Categoria: Séries

Crítica | A Livraria

Sensível e inspirador! (📷CINEARTFILMES)

Longa dirigido por Isabel Coixet, inspirado na obra literária de Penelope Fitzgerald, The Bookshop, que tenta trazer uma das leituras possíveis dessa narrativa. De modo realista, o enredo é trabalhado para se deixar uma mensagem não muito positiva ao final, mas faz com que haja a necessidade do questionamento sobre as atitudes humanas.

Florence Green (Emily Mortimer) é uma mulher que se mudou para uma pacata cidade no litoral da Inglaterra em meados dos anos 50, com a intenção de unir seu amor pela literatura com sua fonte de renda, abrindo uma livraria. Para isso, ela escolheu um antigo espaço, há muito abandonado, organizando-o para que ficasse o mais aconchegante possível para seus futuros clientes. Mas os moradores da cidade não entenderam muito bem por que alguém teria essa intenção quanto à uma livraria, já que a maioria não tinha o hábito da leitura, tão pouco fazia questão de perder tempo com isso. Entre elas, Violet Gamart (Patricia Clarkson), que detinha grande fortuna e poder perante a cidade, não simpatizou com Florence (Mortimer), ficando determinada a fazer tudo o que estivesse ao seu alcace para que a livraria fosse um fracasso, fazendo com que a proprietária voltasse de onde veio e a cidade não deixasse de ser como era.

Nos momentos que mostram a interação entre os habitantes nota-se que a principal preocupação, e medo de algo novo surgir, é a possibilidade de aquisição do conhecimento. Afinal, os livros possuem um papel fundamental nesse processo do pensar e questionar, o que seria ruim para certas pessoas conhecidas por sua boa índone e caráter. Parece que a burrice e a mediocridade das pessoas, com algumas raras exceções, não pode ser mudada, do contrário, ninguém mais saberia como viver ali.

Florence (Mortimer) faz alguns poucos amigos, um deles é o senhor Edmund Brundish (Bill Nighy), quem também nutre sincero apreço pela literatura, o que contribui para a união de ambos, em um primeiro momento como amigos, mas que desperta um sentimento além, o qual não se desenvolve por conta de uma série de fatos posteriores.

Como toda adaptação de obra literária o filme pode conter vários problemas, desde a parte do enredo, com escessos ou faltas, até o desempenho dos próprios personagens, os quais podem não satisfazer os leitores assíduos. No geral, é um bom filme, cumpre com o que se propõe e da mesma forma que o livro pode não agradar a todos.

 

 

Assista ao trailer:

Querendo ou não, vivemos em uma sociedade extremamente machista e racista. E apesar da gradativa mudança que o mundo vem passando, ainda existem muitas pessoas de mente fechada. Mas definitivamente Spike Lee não é uma delas. Há 30 anos atrás nos trazia o movimento feminista com ideia da mulher livre, sem pudor, dona e heroína de si mesma. Principalmente em uma das suas melhores obras: “Ela Quer Tudo” (1986).

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(NETFLIX / DIVULGAÇÃO)

A série foi inspirada no filme, obviamente, mas tem sua própria aura e alma adaptada para o mundo moderno. Ela traz diversos temas claramente sérios e presentes na sociedade atual. Spike tem uma forma única e linda de contar suas histórias, que são muito ricas em detalhes e com uma figura analítica brilhante sobre o negro e sua vida com a discriminação pelo racismo estrutural e social imposto. A netflix deu total liberdade criativa para Spike brincar com a série, trazendo uma magnifica trilha sonora e uma fotografia linda e viva que retrata no ponto correto a cidade de Nova Iorque. Tudo deu muito certo, e a experiencia de acompanhar a vida da protagonista em 10 episódios é revigorante.

A série acompanha a história de Nora Darling (DeWanda Wise), uma jovem mulher negra, artista e retratista do Brooklyn. Ela não só desafia os padrões da sociedade, como também os quebra. Dona de si mesma, do inicio ao fim, não permite que nada ou ninguém mande em sua vida, representando a imagem da mulher que todas olham e desejam ser. Ela mantém relações sexuais com três homens, em um romance poliamor. Cada um com características distintas e que, no contexto total, se completam no homem perfeito para ela. Jamie Overstreet (Lyriq Bent) é o mais velho, rico, sutilmente galante e eloquente. Uma pessoa bem protetora e educada. Greer Childs (Cleo Anthony) é atraente, ousado e vaidoso, com seu jeito francês galanteador, mas muito arrogante e egoísta. Típica síndrome de auto endeusamento. O outro é Mars Blackmon (Anthony Ramos), o mais jovem e engraçado, com um jeito único que ele não tem vergonha de mostrar. Apesar de muitas vezes agir sem pensar, é atencioso e preocupado com Nola, mesmo sendo o mais imaturo dos três.

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Da direita pra esquerda: Greer, Nola, Jamie e Mars. (NETFLIX/DIVULGAÇÃO)

A série peca por nos aprofundar em personagens e narrativas paralelas que parecem ter uma importância maior, mas que depois são simplesmente descartados. Nola é uma cinéfila de plantão, o que faz com que referências e easter eggs não faltem. Também ela usa isso muitas vezes para expresar-se na trama. Além da clara importância da trilha sonora para o bom desenvolvimento da história, que deixa tudo mais interessante, ainda é possível ver as capas dos discos das músicas tocadas.

Spike nos bota de frente a um “documentário” da vida sexual de Nola Darling, quebrando a quarta parede ao colocá-la conversando com o telespectador em divertidos e impressionantes monólogos. Mas sem spoilers, é uma série que vale a pena ser assistida. Com boas atuações, principalmente por DeWanda Wise que ficou magnifica no papel de Nola, consegue nos passar os melhores e piores sentimentos. Tendo em vista a representação da mulher que está em busca de ser e fazer o que deseja, em privado ou em sociedade, concluimos a cada segundo que Nola é uma mulher sensacional e poderosa. Créditos também para a divertida e rica atuação de Anthony Ramos, que rouba as atenções quando esta em cena. Com sua interpretação divertida e jeito descontraído, deixa tudo bem mais dinâmico e interessante.

“Ela quer tudo” pode não ser a melhor série que trata dos assuntos nela propostos. E apesar de exageros e erros em suas narrações, ela tem seu brilho. E faz, sim, um bom trabalho, te prendendo e entretendo do início ao fim. E consegue tratar de assuntos importantes e complexos, de forma divertida e envolvente.

Confira uma das muitas boas músicas tocadas na série:

“Samantha!” estreia no próximo dia 06 de julho, na Netflix. (📷 Netflix / Divulgação)

Aconteceu nesta segunda feira (25), em um hotel de São Paulo, a coletiva de imprensa da nova produção nacional da Netflix, Samantha!, e contou com a participação de Emanuelle Araújo, Douglas Silva, Daniel Furlan, Rodrigo Pandolfo, Lorena Comparato, Felipe Braga e Rita Moraes.

