procuramos por filmes que imaginamos render debates pertinentes durante o evento. Outro farol em nossas escolhas foi a diversidade, um elemento essencial quando se pensa não apenas em cinema brasileiro, mas em qualquer tipo de produção cultural contemporânea. Por isso, miramos em um panorama amplo de realizadores e filmes, com uma seleção que enxerga gêneros, orientações sexuais, etnias, regiões, gerações e linguagens“, destaca Edu Fernandes.

O Júri Oficial de cada categoria das mostras competitivas será constituído por cineastas, críticos, pesquisadores e artistas com comprovada experiência, que serão responsáveis por indicar os vencedores para as seguintes categorias do Troféu Calunga: categoria de longa-metragem (Melhor Filme de longa-metragem, Melhor Direção, Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Roteiro, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Trilha Sonora, Melhor Som, Melhor Montagem); categoria de curta-metragem (Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Roteiro, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Trilha Sonora, Melhor Som, Melhor Montagem.

Além das categorias selecionadas pelo Júri Oficial, o público irá selecionar os premiados pelo Júri Popular. Este ano, pela primeira vez, o público poderá opinar por meio do aplicativo oficial do festival, que estará disponível a partir do dia 15 de maio nas plataformas Android e IOS. O app vai trazer todas as notícias sobre o CINE PE 2018 além de sinopses dos filmes, fichas técnicas e programação completa do festival.

Nesta 22ª edição o CINE PE homenageia as atrizes Cássia Kis Magro, pela sua competência e importância para o Audiovisual (Cinema e TV), e Kátia Mesel, pelos 50 anos de carreira e contribuição para o Cinema Pernambucano.

Como parte das homenagens a Kátia Mesel, o CINE PE promoverá a Mostra Kátia Mesel: 50 anos de Audiovisual, no dia 03 de junho, a partir das 14h, no Cinema São Luiz, com entrada franca. Na ocasião serão exibidos oito filmes mais conhecidos da diretora.

Além da atriz e da diretora, o Festival Audiovisual promove este ano uma homenagem institucional a Box Brazil, a maior programadora independente brasileira e única independente multicanal. Com distribuição no Brasil, Estados Unidos, Europa e África, a empresa conta com cinco canais em seu portfólio.

O CINE PE 2018 também abrirá espaço para a literatura com o lançamento do livro História do Cinema de Animação em Pernambuco, do doutor em Comunicação, Professor e Diretor Marcos Buccini. O livro é uma pesquisa inédita que mapeia a produção cinematográfica de animação do estado de Pernambuco e trata de assuntos como o impacto das tecnologias na produção cinematográfica, o perfil dos autores, suas opções estéticas e conceituais e dados do mercado. O lançamento será no hall de entrada do Cinema São Luiz, todos os dias (29/05 a 04/06), onde haverá um local para venda e autógrafo.

Os alunos das escolas públicas municipais e estaduais, mais uma vez, terão duas sessões especiais dentro da programação do CINE PE. A Mostra Infantil, fora de competição, irá exibir os filmes Detetives do Prédio Azul (D.P.A. – O Filme), de André Pellenz (Brasil),  e A Bailarina, de Eric Summer e Eric Warin (França), nas manhãs dos dias 31 de maio e 1 de junho, respectivamente, no Cinema São Luiz.

Este ano o Festival Audiovisual, em parceria com o PortoMídia, oferece o Workshop de Ilustração Digital aplicada ao Ambiente Cinematográfico, ministrado pelo professor Erick Frantto, professor nas áreas de Humanas, Designer Gráfico e Ilustrador. Será realizado nos dias 02 e 03 de junho, das 14h às 18h, no Hotel Nobile Executive, em Boa Viagem. Os interessados deverão se inscrever, por meio do SYMPLA, no período de 14 a 24 de maio. Não será cobrada nenhuma taxa no ato da inscrição e serão disponibilizadas 25 vagas.

Todas as sessões e a cerimônia de encerramento serão no Cinema São Luiz, um dos últimos grandes cinemas de rua do país, construído em 1952 em Boa Vista, às margens do Rio Capibaribe. Tombado como patrimônio histórico e revitalizado em 2008, o cinema tem capacidade para mil pessoas. A bilheteria do festival será de responsabilidade do São Luiz e o faturamento revertido para a manutenção do espaço.

