Categoria: Listas

Os filmes que irei citar nessa lista, eu não recomendaria para o pior dos meus inimigos. Eles podem causar danos e mais danos na alma, não deixando seu psicológico descansar após ter visto tais atrocidades. Verdadeiros suplícios audiovisuais, que em sua maioria só devem ser vistos uma vez na vida. E é para os fracos que eu anuncio: essa não é sua praia! Melhor ir ver outro post do nosso site, porque para pessoas com estômago sensível ou que não aguentam sangue, não é recomendado sua estadia. Em sua maioria, esses filmes levam o bizarro para outro nível. Talvez para alguns vai ser “A lista de filmes que não devo assistir”.

We Are The Flesh (2015)

Imagem relacionada
Créditos / Piano (company)

Filme em coprodução do México com a França, Tenemos La Carne, em seu titulo original, é um daqueles filmes que você se arrepende de ter o gene para o lado curioso. Ele não apenas te embrulha o estômago e te faz querer tapar os olhos em alguns momentos, como também te bota para pensar no que você esta fazendo da sua vida para ver um filme desses. Desprovido de lógica ou sentido narrativo, com atos de extrema barbárie e violência sexual, Minter (o diretor do filme) cria uma corrente psicodélica de obscenidades que insere breve, muito breve mesmo, momentos de contexto entre todo o incesto, canibalismo e necrofilia.

Ambientado num México pós-apocalíptico, a trama se desenrola em um apartamento. Lá vemos a Mariano (Noé Hernández), um ser deveras perturbado que sobrevive catando lixo e bebendo cada vez mais. Temos muitas demonstrações de loucura e hábitos peculiares por parte dele. Seu “tranquilo” exílio é perturbado pela chegada de Lúcio e sua irmã Fauna, que a tempos vagam em busca de abrigo. O filme fica mais macabro, quando Mariano faz uma perigosa oferta para que eles possam sobreviver no mundo exterior.

ATROZ (2015)

Resultado de imagem para atroz
Créditos / Cinenauta e Zebra Studios

Mais um filme abençoado pelos Mexicanos. Proibido em diversos países, ele contém cenas extremamente perturbadoras. E não pense que são cenas leves, como as de violência e afins. Não mesmo. A cada minuto que passa o filme se torna mais e mais grotesco, beirando o absurdismo total. Com momentos degradantes e cruéis, ele coloca à prova os cinéfilos mais acostumados com o assunto.

Com produção de Ruggero Deodato (diretor de Canibal Holocausto), e direção de Lex Ortega, que também protagoniza este longa de apenas 7.000 dólares, ele vai ficar marcado na sua mente. Porém não de um jeito bom.

A história traz dois serial killers que são presos depois de causarem um acidente de trânsito. A polícia confisca uma série de fitas de vídeo da dupla em ação, contendo cenas fortes de tortura, parafilia e assassinatos com altas doses de violência e sadismo. Cada uma mais chocante que a outra.

A Classe (2007)

Resultado de imagem para Klass film
Créditos / Amvis

Um filme estoniano que, dentre outros longas citados nessa lista, finalmente merece uma atenção redobrada. A trama narra acontecimentos sérios e importantes, tais como o bullyling e a violência no ambiente estudantil. Dentre outros temas extremamente reais e atuais, este filme te faz, sim, pensar e refletir. Uma obra que vale muito a pena ser assistida. Com direção de Ilmar Raag, ela foi Filmada em apenas 12 dias. Seu elenco foi formado por garotos que não tinham experiência alguma em atuação, para assim poder trazer um tom mais real. Com uma narrativa dinâmica e trilha sonora no ponto certo, merece ser assistido até pelos mais jovens, apesar de contar com cenas que causam um claro desconforto.

Joosep é um jovem introvertido e tímido que sofre bullying por um grupo de valentões da sua turma na escola, liderados por Anders. Kaspar, que antes participava dos insultos à Joosep, passa então a protegê-lo, deixando Anders irritado. Por tentar defender seu novo amigo, ele passa também a ser alvo de bullying e, após serem humilhados diante da classe, eles decidem se vingar.

Não, essa historia não é baseada em fatos reais. Como foi dito pelo próprio diretor, sua obra é original.

Pink Flamingos (1972)

Imagem relacionada
Créditos /  Dreamland

Um filme até que conhecido quando o assunto é cinema underground, com erros de continuidade, de corte, e atores com interpretações meia boca. Mas mesmo com todos esses problemas, a quantidade de coisas trash no filme chega a sobrepor tudo isso. Contém cenas de zoofilia, pornografia, incesto, humor negro, auto-depreciação, coisas asquerosas, violência com animais e até coprofagia. Apesar disso, chega a ser muito divertido de ser assistido, pelo menos uma vez na vida, para quem se considera cinéfilo. Com piadas bem boladas e sem qualquer pudor, com certeza chega a ser o melhor longa do seu diretor John Waters. possue cenas tão absurdas que você acaba rindo por não acreditar no que esta vendo.

Divine, uma drag queen obesa e bizarra, e sua família desajustada, composta pela mãe com problemas mentais e o filho de Divine, um homem com uma obsessão peculiar por animais, competem com um casal envolvido com pornografia e narcotráfico pelo título de Pessoa mais Repugnante do Mundo’, concedido por um tabloide americano.