Samantha! acompanha a história de uma ex-celebridade mirim dos anos 1980, que hoje se apega desesperadamente aos últimos vestígios da fama com planos absurdos para conseguir voltar aos holofotes, enquanto seu marido, uma ex-estrela do futebol, volta para casa depois de passar mais de uma década na prisão.

De maneira totalmente diferente das coletivas tradicionais, a apresentação começou com uma entrevista fictícia do apresentador Luciano Amaral com Samantha (ambos estrelas mirins da década de 1980) em um cenário montado que remetia a um programa de TV. Foi um papo descontraído e muito engraçado para apresentar a protagonista e mostrar um pouco das suas características.

📷 Netflix / Divulgação

Pouco depois de 10 minutos do quadro, teve início a coletiva que durou cerca de 20 minutos.

Todo responderam algumas perguntas e falaram sobre seus personagens. Emanuelle Araújo (Ó Paí, Ó) enfatizou que a série, apesar de destacar os anos 80, ela é muito contemporânea pois flerta com a atualidade na personagem vivida por Lorena Comparato, a digital influencer Laila:

“O encontro da Samantha com a influencer Laila é o encontro da celebridade dos anos 80 com a celebridade atual. Os fãs da Laila dão ‘like’, enquanto os fãs da Samantha mandavam cartinhas. Esse contraste é um lado muito interessante da série. Estamos ambientados nos anos 80, no universo onde a Samantha cresceu, mas a série também é contemporânea e é muito gostoso você perceber esse encontro”, conta Emanuelle.

📷 Netflix / Divulgação

Felipe Braga, criador da série, fez um breve comparativo a maneira das pessoas assistirem TV no passado e hoje:

“Antigamente as pessoas se reuniam para assistir programas que seguiam um formato parecido. Hoje a única maneira de reunir a família na frente da TV é para assistir a Copa do Mundo”, afirma.

Ainda comentou com alegria o fato da sua produção estar disponível em diversos cantos do mundo:

“Samantha! vai estar disponível na Rússia, África do Sul e Canadá daqui uma semana, e isso é muito empolgante”, fala com entusiasmo.

Primeira série de comédia, o original brasileiro Samantha! tem sete episódios e estreia no dia 06 de julho, exclusivamente para membros da plataforma no mundo inteiro.

Assista ao trailer: 

Produção estreia em 4 de julho, às 22h15 na FOX, e mostra os segredos camuflados nos bastidores da rotina de um hospital. (📷 Canal FOX / Divulgação)

O embate entre valores pessoais e ética profissional é um dos destaques da nova série médica The Resident, que estreia no Brasil com episódio duplo na quarta-feira, dia 4 de julho às 22h15, no canal FOX. Depois, dois novos episódios serão exibidos todas as quartas, no mesmo horário.

O drama médico vai até onde nenhum outro já foi, e retrata um ponto pouco discutido: a negligência na medicina, uma das principais causas – encobertas – de morte no sistema hospitalar nos Estados Unidos.

A série tem como foco os últimos anos de formação de um jovem médico, que descobre os lados bons e ruins do que realmente acontece nos bastidores da rotina de um hospital. E assim, revela que nem todos os finais são felizes e nem todos os médicos são heróis.

Com 14 episódios de uma hora cada nessa primeira temporada, o elenco conta com estrelas como Matt Czuchry (The Good Wife e Gilmore Girls), Emily VanCamp (Revenge), Melina Kanakaredes (CSI: NY) e Bruce Greenwood (American Crime Story: The People vs. OJ Simpson), além de Manish Dayal, Moran Atias, Merrin Dungey e Shaunette Renée Wilson.

O primeiro episódio estará disponível no FOX App de 4 a 18 de julho, para assinantes e não-assinantes. Demais episódios entram no FOX App após exibição da TV, exclusivamente para assinantes dos pacotes FOX+ e FOX Premium.

Diretor brasileiro indicado ao Oscar faz parceria com a Netflix para voltar a filmar no Brasil. (📷 20th Century Fox / Divulgação)

A Netflix anunciou nesta quarta-feira, dia 20 de junho, a nova série original Cidades Invisíveis, criada e dirigida pelo renomado diretor brasileiro Carlos Saldanha, animador indicado duas vezes ao Oscar e responsável por sucessos como A Era do Gelo, Rio e o recente O Touro Ferdinando, filmes que arrecadaram US$ 3,1 bilhões ao redor do mundo.

Saldanha, natural do Rio de Janeiro, sempre retratou seu amor pelo Brasil e pela cultura brasileira em seus trabalhos com vibrantes representações de suas paisagens, belezas naturais e alegria de seu povo. No projeto que marca seu retorno às filmagens em seu país de origem, o cineasta vai fundo na alma brasileira para explorar sua fé e mistura cultural.

Através de Cidades Invisíveis, Saldanha levará a audiência da Netflix em todo o mundo histórias que o povo conta sobre lendas e histórias que as lendas contam sobre o povo.

Na série original de Saldanha, há um submundo habitado por criaturas míticas que evoluíram de uma linhagem do folclore brasileiro. Cidades Invisíveis conta a história de um detetive que se envolve em uma investigação de assassinato, entrando em uma batalha entre dois mundos.

Este novo projeto marca um momento importante em nossos originais brasileiros à medida em que adicionamos um novo gênero aos diversos conteúdos que temos trabalhado para oferecer aos nossos públicos, desfrutando da mistura cultural que torna o Brasil uma fonte rica e interessante de histórias com apelo universal. Estamos muito animados por fazer isso em parceria com um diretor talentoso e reconhecido mundialmente como o Carlos Saldanha”, disse Erik Barmack, Vice-presidente de Conteúdo Original Internacional da Netflix.

“’Cidades Invisíveis’ é um projeto de paixão de uma vida que me traz de volta a filmar em meu país. Estou emocionado por poder levar um olhar contemporâneo do folclore brasileiro a milhões de pessoas ao redor do mundo conectadas através da Netflix”, disse o criador e diretor Carlos Saldanha.

Com 8 episódios com 1h de duração, Cidades Invisíveis começará a ser produzida no fim de 2018.

Com produção e atuação do rapper 50 Cent, a série tem estreia mundial em 1º de julho às 23h00. No Brasil, será exibida no FOX Premium 2 e estará disponível para assinantes dos pacotes FOX+ e FOX Premium do FOX App. (📷 FOX / Divulgação) 

No domingo, dia 1º de julho às 23h00, mesma noite de estreia dos Estados Unidos, retorna ao Brasil a quinta temporada da série Power com exclusividade no FOX Premium 2 e, simultaneamente, no FOX App para assinantes dos pacotes FOX+ e FOX Premium. Após exibição semanal na TV, um novo episódio estará disponível no aplicativo.

Com dez episódios de uma hora cada, a continuação retoma a história após o surpreendente e controverso final da quarta temporada, que abalou os fãs com uma morte inesperada e mistérios não resolvidos.