A edição de número 22 do CINE PE traz ainda uma grande novidade com o propósito de ampliar os horizontes do festival: o CINE PE MERCADO E SEMINÁRIOS.

SERVIÇO – 22º Cine PE – Festival do Audiovisual
De 29 de maio a 4 de junho de 2018, a partir das 19h30.

SESSÕES
Local: Cinema São Luiz (Rua da Aurora, 175, Boa Vista, Recife-PE)
Ingressos: Meia-entrada R$ 5,00 (Preço único)
Informações: 81-3461.2765 http://www.festivalcinepe.com.br/[email protected] 

O Cinema brasileiro passa por constante ressignificação. Já foi alvo de críticas por sua “nudez excessiva”, ou sua “mania de falar apenas da favela”. Todas essas críticas injustas e até preconceituosas. Hoje, para o olhar desatento, ele se divide entre Cinema de Arte e comédias besteirol. E qual é a grande questão em relação ao documentário Todos os Paulos do Mundo? É que, através da vida de Paulo José, ator com 60 anos de carreira, é possível criar uma narrativa sobre o cinema e a televisão brasileira e assim desenvolver um vinculo, uma autorreflexão, sobre o conteúdo, analisando o que significam e quem são as produções nacionais.

Paulo atuou em peças, novelas e lógico no Cinema. Entre as suas obras mais conhecidas – para as novas gerações – está o filme O Palhaço (com Selton Mello). Em Todos os Paulos do Mundo é possível acompanhar como o ator preparava as suas atuações e incorporava o seu personagem. 📷 Vitrine Filmes / Divulgação

Além disso, o filme transita por toda a evolução das produções nacionais, apresentando as suas transformações e reformulações. Pelos olhos e pela voz de Paulo, pode-se acompanhar o caminho que o cinema nacional percorreu até chegar aos aclamados filmes de hoje. Se algum dia o Brasil ganhar um Oscar – indiscutivelmente um prêmio de grande visibilidade – documentários como esse serão fundamentais para as gerações futuras aprenderem de onde vinheram e para onde irão.

O documentário é narrado por grandes nomes do Cinema e da Televisão – Fernanda Montenegro, Selton Mello, Matheus Nachtergaele – o texto foi escrito pelo próprio ator e as cenas foram retiradas de diversas produções e programas em que ele participou.

O ritmo do filme é lento e os textos apresentados possuem um carácter mais reflexivo do que narrativo, o resultado é um filme que possa não agradar a todos os públicos.

Uma dica: faça um esforço. Conhecer o Cinema brasileiro é mergulhar na identidade de um povo do qual você faz parte. Não adianta o espectador assistir a todos os filmes estrangeiros, ouvir as musicas gringas e consumir apenas mídia importada. Você ainda é brasileiro e conhecer as produções locais faz parte do processo de autorreconhecimento como um povo. 📷 Vitrine Filmes / Divulgação

O filosofia apresentada no texto está polida de toda autoindulgência, não se trata de reflexões vazias sobre temas sem sentido. O filme busca uma verdadeira conexão com o espectador, apresenta o ator sem vernizes, sem sobras ou contos ficcionais.

Paulo José interpreta o último personagem da sua vida, a si mesmo. E nas palavras do ator “interpretar é fácil, a vida real é que é difícil . Um pouco sobre quem somos.”

Filme obrigatório para todos àqueles que se dizem cinéfilos e para todos os outros que apoiam o Cinema nacional. Peça fundamental no processo de criação desse Brasil, e por que não, uma ferramenta para entender, não apenas o momento cultural, como também o social e o politico brasileiro. Filme denso, e como tal, cheio de ótimas lições e reflexões.

Todos os Paulos do Mundo, a historia de um grande ator. Um personagem fundamental criação artística nacional e um espelho para que todos aprendam a reinterpretar essa qualidade que se tem em comum, ser brasileiros.

Trailer oficial:

Quem quando criança ou adolescente não adorava ouvir e contar lendas urbanas?, quem não morria de medo do homem do saco?, ou de olhar no espelho do banheiro e ver uma entidade loira assustadora? As Lendas Urbanas são parte bem forte da cultura brasileira, e são transmitidas a gerações, de diversas formas. Com esse pensamento, a Record TV anunciou sua mais nova série, apostando no terror: Lendas Urbanas.

Com estréia marcada para setembro, Lendas Urbanas será um grande diferencial na programação da emissora. Em um painel exclusivo na Rio2C®, o diretor Fernando Coimbra (O Lobo Atrás da Porta), a atriz Natália Lage (Vai que dá Certo), o diretor de fotografia Adrian Teijido (O Palhaço) e o diretor executivo Marcos Araújo, a produtora Sentimental Filmes, compartilharam vários detalhes sobre a série e mostraram um vídeo exclusivo do primeiro episódio, A Loira do Banheiro.

Lendas Urbanas vai se aprofundar na dualidade do terror psicológico, onde temas de relevância atual irão se misturar com lendas conhecidas por todos os brasileiros. Composta por cinco episódios, em que cada irá se focar numa lenda específica, com personagens e  situações diferentes, a série pretende prender telespectadores e reformular a forma que a televisão aberta lida com produções do gênero, respeitando a audiência da emissora, e fazendo a empresa se relacionar com os personagens, além de colocar em dúvida a sanidade dos mesmos. Foram divulgados os nomes e as sinopses dos cinco episódios da primeira temporada:

A Loira do Banheiro  Uma menina (Duda Balestero), que após ser escolhida para discursar em sua formatura começa a sofrer pressão da mãe (Rafaela Mandelli) para emagrecer e entrar em um vestido, a partir disso ela desenvolve uma bulimia nervosa, passando muito tempo no banheiro. Só que aos poucos, ela percebe que não está sozinha.

Homem do Saco Uma babá que teve uma criança sequestrada em um trabalho há muitos anos atrás, se vê obrigada a cuidar de seu sobrinho, uma criança difícil e durante o trabalho ela começa a desconfiar que alguém pode estar querendo roubar a criança.

Boneco Amigão – Baseado na lenda do Boneco do Fofão, conta a história de uma mulher, (Natália Lage) que após dar a luz a seu segundo filho começa a perder o controle de sua vida, seus filhos, trabalho, amamentação e vida familiar. Quando sua sogra presenteia o neto mais velho com um Boneco Amigão, as coisas começam a se complicar.

Gangue do Palhaço – Uma socialite desconfia que seu marido, um homem que provoca crimes para fazer sua empresa de segurança crescer, está associado com a lenda da Gangue do Palhaço.

Quadro do Menino que Chora – Um médico de índole questionável dirige um experimento sobre um medicamento controlado, pressionado por resultados ele começa a aumentar a dosagem desse medicamento nos pacientes, e ao ganhar um quadro de uma criança chorando, ele começa a achar que o quadro está trazendo a tragédia para sua vida.

Segundo a equipe, foi sentida uma certa inquietação quanto a gênero de terror no brasil, por ser destinado a um público muito específico, ainda existe uma certa resistência em fazer produções do gênero, e “usar a televisão, pode se quebrar essa barreira, focando na nossa realidade e trazendo uma experiência muito forte para o público“.

A CCXP – Comic Con Experience, recordista mundial das comics con, realiza sua quinta edição entre os dias 06 e 09 de dezembro no São Paulo Expo, e dá início à venda de ingressos no próximo dia 05 de abril.

A edição comemorativa de cinco anos deve ser a maior até agora, e os ingressos podem ser adquiridos pelo site do evento e parcelados em até 10 vezes sem juros* ou à vista por boleto. O benefício da meia-entrada é estendido a todos que doarem um livro – entregue em bom estado de conservação na entrada do evento –, que posteriormente será doado à Prefeitura de São Paulo. A meia-entrada é também garantida por lei aos estudantes com posse de carteirinha, idosos, aposentados, professores da rede municipal e estadual de São Paulo e portadores de necessidades especiais.