Criada pela nomeada ao Emmy® Courtney A. Kemp, Power conta com a produção e atuação do rapper americano e ganhador do Grammy® Curtis “50 Cent” Jackson, que vive Kenan Stark.

As temporadas anteriores completas de Power já estão disponíveis no FOX App para assinantes dos pacotes FOX+ e FOX Premium. A classificação indicativa é 16 anos.

Imagine como seria acordar num lugar onde tudo parecesse ser “perfeito”, no primeiro olhar. Mas também que você não conseguisse sair, e que tivesse inúmeros mistérios por trás de tudo. Um lugar que nada fizesse sentido, e que escondesse segredos terríveis. Esse é basicamente o conceito de Warward Pines, série do famoso diretor de Sexto Sentido, M. Night Shyamalan. Que já fez inúmeros bons filmes além desse, com sempre um toque único de suspense.

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São 10 ótimos episódios muito bem produzidos, de prender qualquer um em frente à televisão por horas. A minissérie do canal Fox tem início, meio e fim baseados na obra de Blake Crouch “Pines”. Conta a história de Ethan Burke (Matt Dillon), um agente do serviço secreto que parte numa viagem para tentar descobrir o paradeiro de dois colegas e acaba sofrendo um “acidente” de carro. Ao acordar, Ethan está num hospital  na cidade que dá o nome a série, localizada aparentemente no Idaho e nos dias atuais. Ele é abordado pela enfermeira Pam (Melissa Leo), que explica supostas coisas que aconteceram e o informa sobre a morte do parceiro que vinha no carro com ele.

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Ethan, imediatamente após a saída da enfermeira, veste suas roupas e tenta sair dali. E aí já começamos a notar coisas estranhas vindas por parte de Pam, e por parte do local. Ao buscar uma maneira de deixar a cidade, descobre que as estradas não levam a lugar algum e que o fazem sempre andar em círculos. Sem seus documentos ou meios necessários para se comunicar com o exterior, ele se vê encurralado. Embora bem tratado, desconfia que algo estranho está acontecendo naquele lugar. Nenhum morador parece ligar ou acreditar que ele seja quem diz ser.

Mistérios são bons, mas quando bem bolados se tornam ainda melhores. Não posso me aprofundar muito, pois qualquer coisa que fale a mais poderia ser considerado spoiler. Antes da metade da série já começamos a conhecer os segredos por trás da cidade, e o universo de Wayward Pines. O segundo episódio vem ainda mais recheado de conspirações e mistérios, deixando quem está assistindo sem ar.

Somos constantemente surpreendidos pelas reviravoltas e dinamismo dos episódios, além da bela atuação de Matt Dillon. Ele interpreta o típico herói que quer salvar todo mundo e, com uma atuação muito convincente, acaba nos induzindo a estar na torcida por ele. Porém, outros personagens deixam um pouco a desejar. Com excepções, alguns foram desenvolvidos de maneira muito cliché, mandados goela abaixo do espectador. Mas apesar disso a série apresenta um elenco de peso, a exemplo de Terrence Howard, Toby Jones, Carla Gugino, Charlie Tahan.

Cheia de filosofias e psicologias, e com direito a homenagens a Twin Peaks e Stephen King, ela tem uma ótima premissa inicial e um bom suspense. Mas isso antes de sabermos de tudo. Os primeiros episódios são muito bons, se sustentando com suspenses e teorias que nós mesmos vamos criando em cima de tudo que está acontecendo. Porém, a partir do quinto episódio temos a tão esperada revelação do mistério, que deixa um pouco a desejar. Apesar disso, a série consegue manter um bom ritmo e trabalha para deixar tudo nos seus eixos, acontecendo coisas que ninguém poderia esperar. Mesmo sendo até uma boa ideia por parte do autor, a coisa genial que nos é jogada nos primeiros episódios acaba sendo descartada para dar espaço a tal revelação que, na verdade, não chega a ser tão surpreendente assim.
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Com um desfecho dramático e frenético, mas com total falta de senso, a série nos passa uma proposta fraca minutos antes do ocorrido final. Ainda assim ela não chega a ser ruim. Eu diría que é boa, mas poderia ser muito melhor. Apesar disso, temos uma história instigante que nos prende, sim, até o final.

Warward Pines fez um certo sucesso, e na verdade vale sua atenção. Com partes bem emocionantes, e as vezes com um pouco de enrolação, ela chegou a bater altos picos de audiência na Fox. E a forma como a mesma foi distribuída foi sensacional, tendo todos os episódios lançados mundialmente ao mesmo tempo, garantindo assim que nenhum spoiler fosse revelado aos fãs. Teve uma “continuação”, uma segunda temporada. Mas praticamente a maioria dos atores originais não estão presentes, e ela acabou sendo cancelada.

 

 

 

O canal por assinatura HBO vem fazendo história a bastante tempo na entrega de suas séries originais. Com produções diversificadas, ambiciosas e de qualidade inquestionável o canal vem oferecendo o melhor em conteúdos totalmente exclusivos.

A diversidade dessas produções não se dá apenas nos temas principais de suas séries, mas também na escolhe das equipes de produção, atores e assuntos extremamente importantes que geralmente não são abordados de forma tão direta em séries de outros canais, isso transformou a HBO no maior canal de assinatura do mundo.

Dentre dezenas de séries fantásticas é muito difícil eleger as melhores, porém não é impossível e abaixo você pode conferir quais são as melhores séries da HBO!

 

Westworld (2016- )

Apesar de conter apenas uma temporada, a série conquistou milhares de fãs ao redor do mundo numa trama de ficção-western complexa e que vai fazer a sua cabeça explodir. Baseado num filme dos anos 70 de mesmo nome, Westworld conta a história de um parque futurista que simula um mundo o velho-oeste americano. Lá, os convidados pagam uma imensa soma em dinheiro para viverem uma total imersão na época. Eles podem fazer de tudo, matar, desbravar lugares escondidos, caçar recompensas e até cometer crimes. Essa simulação se dá através de robôs movidos por uma inteligencia artificial, que após cada simulação tem sua programação apagada para recomeçar uma nova história. Mas o que aconteceria se os robôs começassem a desenvolver a consciência?

A segunda temporada da série é uma das estreias mais aguardadas do canal, e irá estrear ainda esse ano!

Silicon Valley (2014- )

A série conta a história de seis programadores que buscam o sucesso no vale do silício. O programador Richard desenvolve um algorítimo inovador para a compressão de arquivos e isso o coloca numa encruzilhada: vender a tecnologia por um valor imenso para uma empresa, ou fundar seu próprio negócio? De uma forma ácida a série mostra como é a vida dentro do maior parque de inovação tecnológica do mundo e como é a rotina dos programadores, profissão que nem sempre temos noção do que é e de como funciona.

Six Feet Under (2001 – 2005)

Um dos maiores sucessos do canal, a história gira em torno da família Fisher, que após a morte do patriarca se vê obrigada a se juntar para tocar o negócio familiar: uma funerária. Falando abertamente e de uma forma não convencional a morte, a série traça um paralelo ao destino final de todos nós com os dilemas e desafios enfrentados pelos Fisher, envolvendo traição, homossexualidade, relação interiores, problemas emocionais, filosofia e religião.

Veep (2012- )

Estrelando a Julia Louis-Dreyfus, conta a história de Selina Meyer, uma antiga senadora que se vê totalmente despreparada ao assumir a vice presidência dos EUA. Quando o presidente atual entra em uma condição de saúde preocupante, Selina e sua equipe precisam encarar o fato que ela pode vir a assumir o cargo e começam a lidar com dezenas de questões políticas.

A série, apesar de ser uma comédia dá um banho em quase todas as séries sobre política em exibição. Julia é uma excelente atriz e a cada episódio o expectador se vê mais envolvido com ela e as situações no mínimo cômicas que a personagem enfrenta.

True Blood (2008 – 2014)

Do mesmo criador de Six Feet Under, a série adapta os livros de Charlaine Harris (The Sookie Stackhouse Chronicles) e conta a história de Sookie uma garçonete telepata que vive na pequena cidade de Bon Temps, em um mundo onde os vampiros lutam pelo seu lugar e sua igualdade aos seres humanos. Um dia, a cidade recebe seu primeiro vampiro, Bill Compton, e Sookie, sem conseguir ler a mente do sanguessuga fica muito curiosa a seu respeito o que a leva em uma relação de altos e baixos num universo onde as criaturas da noite estão cada vez mais entre os humanos.

A série se manteve do início ao fim, acertando em cheio no gótico-sulista, no gore e no tom ácido que ela sempre adotou. Recheada de sexo, suor e sangue, True Blood deixou saudades quando acabou.

OZ (1997 – 2003)

Mostrando toda a rotina do sistema carcerário da prisão Oswald, conhecida publicamente como OZ. Abordando de forma realista temas inerentes a vida dos presos, como o sexo, as drogas, a privação de direitos básicos e a violência a série chocou o mundo durante sua exibição e fez história mundial.

True Detective (2014- )

Criada pelo Nic Pizzolatto, a antologia tem como base crimes obscuros e únicos e sua resolução (ou não) pelos detetives encarregados de cada caso. A primeira temporada foi recorde de audiência e premiações, contando a história de Rust e Martin, dois detetives que vivem uma caçada de 17 anos a um serial killer com tendências ritualísticas na Louisiana.

Devido ao grande sucesso da primeira temporada, as expectativas para a segunda foram altas, e quando ela foi lançada a inevitável comparação quase fez a série ser cancelada. Apesar disso a segunda temporada é muito boa, e muito diferente da primeira, contando a história de três detetives de agências governamentais diferentes que se juntam em um assassinato em uma cidade corrupta, fechada e manipulada por um gangster.

A terceira temporada foi confirmada e terá sua estréia em 2019.

Sex and the City (1998 – 2004)

A premiada série fez história nos anos 90, ao colocar homens e mulheres no mesmo patamar sexual. Carrie Bradshaw é uma jornalista que escreve uma coluna de sexo num importante jornal de New York. Nele, ela relata as aventuras sexuais e amorosas dela e de suas amigas, mostrando a forma como homens e mulheres se relacionam através do sexo, do amor e da amizade.

Sex and The City é uma das séries mais famosas de todos os tempos e teve duas continuações em filme.

The Sopranos (1999 – 2007)

Uma das séries mais importantes de todos os tempos, Sopranos foi uma das produções que marcou o início da nova era das série de televisão. Onde não havia lados, bons ou maus, certo e errado. A série conta a história do mafioso Tony Soprano, que após um ataque de pânico procura ajuda profissional para lidar com todas as áreas de sua vida que parecem colidir.

Considerada por alguns a série mais bem escrita de todos os tempos, The Sopranos foi premiada, adaptada para livros, jogos e músicas e figura no top 5 das maiores séries de todos os tempos.

Game Of Thrones (2011- )

GoT é a série mais assistida de todos o tempos, a maior série de televisão já feita e todo o hype em cima dela não é a toa. Contando a história de Westeros, uma terra medieval governada por casas, somos apresentados a família Stark, protetora e governante do norte. Após a morte de da Mão do rei, o governador geral do reino, o rei Robert Baratheon pede a Eddard Stark que vá a capital servir como nova mão. Eddard desconfia que seu antecessor foi assassinado pela família da rainha e aceita o convite, começando a investigar a misteriosa morte. Essa sinopse é extremamente pequena comparada a tudo que acontece na série e o que ela é.

Game of Thrones tem feito história numa produção cinematográfica arrebatadora e sua última temporada promete quebrar televisões, matar a internet e levar seus expetadores a loucura.

As séries podem ser assistidas na HBO GO, o serviço de streaming do canal que você pode acessar por aqui.

Série exibida pela HBO (2016), criado por Richard Price (Vítimas de uma paixão, O preço de um resgate, A escuta) e Steven Zaillian (A lista de Schindler, Lances inocentes, Millennium: os homens que não amavam as mulheres, O homem que mudou o jogo), com 9 episódios. Este seriado é voltado para aqueles que gostam do gênero criminal, investigativo como CSI, Law and Order e True Detective. O roteiro é muito bem construído e desenvolvido, da mesma maneira que o elenco, mesmo não tendo grandes nomes, consegue cativar o público e entregar uma história interessante.

Quando Nazir sai em uma noite com a intenção de ir a uma festa de seus amigos, pegando o taxi de seu pai escondido, acaba se perdendo na cidade e conhecendo uma garota, Andrea, que pede para fazer uma corrida pensando que o rapaz era taxista. Encantado com a moça ele aceita, a levando para a praia e depois para sua casa, onde os dois consomem algumas drogas e bebida alcoólica, se envolvendo até terminarem a noite juntos. Quando Nazir acorda durante a madrugada e percebe estar em um outro cômodo da casa, sem entender muito bem como chegou até lá, vai em direção ao quarto de Andrea para vestir suas roupas e despedir-se dela, mas a surpresa e o terror de encontrá-la morta, em meio as possas de sangue em sua cama o fazem correr para fora da casa em desespero. É a partir desse fato que começa toda a trama da série.

Quando se trata desse gênero a história precisa ser capaz de não entregar todo o mistério logo nos primeiros episódios, deixando para encaixar todas as peças ao final da temporada. The night of vai além, nos proporcionando a dúvida e a mudança de posicionamento durante cada novo capítulo da história, isso é uma das razões que fazem com que continuemos assistindo. Não se pode confiar em ninguém porque a cada nova atitude do personagem suas intenções também se modificam, não deixando claro se ele é bom ou mal. Instala-se um ambiente perigoso de estar, com muitos fatos que levam a uma conclusão, mas que visto por outro ângulo mostra outros fatos que ainda não haviam sido abordados, bagunçando a cabeça de todo mundo.