O ingresso EPIC Experience teve um upgrade e estará disponível a partir do dia 05 de abril por R$ 1.099,99**. Além de participar do Spoiler Night e entrar uma hora antes da abertura dos portões durante os quatro dias, as novidades são: o kit EPIC, com uma camiseta CCXP, um pôster oficial do evento, um pôster com arte exclusiva do Bane Deluxe Art Scale 1/10 By Ivan Reis, um pin CCXP, um pin Iron Studios e um cordão, além de desconto de 10% nas lojas Mundo Geek, Harry Potter, Oficial CCXP e Chiaroscuro Studios dentro do festival, e um voucher que dá direito a uma foto ou um autógrafo com um dos artistas convidados do evento (mais informações em breve).

O FULL Experience inclui tudo que o EPIC tem e mais: entrada VIP, pôster oficial do evento autografado pelo artista, acesso ao VIP Lounge com alimentação e serviço de concierge, entrada exclusiva no auditório principal (Thunder) com lugar reservado e garantido, colecionáveis exclusivos da Iron Studios e fotos e autógrafos com quatro artistas convidados do evento por R$ 7.499,99**.

A CCXP18 repete a grande novidade apresentada no ano passado: a Spoiler Night, uma visita ao evento um dia antes da abertura para o público. Ela acontece no dia 05 de dezembro das 18 às 21h, em que convidados, imprensa e pessoas que adquirem os pacotes EPIC Experience e FULL Experience poderão conhecer as atrações e novidades de 2018.

O CCXP Unlock, evento que mostra os bastidores da indústria do entretenimento, também tem novidades: acontece dois dias antes do evento, durante a montagem, dias 04 e 05. Os ingressos também estarão disponíveis no site oficial por R$ 1.499,99**. Em 2017 o evento recebeu mais de 30 convidados nacionais e internacionais, como Miguel Vives, Country Manager da The Walt Disney Company Brasil; Rickey Purdin, Head-Hunter da Marvel; Alice Braga, atriz e produtora; Marcos Mion, apresentador; KondZilla, roteirista e diretor recém-contratado pela Netflix, entre muitos outros. O CCXP Unlock dá direito à Spoiler Night e entrada uma hora antes da abertura para o público geral nos quatro dias de CCXP. A programação de 2018 será divulgada em breve.

A CCXP, que já é a maior comic con do mundo, terá uma edição histórica em 2018. Vamos fazer a maior CCXP de todos os tempos para comemorar e agradecer aos nossos fãs. Estamos preparando um grande festival de cultura pop, com novidades e atrações que vão surpreender até mesmo aqueles que já frequentam o evento nestes cinco anos de história.“, afirma Roberto Fabri, diretor de marketing e experiências da CCXP.

Os horários da CCXP18 foram mantidos como no ano passado:

  • Quinta-feira (06 de dezembro) – 12h às 21h
  • Sexta-feira (07 de dezembro) – 12h às 21h
  • Sábado (08 de dezembro) – 11h às 21h
  • Domingo (09 de dezembro) – 11h às 20h

Confira os preços do primeiro lote (meia-entrada):

  • Quinta-feira (06 de dezembro) – R$ 89,99
  • Sexta-feira (07 de dezembro) – R$ 119,99
  • Sábado (08 de dezembro) – R$ 159,99
  • Domingo (09 de dezembro) – R$ 149,99
  • Pacote 4 dias – R$ 429,99

* Pagamentos em cartão de crédito podem ser parcelados em até 6x ou em até 10x para valores acima de R$ 1.000,00 (Mastercard e Visa). Boleto apenas à vista.

**Os valores dos ingressos mencionados não possuem meia-entrada.

Assista ao vídeo promocional:

O longa-metragem brasileiro Aquilo que Sobra fará sua estreia mundial no dia 19 de março no CPH:DOX, Festival Internacional de Documentários de Copenhagen. A obra ficcional, livre adaptação do diretor Humberto Giancristofaro para A Montanha Mágica, de Thomas Mann, será exibida na mostra competitiva “Next Wave” (Próxima Onda). A produção da Clariô Filmes traz no elenco a atriz portuguesa Isabél Zuaa (As Boas Maneiras e Joaquim), na pele da protagonista Clavdia Chauchat, e o ator Vicente Coelho como seu par Hans Castorp.