Como ao final do último episódio deixa-se muitas possibilidades em aberto para o personagem principal, uma segunda temporada poderia vir para esclarecer a personalidade dele ou para confundir ainda mais. Dessa forma, apenas uma temporada bastou para contar o fato principal e nos deixar com o benefício da dúvida.

Confira o trailer:

O Multishow divulgou a data da chegada de Chaves e Chapolin no canal. Segundo o Comunicado enviado para a imprensa, a data de estreia ficou marcada para o dia 21 de maio. O pacote adquirido pelo Multishow contempla mais de 500 episódios dos seriados, sendo que mais de 100 são inéditos na TV brasileira. Além da versão brasileira, o assinante poderá optar pelo áudio original em espanhol.

O Multishow comprou os direitos de exibição de episódios clássicos e inéditos dos seriados Chaves e Chapolin, produzidos pela mexicana Televisa. Os direitos são para TV Paga e Video On Demand e também estarão disponíveis na plataforma Multishow Play (www.multishowplay.com.br), após a exibição na TV.

01 – 500 Days Of Summer/Dias Com Ela

Um dos queridinhos do mundo do cinema. O longa foi muito aclamado pela critica por retratar um relacionamento de um forma não tão convencional. Tom conhece Summer e a partir dai sua vida nunca mais é a mesma. Retrata o período do termino de uma forma tão real que levanta debates até na mesa do bar.

02 – Love

Série original da netflix, ficou conhecida por ser uma visão realista dos namoros, explorando perspectivas masculina e feminina. Love é “um olhar inflexível, hilário e dolorosamente honesto sobre o amor”, narrando as dificuldades de se criar (ou desfazer) laços da vida moderna.

03 – Eternal Sunshine of the Spotless Mind/Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças

A namorada de Joel Barish, Clementine um belo dia decide o apagar da sua memoria. E dentro de um roteiro estranho de Charlie Kaufman (que o fez ganhar um Oscar), encontramos variações da forma humana de lidar com um relacionamento. É um drama-comedia-romance, e mostra com excelência a liquidez dos tempos atuais.

04 – Lost In Translation/Encontros e Desencontros

Dirigido pela rainha Sofia Coppola, o longa retrata a vida de Charlotte e Bob Harris, que mesmo com idades diferentes estão dentro de relacionamentos danificados. O filme retrata de uma forma muito única o vazio e a solidão de quando a vida a dois não funciona mais. Scarlett Johansson, Bill Murray e Anna Faris estão no elenco.

05 – Trilogia Before/Antes do Amanhecer, Antes do Pôr-do-Sol, Antes da Meia-Noite

Filmados em períodos diferentes, juntos somam ao todo 18 anos, de 1995 a 2013. Feito é claro, que só poderia ter sindo dirigido por Richard Linklater o mestre em tornar historias simples em arte. A trilogia vai de uma paixão instantânea para a forma difícil de fazer aquilo durar, da ligação do dia seguinte as dificuldades do casamento. É duro, cruel e apaixonante.. assim como a vida.

06 – Closer

“Se você acredita em amor a primeira vista, você nunca para de procura-lo”
Closer é um retrato cru e doloroso sobre relacionamentos, sobre como nunca conhecemos de fato alguém. Com monólogos tão intensos e sinceros que te levam o telespectador pra dentro da ultima DR de um casal.

07 – When Harry Met Sally/Harry e Sally – Feitos um para o Outro

Uma versão mais divertida e descontraída dos filmes do Woody Allen. Esse filme passa longe de ser um drama nos conduzindo as dificuldades de levar uma simples “paixonite” a diante, é sobre amadurecimento e claro.. amor.

08 – La La Land/Cantando Estações

O pianista Sebastian conhece a atriz Mia, e os dois se apaixonam perdidamente. O musical passa do modo sonhador para o choque de realidade. É maravilhosamente bem dirigido, mas o final deixou alguns românticos desapontados..

09 – DonJon/Como Não Perder Essa Mulher

Jon é viciado em pornografia. Até encontrar sua “mulher dos sonhos” que obviamente é interpretada pela Scarlett Johansson. Dirigido e roteirizado por Joseph Gordon-Levitt, a primeira sensação ao ver esse filme pode ser a de “mais um clichezão”, mas está bem longe disso, uma boa dica é não desistir do filme até a Julianne Moore aparecer.

10 – He’s Just Not That Into You/Ele Não Está tão a Fim de Você

Desde pequenas mulheres são condicionadas a acreditar que quando um homem a maltrata é porque ele gosta dela, e é sobre isso que esse filme se trata. Com um grande elenco, o longa retrata a vida de vários casais dentro de tramas diferentes. É divertido, sincero e romântico na medida certa; além de ser uma boa indicação para aquela sua amiga que adora fazer papel de trouxa.

Do aclamado diretor José Padilha (Narcos, Tropa de Elite 1 & 2, Robocop) e da prolífica roteirista Elena Soarez (Filhos do Carnaval, Eu Tu Eles, Casa de Areia), O Mecanismo é uma emocionante série original de ficção inspirada em acontecimentos verídicos. A história retrata como um pequeno grupo de obstinados investigadores desvenda um monstruoso esquema de corrupção no Brasil e o impacto dessa descoberta em todos os envolvidos e neles próprios.

Na série, Selton Mello (Ligações Perigosas, Meu Nome Não é Johnny, O Palhaço) é Marco Ruffo, um delegado aposentado da Polícia Federal obcecado pelo caso que está investigando; Carol Abras (Avenida Brasil, Se Nada Mais Der Certo, Perto de Qualquer Lugar) é Verena Cardoni, a determinada aprendiz de Ruffo; Enrique Diaz (Justiça, Felizes para Sempre?) interpreta Roberto Ibrahim, um criminoso que é o objeto da obsessão de Ruffo. O elenco também conta com Lee Taylor (A Pedra do Reino, Velho Chico, Riocorrente), Antonio Saboia (O Lobo Atrás da Porta, Fora da Lei), Jonathan Haagensen (Cidade de Deus, Noel – Poeta da Vila), Alessandra Colasanti (A Verdadeira História da Bailarina de Vermelho), Leonardo Medeiros (Cabra-cega, Onde Quer Que Você Esteja), Otto Jr. (Malhação, O Abismo Prateado), Susana Ribeiro (O Dono do Mundo, Meu Bem Querer) e Osvaldo Mil (A Máquina, Preamar), entre outros.

Informações sobre a série:

  • Criação: José Padilha e Elena Soarez

  • Roteiro: Elena Soarez, com colaboração de Sofia Maldonado

  • Baseada na obra, Lava Jato – O Juíz Sergio Moro e os Bastidores da Operação que Abalou o Brasil, de Vladimir Netto

  • Produção executiva: José Padilha, Marcos Prado (Tropa de Elite, Estamira, Paraísos Artificiais)

  • Produção: Zazen Produções

  • Episódios: 8

  • Direção: Ep. 1 – José Padilha // Eps. 2 e 3 – Felipe Prado (Partiu, Tropa de Elite) // Eps. 4, 5 e 6 – Marcos Prado // Eps. 7 e 8 – Daniel Rezende (Cidade de Deus, RoboCop, A Árvore da Vida, Bingo: O Rei das Manhãs)

  • Filmada em: Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, São Paulo

  • O Mecanismo fará parte do diversificado catálogo de produções originais brasileiras da Netflix, que inclui a recém-anunciada série Coisa Mais Linda, 3%, Samantha!, O Matador, Laerte-se e os especiais de comédia estrelados por Felipe Neto, Marco Luque, Clarice Falcão, Rafinha Bastos e Edmilson Filho.

  • Mais informações em: netflix.com/omecanismo

    Assista ao trailer:

    ? Netflix / Divulgação

A experiência do ensino médio nos anos 1990: desespero, sinceridade, excitação e… livre de  smartphones. Situada na cidade da vida real de Boring, Oregon em 1996, Everything Sucks! é uma história peculiar e engraçada sobre a chegada desta idade e gira em torno do Clube de Audiovisual e do Clube de Teatro da Escola de Boring – dois grupos de nerds excluídos, que juntarão forças para fazer um filme e suportar o purgatório conhecido como High School.

A série é estrelada por Peyton Kennedy (The New Edition Story) e Jahi Winston (The New Edition Story) como os alunos Kate Messner e Luke O’Neil, e tem Patch Darragh (Sully, Boardwalk Empire) e Claudine Nako (Grimm) interpretando seus respectivos pais. A série – que mistura comédia e drama – de dez episódios, cada com 30 minutos, foi criada por Ben York Jones (Like Crazy, Newness) e Michael Mohan (Save the Date, Pink Grapefruit), que também assinam como produtores executivos.

Para maiores informações, acesse: netflix.com/everythingsucks

Assista ao vídeo:

? Netflix / Divulgação

Essa semana, em um comunicado oficial nas redes sociais, Anne Rice, autora de best-sellers como Entrevista com o Vampiro e A Rainha dos Condenados anunciou que o roteirista e diretor Bryan Fuller irá ser o showrunner da série The Vampire Chronicles, que irá adaptar a série de livros de mesmo nome da autora.

Após sair da direção da série American Gods e deixar a série um pouco sem rumo, Fuller irá se comprometer em pegar outra adaptação quase tão intensa e complexa quanto a do livro de Neil Gaiman.

Poucos detalhes sobre The Vampire Chronicles foram divulgados, o que se sabe é que Anne Rice e seu filho Christopher estão desenvolvendo a série junto a Paramount, e após uma longa negociação sobre direitos autorais a escritora terá total controle criativo sobre a série e produção.

As Crônicas Vampirescas são uma série de 14 livros publicados entre 1976 e 2017. Os livros conta a história da raça dos vampiros, tendo como protagonista o icônico Vampiro Lestat. Houveram duas adaptações envolvendo os livros, a primeira foi o filme ”Entrevista com o Vampiro” de 1994 que se tornou um clássico. A segunda, e não bem sucedida foi a adaptação de ”A Rainha dos Condenados”, que Rice alega não ter nenhum envolvimento.

Mais nenhum detalhe foi divulgado a respeito da vindoura série de TV, e segundo Anne mais informações serão divulgadas esse ano e é possível que a série estreie em 2019. 

O ano ainda não acabou! No dia primeiro de dezembro a Netflix lançou sua mais nova série original: Dark. Criada por Baran bo Odar e Jantje Friese, a produção alemã conta a história de quatro famílias que vivem em uma pequena cidade onde o desaparecimento de um garoto desencadeia uma série de acontecimentos que afetará a todos.

Estrutura Narrativa

Já nos primeiros minutos do piloto somos surpreendidos pela morte de um personagem (plot ótimo para um início de enredo), ficamos curiosos por saber quem ele é e qual o motivo de sua morte. Logo depois são apresentados os integrantes dessas famílias e como eles estão relacionados, ao mesmo tempo em que pistas dos mistérios que acontecem na cidade são introduzidas.

Os três primeiros episódios – apesar de cada vez mais intrigantes – podem parecer longos e um pouco arrastados, porém são extremamente importantes para a construção da narrativa. A quantidade de personagens também pode ser um problema no início, mas com o passar dos episódios vamos conhecendo melhor a história pessoal de cada um e isso deixa de ser uma confusão.

A partir do episódio 4 as coisas começam a fluir em um ritmo mais acelerado e dai em diante a vontade é ver todos os eps um seguido do outro sem parar. Algumas questões vão ficando claras enquanto outras ainda mais enigmáticas surgem até chegarmos no último episódio que não revela quase nada dos maiores mistérios da trama deixando as perguntas para uma segunda temporada.

Isso seria um problema em muitas produções. Normalmente quando uma temporada de série termina com mais questões que respostas existe uma falha de roteiro, diferente do cinema em que o telespectador pode ver um filme com um final totalmente aberto para interpretações, em um seriado esse aspecto não é bom (ex: final de Lost) e pode, em alguns casos, até comprometer a obra – principalmente se ela não for renovada para uma próxima temporada. No entanto Dark não parece errar nesse ponto, a sensação é de que a primeira temporada é justamente a elaboração dessas perguntas para que na próxima elas sejam respondidas.

Personagens

Comentados o enredo e a estrutura da série, seguimos para o quão interessante são as personalidades dos personagens. Ponto fortíssimo da série! Cada um tem um jeito próprio e características, repito, extremamente interessantes, e importantes de serem representados. Obsessão, violência, bullying, surdez…

Ainda falando sobre os personagens, é de se notar a incrível semelhança de cada atriz/ator em cada tempo (seleção minuciosa feita pelo casting). Não só as características físicas que já são muito bem representadas, desde uma cicatriz, a um sinal ou uma verruga, trabalho sensacional da equipe de arte (que também traz ótimos figurinos e cenários próprios dos anos 50 e 80 e aquela capa de chuva amarela maravilhosa), mas nos gestos e características também (ótimas atuações do elenco). Charlotte, Hannah, Katharina, Ines, Helge… tudo muito verdadeiro.

Fotografia

A parte técnica não fica atrás, a direção de fotografia combina muito com atmosfera da série e é tão dark quanto o título. Cores frias, pouca luz e enquadramentos que compõe a narrativa: plano e contra plano rápido em uma discussão, close-ups sufocantes em uma revelação, tela dividida, muitos planos em zenital (de cima pra baixo em ângulo de 90º), planos gerais de tirar o fôlego mostrando o ambiente… Tudo é harmônico, tudo casa.

Som

Assim também acontece na sonografia, cada música, cada som e cada trilha instrumental encaixa de forma perfeita com o que acontece em cena. Além das músicas atuais super envolventes, o plot de viagem no tempo é aproveitado e temos hits dos anos 80 e clássicos dos anos 50, fora algumas canções na língua alemã que são muito boas também.