Apostamos numa linguagem pouco usual com uma narrativa borderline entre performance e ficção; o real, a memória e o onírico. Apesar disso, a maior coragem que percebemos nesse projeto, foi a de fazer um filme que se arrisca num modelo diferente de realização. Se ‘Aquilo que Sobra’ pôde contar com o olhar generoso do CPH:DOX em convidá-lo para a mostra competitiva, foi pela forma coletiva e cooperativa pela qual o filme foi feito. Esse é o primeiro longa de toda uma equipe que trabalha há bastante tempo no audiovisual e se preparou para a empreitada de fazer um filme com as liberdades que pudemos contar. Termos sido definidos como ‘um dos filmes mais estranhos e cabeça aberta do ano’ pelo Festival de Cinema da Dinamarca trouxe a sensação de missão cumprida para toda a equipe”, celebra o cineasta e filósofo Giancristofaro, que começou sua carreira como roteirista em A Turma do Menino Maluquinho e dirigiu e escreveu diversos programas de TV, como Big Brother Brasil (TV Globo), Deu Match e Catfish Brasil (MTV); O Infiltrado (History Channel), indicado ao Emmy 2014; e Poesia com Maria Bethânia (Arte 1).

Rodado em 2014, durante dez dias, tendo como locação três cidades diferentes (as mineiras Mariana e São João Nepomuceno, além do Rio de Janeiro), Aquilo que Sobra também traz outro número curioso. Ele custou apenas R$ 60 mil, dinheiro oriundo de financiamento coletivo e recursos próprios.

Acho que um número que se destaca também é que durante as filmagens a equipe era composta por 18 pessoas somente. Que evidentemente se desdobravam em outras funções para dar conta de tudo. Um dos motoristas se interessou e começou como assistente de câmera da segunda unidade por exemplo. Depois disso, ele fez vários trabalhos como assistente de câmera. Assistente de direção cuidou do figurino. Montadora registrou making of. Platô foi gaffer. E por aí foi”, conta o produtor executivo Camilo Cavalcanti.

Aquilo que Sobra tem previsão de estreia no circuito nacional em dezembro de 2018. No CPH:DOX será exibido nos dias 19 e 23 de março.
Assista ao teaser:
FICHA TÉCNICA
Direção e Roteiro: Humberto Giancristofaro
Produção Executiva e Direção de Produção: Camilo Cavalcanti
Platô: Manoel Caetano
AD: Marília Gurgel
Preparação Elenco e Direção de Atores: Duda Magalhães
Direção de Fotografia: Breno Turnes
Som Direto: João Zula
Direção de Arte: Lara Monnerat
Figurino: Aline Besouro
Maquiagem: Paula Kadija
Montagem: Laura Magalhães
Finalização: Pedro Saboya
Edição de Som: Felipe Magalhães
Trilha Sonora: El Efecto
Trilha Original: Andre Colares
ELENCO
Isabél Zuaa……………………………………Clavdia Chauchat
Vicente Coelho………………………………….. Hans Castorp
Marcio Machado…………………………………..Settembrini
Hilton Vasconcellos………………………………  Dr. Behrens
Anita Salgado……………………………………….. Enfermeira
Yves Baeta………………………………………………….Joachim

Do aclamado diretor José Padilha (Narcos) e da prolífica roteirista Elena Soarez (Eu Tu Eles), O Mecanismo, uma emocionante série original e com personagens marcantes, é inspirada em acontecimentos reais do Brasil e que impulsionaram o maior escândalo de corrupção de todos os tempos. A história retrata como um pequeno grupo de obstinados investigadores desvenda um monstruoso esquema de corrupção no Brasil e o impacto dessa descoberta em todos os envolvidos e neles próprios. A Netflix divulgou novo mais um trailer e pôster oficial da série.

Na trama, Selton Mello (Meu Nome Não é Johnny) é Marco Ruffo, um delegado aposentado da Polícia Federal obcecado pelo caso que está investigando; Carol Abras (Perto de Qualquer Lugar) é Verena Cardoni, a determinada aprendiz de Ruffo; Enrique Diaz (Justiça) interpreta Roberto Ibrahim, um criminoso que é o objeto da obsessão de Ruffo. O elenco também conta com Lee Taylor (A Pedra do Reino), Antonio Saboia (O Lobo Atrás da Porta), Jonathan Haagensen (Cidade de Deus), Alessandra Colasanti (A Verdadeira História da Bailarina de Vermelho), Leonardo Medeiros (Onde Quer Que Você Esteja), Otto Jr. (O Abismo Prateado), Susana Ribeiro (O Dono do Mundo) e Osvaldo Mil (A Máquina), entre outros.

Confira o pôster:

Assista ao trailer:

 

A Cinépolis inaugura no dia 17 de fevereiro a primeira Sala Junior da América do Sul, no Cinépolis Iguatemi Alphaville. O projeto inovador foi criado no México. Outros países que possuem esse conceito de sala são: Espanha, Guatemala, Costa Rica e Estados Unidos.

A proposta é que crianças de 01 a 10 anos façam muito mais do que apenas assistir a um filme e tenham o oportunidade de experimentar uma maneira nova e divertida de ir ao cinema. As salas são compostas com um tobogã com mais de 15 metros de extensão, piscina de bolinhas, área de jogos, carrinho de doces móvel, servidos dentro da sala e poltronas divertidas, compostas por 12 puffs zen, 20 puffs duplos, 08 espreguiçadeiras (espécie de cama dupla super confortável) e 47 poltronas no formato stadium (poltronas convencionais individuais), totalizando 87 lugares e ainda mais 3 vagas para cadeirantes.

(? Cinépolis / Divulgação)C

Estamos felizes em trazer para o Brasil sua primeira Sala Junior, sendo a primeira da América do Sul. O projeto, criado pela Cinépolis, traz um conceito de diversão e entretenimento para toda a família, por meio do qual você pode experimentar uma maneira nova e divertida de ir ao cinema. A sala adaptada para crianças exibirá filmes voltados para o público de 01 a 10 anos. As instalações foram criadas especialmente para que as famílias aproveitem o momento desde que entram na sala até o término do filme. Uma diversão completa e única para toda a família”, afirma Luiz Gonzaga de Luca, presidente da Cinépolis Brasil.

Os brinquedos podem ser usados ​​15 minutos antes do início do filme (classificação indicativa para crianças de 01 a 10 anos) e 15 minutos adicionais no meio do filme, quando há um intervalo durante a sessão, e a diversão é livre. Durante a sessão e ao término do filme, os brinquedos não poderão ser utilizados e a criança deve permanecer em sua poltrona. O tobogã poderá ser utilizado por crianças de 06 a 10 anos com altura de 0,90m a 1,30m.

A programação trará estreias nacionais e internacionais de acordo com os lançamentos do mercado, em formatos dublados, 2D e 3D. Os clientes poderão complementar a experiência dentro de salas com uma grande oferta de produtos na bombonière, incluindo combos de pipoca, bebidas, balas tematizados, pipocas salgadas e doces, preparadas na hora, assim como os deliciosos nachos e cachorros quentes.

Juninho é o mascote da Sala Junior que irá receber e acolher a todos! (? Cinépolis / Divulgação)
Regulamento
  1. A entrada na Sala Junior é indicada para crianças de 01 a 10 anos.
  2. As crianças poderão entrar na sala somente acompanhadas de seus pais ou de um adulto responsável.
  3. Não poderão entrar na sala adultos desacompanhados de uma criança.
  4. A sala Junior é destinada às famílias, ou seja, pais, avós, tios e irmãos são bem-vindos.
  5. O adulto responsável deverá acompanhar a criança durante todo o seu tempo de permanência na Sala Junior, e nos brinquedos.
  6. Não será permitida a entrada na área dos brinquedos com alimentos ou bebidas.
Serviço:
Inauguração Sala Junior no Cinépolis Iguatemi Alphaville.
Data:
17/02/2018.
Endereço: Alameda Rio Negro, 111 – Alphaville Industrial, Barueri – SP.
Capacidade: 87 lugares + 03 vagas para cadeirantes.
Recomendado para crianças de 01 a 10 anos.