Avaliação

Dark têm 88% de avaliação positiva da crítica especializada e 94% do público no Rotten Tomatoes e 8.8 no IMDb. Esta não é uma série apenas de mistério, mas um enredo inteligente com doses equilibradas de suspense e drama e uma análise instigante do tempo e o que ele representa em nossas vidas. Além de tudo o que foi dito acima!

★★★★★ – EXCELENTE

“A distinção entre o passado, o presente e o futuro é só uma ilusão”.

Albert einstein

Stranger Things está de volta, e todos os maratonistas já escolheram os melhores momentos dessa nova temporada.

O talento de Noah Schnapp

É inevitável não ficar de cara com a evolução do personagem Will. Afinal aquele tempo todo procurando o menino no mundo invertido não foi atoa, não. Há pelo menos 3 episódios nessa temporada que fazem ficar embasbacada com sua atuação, vai da caída no chão tendo uns tremeliques sinistros ao exorcismo com ar quente..
Emmy, Noah merece uma indicação, viu?

Mad Max

Mesmo sem um grande desenvolvimento na trama é inegável o carisma natural que a atriz Sadie Sink carrega ao decorrer de cada episodio. O jeitinho ogro conquistou não só Lucas e Dustin, mas a maioria dos telespectadores.

O final digno de Barb

A prova viva que a voz do povo é a voz de deus (?)
No final da primeira temporada, a indignação geral, foi com o a total falta de desfecho na historia da personagem barbara, interpretada por Shannon Purser. A atriz que até foi indicada ao Emmy pelo papel, e teve finalmente um fim digno com seu velorio .

Bob

Quando Sean Astin apareceu em cena foi difícil desvencilhar ele do inesquecível Sam, da trilogia senhor dos anéis. Mas os episódios foram passando, e passando e ah a dor… netflix a senhora tem que ser muito malvada pra colocar no nosso caminho um ser de luz e amor desses e tira-lo em tão pouco tempo. Fiquei só a personagem da Winona Ryder aqui em casa: não consegui superar.

Dustin e Steve

Dá vontade né? @Nancy
Uma coisa que foi bem trabalhada no roteiro dessa segunda temporada foram os vínculos de personagens que não tinham lá uma grande conexão na temporada anterior. Dustin e o Steve são a maior prova de como isso foi feito com excelência. A relação dos dois é aquela coisa de irmão mais velho ajudando o irmão mais novo, ficou super fofo e tirou menino Steve do limbo dos personagens chatos.

Hopper e Eleven

Mais um vinculo sincero criado com sucesso! É difícil não se emocionar com relação de pai e filha entre o xerife e a pequena “Jane”. Algo que, trabalhado da forma errada poderia soar forçado, ou totalmente piegas. Créditos a Millie Bobby Brown e David Harbour por suas ótimas interpretações.

Season Finale: Teen Wolf

“Séries são como filmes de pequenas durações, onde deixam nossas emoções mais aflitas e incontroláveis, são uma obra que demora para se acabar, mas quando acaba é extraordinário o fim que se começa”- M.O

Não é fácil desapegar de um série na qual nos capturou por completo não é mesmo?

Deve ser pela trama envolvida, os personagens fascinantes e sarcásticos, a música de abertura, os vilões que ao longo dos tempos viraram os “mocinhos” e claro a história por trás de todas as temporadas.

Há exatamente duas semanas atrás uma das melhores séries acolhidas pelo público chegou ao fim.

Teen Wolf conta a história de um jovem preso no ensino médio chamado Scott McCall (Tyler Posey) que vive em Beacon Hills. Sua vida mudou após ser mordido por um lobisomem na floresta por onde procurava sua bombinha de asma junto de seu melhor amigo Stiles Stilinski (Dylan O’brien). Com o tempo ele se torna mais forte e passa a  esconder sua forma de lobisomem para não prejudicar a sua vida adoslecente.

Ao longo das temporadas ele tem ajuda como: Mieczysław “Stiles” Stilinski (Dylan O’brien),seu melhor amigo humano; Allison Argent (Crystal Reed),seu primeiro amor que vem de uma linhagem de caçadores; Lydia Martin (Holland Roden), banshee; Jackson Whittemore (Colton Haynes), ex-rival de Scott; Derek Hale (Tyler Hoechlin), amigo/lobisomem; Malia Tate (Shelley Hennig),coiote e novo amor de Scott; Kira Yukimura (Arden Cho) , kitsune; Isaac Lahey (Daniel Sharman), amigo/lobisomem; Theo Raeken (Cody Christian), quimera e enfim, Liam Dunbar (Dylan Sprayberry) e Hayden Romero (Victoria Moreles), seus novos betas.

Também conta com o apoio de sua mãe Melissa McCall (Melissa Ponzio), enfermeira do hospital de Beacon Hills; Xerife Noah Stilinski (Linden Ashby), pai de Stiles; caçador Chris Argent (J.R. Bourne), pai de Allison e o policial Jordan Parrish (Ryan Kelley), que no sobrenatural é um cão do inferno.

Teen Wolf foi dirigida pelo diretor/ escritor Jeff Davis.

A sexta temporada alcançou a terceira com maior número de audiência, 6A  é voltada para os Cavaleiros Fantasmas e 6B a história da linhagem de caçadores com a dos lobisomens, ao todo foram 20 episódios ao ar. De uma forma, a crítica que podemos abordar na segunda parte seria que o final deu aquele jeito de “queremos continuação”, porque há vários fatos que podiam ser abordados como: derrotar definitivamente a Monroe, a vida dos personagens depois de acabarem com a guerra e até mesmo se os shipps acolhidos do povo ficaram juntos ou não, mas Jeff Davis deixou claro que queria algo de suspeito no ar já que pode acontecer durante esses anos algo relacionado a esse final (não teve confirmação exata). Falando pelos fãs o final foi bem esperado e por mais que queriam que as cenas fossem mais detalhistas não deixaram de valorizar a série por isso!

Para terminar vários fãs se juntaram nesse artigo fazendo um pequeno texto de agradecimento a todo o elenco/cast, enfim nada seria tão emocionante sem a participação desses fãs para falar ao todo de milhares de outros que acompanharam a série até ao fim:

” É muito difícil descrever em palavras o que Teen Wolf representa para mim…Foi uma das primeiras séries que comecei a ver, a emoção de começar uma série nova é sempre incrível e com TW não foi diferente, porém essa emoção continuou até o fim. Eu não via a hora de chegar em casa para poder assistir. TW é uma daquelas séries, que pelo primeiro episódio você não dá nada, mas ao decorrer dela, você já deu tudo e mais um pouco… Por ela, eu chorei, sofri, sorri, gargalhei e o mais importante, eu aprendi. Aprendi o significado do poder de uma amizade verdadeira, e que por pior que possa ser uma situação, no fim sempre se acha uma solução. Um dos personagens que mais me apeguei (pode até ser clichê) foi o Stiles, não sei explicar o motivo certo, mas para mim, ele é incrível.