Eduardo Moscovis será o governador Sandro Correa, um dos políticos corruptos na mira do Doutrinador (Kiko Pissolato), em filme e série homônimos que estão sendo rodados em São Paulo. O Doutrinador, vigilante das HQs criado por Luciano Cunha – que se tornou conhecido no Brasil e em vários lugares do mundo através da internet e de edições impressas -, é um combatente implacável dos corruptos que sugam e atrasam o país.

O longa estreia nos cinemas em setembro deste ano, com direção de Gustavo Bonafé e codireção de Fábio Mendonça. A série será exibida pelo canal Space, em 2019. O filme e a série foram criados pelo próprio Cunha e Gabriel Wainer, que também assinam o roteiro ao lado de Mirna Nogueira, LG Bayão, Guilherme Siman, Rodrigo Lage e Denis Nielsen.

No elenco, além de Pissolato e Moscovis estão Marília Gabriela, Helena Ranaldi, Tainá Medina, Samuel de Assis e Tuca Andrada, entre outros. A produção é da Paris Entretenimento e a distribuição da Downtown Filmes.

No filme, o Doutrinador é um anti-herói no melhor estilo dos vigilantes dos quadrinhos. O Doutrinador é Miguel, um agente federal altamente treinado que vive num Brasil cujo governo foi sequestrado por uma quadrilha de políticos e empresários. Uma tragédia pessoal o leva a eleger a corrupção endêmica brasileira como sua maior inimiga. E ele começa a se vingar da elite política brasileira em pleno período de eleições presidenciais, numa cruzada sem volta contra a corrupção.

Chega ao Canal Brasil na próxima terça-feira, dia 30 de janeiro, João, O Maestro, filme de Mauro Lima que destaca o incrível talento e a superação de João Carlos Martins, que não mediu esforços para viver de música, sua paixão desde criança. O inspirador curso da vida do instrumentista e maestro que precisou se reinventar várias vezes pauta o roteiro da coprodução do Canal Brasil com a LC Barreto. No elenco, estão os atores Alexandre Nero, Rodrigo Pandolfo, Alinne Moraes, Caco Ciocler, Fernanda Nobre, entre outros.

João (Davi Campolongo, na infância, Rodrigo Pandolfo, na vida adulta, e Alexandre Nero, mais próximo à terceira idade) possui um talento nato para o piano. Desde criança, ele impressiona Aida (Alice Assef), sua professora particular, com uma incrível habilidade. Percebendo que logo será superada pelo pupilo, ela o recomenda a José Kliass (Caco Ciocler), um professor conhecido por grande rigidez no tratamento com seus alunos. Com o novo tutor, tem início uma parceria de décadas responsável por elevar o jovem artista ao posto de um dos maiores instrumentistas do mundo. Em pouco tempo, ele começa a tocar em recitais lotados por grandes personalidades da música clássica como Heitor Villa-Lobos, Camargo Guanieri e Eleazar de Carvalho, e a encantar plateias nos Estados Unidos e na Europa.

Com uma carreira de sucesso, ele é surpreendido pela vida quando um fato inesperado ocorre. O músico quebra o braço e sofre atrofia em três dedos depois de sofrer um acidente. Com os movimentos comprometidos, é obrigado a abandonar o piano, mas sua obsessão pela perfeição faz com que quebre qualquer obstáculo. Ele luta para que as limitações físicas não o impeçam de seguir sua vocação até chegar a posição de maestro.
SERVIÇO:

João, O Maestro (2017) (110’)
INÉDITO E EXCLUSIVO
Horário: Terça, dia 30, às 22h
Classificação: 14 anos
Horário alternativo: Sábado, dia 3, à 0h.

"O cinema é um modo divino de contar a vida"
Federico Fellini

© 2018 Cinerama Clube.

Todos os direitos reservados.

[email protected]

Developed By: Vedrak Devs