E a temporada que mais me emocionou, acho que foi a 6, porque depois dela,porém eu sabia que não iria ter mais… TW também me trouxe uma grande amizade ( Essa é pra você B❤).Eu poderia citar vários outros motivos para TW ser uma das minhas séries favoritas, mas acredito que esses foram o suficiente.
Essa é uma série que sempre terá um espaço guardadinho em meu coração…
Para Sempre Teen Wolf “- A.B

“Teen Wolf é uma das minhas séries favoritas,eu gosto muito,por quê tem basicamente todos os gêneros presentes, aventura, ação, comédia,um pouco de terror, etc. Também pelos personagens,o meu favorito, óbvio, Stiles,e todos os outros também, Lydia, Malia, Scott, Derek. Minha temporada favorita com certeza é a 3,foi nessa temporada onde os personagens mais se desenvolveram,como a Lydia que estava descobrindo seus poderes, também foi nessa temporada que comecei a gostar da Alisson, ela estava muito poderosa,novos personagens apareceram,como Malia, Isaac,os gêmeos,e foi nessa temporada que teve os melhores vilões,a professora,o bando de alfas e claro Stiles do mal,que foi o melhor vilão da série. Ainda gosto muito,por que,pra mim, TW é uma série de amizade,desde do começo mostra eles se unindo,e tentando permanecer juntos, apesar das confusões e problemas,sempre acabam unidos”-A.P

 

“Teen Wolf com toda a certeza foi a melhor série que eu já assisti…com essa série eu vi como a amizade e a união são importantes.A melhor temporada com toda certeza foi a 3 muita Dor e sofrimento, mas valeu a pena cada segundo.E sobre os personagens…O que dizer? O sarcasmo do Stiles com certeza foi um dos motivos por qual eu me apaixonei pela série, A lealdade do Scott ,a amizade dos dois. Então eu só posso dizer Obrigado por tantas coisas boas nos momentos mais difíceis…” -E.M

“Eu realmente não tenho ideia do que dizer quando me perguntam o que Teen Wolf significa para mim. Mesmo em tão pouco tempo (só seis temporadas) essa série fez tanto para mim, além de ser a primeira série a que tive bastante afeições, também fez com que eu me aproximasse muito das minhas amigas. A cada novo episódio, um novo clima de suspense no ar, uma nova ânsia pelo próximo episódio e para ver todos bem de novo. Meus personagens preferidos são definitivamente a Malia e o Derek porque, mesmo tendo passado por tanta coisa, eles tiveram uma evolução incrível ao longo da série. TW sempre deixará saudades nos corações dos fãs e a sua história ficará marcada em nós.”-M.F

“Teen Wolf foi a primeira série na qual eu assisti, sabe quando o primeiro episódio diz tudo? Então foi como “amor a primeira vista”. Eu me lembro de 2012 comecei acompanhar a série, depois dei uma parada pois finais de temporadas eu não sou boa, e cada vez mais chegava perto de acabar e acredite passou rápido. Stiles e Liam sem dúvidas são meus preferidos, talvez porque eu me identifique com eles , e a melhores foram a terceira e sexta..houve uma trama a mais que chamou atenção. Por mais que seja só uma série ou talvez só um personagem bobo, nos faz bem pelo menos uma vez , mostra a amizade na qual um mundo por pior que pareça estar sempre terá um final feliz então..obrigada Teen Wolf e ao todo cast por fazer os fãs tão bem assim como eu!”- M.B

 

Nunca foi o fim de algo, principalmente porque nós fazemos com que as cortinas vermelhas não se fechem. Obrigada Teen Wolf!

 

O Nevoeiro, adaptação televisiva da obra de Stephen King, foi cancelada pela emissora Spikeapós uma temporada. A informação é do The Hollywood Reporter.

A trama mostra uma cidade tomada por uma estranha e espessa névoa, repleta de monstros escondidos. A série de TV teve dez episódios, e a história já foi adaptada para os cinemas em 2007 por Frank Darabont em um filme com o mesmo nome.

No Brasil, O Nevoeiro foi transmitida pela Netflix, que conta com todos os capítulos disponíveis em seu cátalogo.

6 Animações para adultos

Não é porque a gente cresce que paramos de assistir a desenhos, bem pelo contrário, muitas vezes nosso interesse aumenta depois de adultos, ou acabamos descobrindo esse universo maravilhoso da animação. Prova disso é o grande volume de séries animadas direcionadas para o público maior de 18 anos. Confira a lista de 6 delas e divirta-se!

1. BoJack Horseman (BoJack Homem Cavalo) – 2014

BoJack que já foi uma estrela de um programa de televisão agora leva sua vida em Hollywood com todos os problemas, consequências e desafios como qualquer ser humano. Cheio de questionamentos filosóficos, humor negro e muita ironia a série consegue ser ácida e divertida ao mesmo tempo. 

2. Napoleon Dynamite (Napoleão Dinamite) – 2012

Baseada no filme de mesmo nome, narra os acontecimentos que ocorrem com Napoleão, um adolescente que acredita ser dotado de “habilidades maneiras”, junto aos seus amigos e à sua família nada convencional.

3. Unsupervised (Não supervisionado) – 2012

Gary e Joel estão passando pela fase da adolescência e os amigos decidiram que para isso não contarão com a ajuda de seus pais. Todo o processo é apresentado de uma maneira engraçada e descontraída.

4. Animals (Animais) – 2015

Como o próprio título entrega este seriado mostra a vida dos animais como sendo parecida com a dos seres humanos, desde a rotina sem grandes acontecimentos até conflitos existenciais profundos.

5. Rick and Morty – 2013

Este seriado mostra as aventuras em universos paralelos experimentadas por um cientista alcoólatra acompanhado pelo seu neto de 14 anos. Comédia nonsense.

6. Out there (Lá fora) – 2013

Desenvolve toda a questão do crescimento, do processo de abandonar a adolescência para se tornar um adulto, junto aos aspectos duros da vida. Chad tem apenas 15 anos e passa por essa mudança contando com seus amigos.

Emilia Clarke é a atriz responsável por dar vida a Daenerys Targaryen em Game of Thrones. Ok, isso não é novidade pra ninguém. No entanto, o que muitos não sabiam é que os cabelos platinados ostentados pela khaleesi ao longo de sete temporadas são, na verdade, perucas.

Na verdade Emilia Clarke nunca usou seu próprio cabelo na série. A cor natural da atriz é o castanho, e o comprimento que usa é consideravelmente menor ao da personagem da série. Com isso, é possível concluir que a atriz use algum tipo de prolongamento para a oitava e derradeira temporada da série. Confira como ficou:

E aí, curtiu o novo visual de Daenerys Targaryen, Filha da Tormenta, a Não Queimada, Mãe de Dragões, Rainha de Mereen, Rainha dos Ândalos e dos Primeiros Homens, Quebradora de Correntes, Senhora dos Sete Reinos, Khaleesi dos Dothraki e a Primeira de Seu Nome? Conte-nos!

"O cinema é um modo divino de contar a vida"
Federico Fellini

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