Um Cão Andaluz (1929)

Resultado de imagem para um cão andaluz imdb

Um dos primeiros filmes surrealista no cinema, ou seja, senso e ordem natural das coisas são ausentes. O mais antigo dessa lista contem talvez uma das cenas mais impactantes do cinema, onde temos o olho de uma mulher sendo cortado por uma navalha. Sim, você não leu errado. Uma cena deveras grotesca. Dirigido/escrito em uma parceria de Luis Buñuel e Salvador Dalí.

Podemos dizer que o filme não tem uma sinopse ou história em si, apresentando uma reunião de imagens oníricas, repleto de cenas metafóricas e com vários duplos sentidos envolvidos. Esse filme quebra completamente toda a lógica, sentindo e linearidade narrativa, com forte apelo e referência à dimensão dos sonhos. Sendo muito aclamado justamente por isso, ele é tratado como ícone no manifesto surrealista. Algo diferente e único, onde na época não achamos coisas tão fora do padrão, com suas cenas desconexas e que não parecem fazer sentido cronológico algum, nós pondo para pensar nas mais diversas interpretações para tais imagens “infernais”.

Música é a arte de manifestar os diversos afetos da nossa alma mediante ao som, e assim se tivermos curiosidades para pesquisar a história da sétima arte podemos saber que uma se encontra perfeitamente com a outra.  A música constitui um dos mais poderosos elementos dramáticos da produção audiovisual, ocupando uma posição privilegiada na trilha sonora cinematográfica. Se o cinema é a “sétima arte”, a música é a primeira segundo o mesmo Ricciotto Canudo (teórico e crítico do cinema). As composições para o cinema começaram no século XIX, principalmente na época do cinema mudo, quando os únicos sons produzidos eram os acordes tocados por um pianista ou pelos instrumentistas de uma orquestra. Em 1931 Charlie Chaplin foi um dos diretores britânicos que reconheceu a falta de trilha sonora nos filmes, tanto é que passou a fazer composições orquestrais para acompanhamento e isso se tornou histórico, pois o público começou a interagir muito mais do que antes com os sentimentos ao cinema. Logo após o reconhecimento de Chaplin a trilha sonora foi também reconhecida pelos demais e priorizada como parte do mundo cinematográfico, pois com ela as emoções viriam a tona.  Não há só uma única definição para o surgimento de orquestras na área cinematográfica, uns dizem que é algo utilitário e outros a afirmam como um meio de expressão particular, com qualidades e normas estéticas intrínsecas. A trilha sonora não é, assim, secundária a nenhum outro elemento da produção, direção de arte, roteiro, etc. Essa área da produção gera muito detalhe e captações das cenas, o clima da narrativa que está sendo passada e que irão dar uma sequência, esses fatores vão contribuir para a expressão emocional do público. Quando ela tende a uma qualidade original é necessário ter equilíbrio na cena, ao som e no dialogo dos personagens, por isso o diretor sempre deve acompanhar essa parte porque cada ideia que ele obtêm vai contribuir para a orquestra.  As composições não vêm do nada, e sim de inspirações alheias, e vão criando trechos e novas partes até que se obtenha o resultado final. Vale ressaltar que o compositor que vemos o nome estampado em alguma premiação, sites e nos créditos finais, são pessoas que contribuíram uma parte, por exemplo, John Williams muito conhecido por fazer a trilha sonora de Star Wars, Jurassic Park, Indiana Jones, etc. Ele não compõe sozinho, vai ser apenas o líder contribuidor, pois a orquestra irá trabalhar em conjunto, um vai dar sua opinião de criação e isso é comum ser coletivo, o que é muito bacana expressar as ideias até que se ache uma música tema e as demais.

 Como funciona a orquestra

Geralmente os maestros já tem sua orquestra, que é de 40 á 60 músicos em grupos de naipes (naipe é o nome dado aos grupos de instrumentos) sempre são passados por um teste primeiro para ver a qualificação que esse músico atinge, ou seja, a formação é igualar das demais orquestras como de câmaras, festivais, etc.. O compositor juntamente com o diretor irão expor suas ideias de como imaginam as composições para a obra, durante as gravações pode mudar ou modificar as cenas, mas a trilha ainda continua sempre repassando e reavaliando, até que tenha o resultado gratificante para ambos. 

A voz

A voz, representada pela palavra falada, o texto verbal, está presente nos diálogos, na voice over  (narração) e eventualmente também no walla.  Seguindo o padrão clássico do cinema, o diálogo é o principal, ou o mais importante dos elementos da trilha sonora. Se o ser humano ouvir vozes no meio de outros sons que o rodeiam (sopro do vento, música, veículos), são essas vozes que captam e concentram logo a sua atenção. Depois, em rigor, se as conhecer e souber quem está a falar e o que dizem, poderá então interessar-se pelo resto.

Silêncio

John Cage já afirmara que “nenhum som teme o silêncio que o extingue, e nenhum silêncio existe que não esteja pregnante de som” assegura que o silêncio soa quando este interrompe o som ou se segue a ele, reverberando com o tecido daquilo que soava. “Quando o silêncio precede o som, a antecipação nervosa o torna mais vibrante”. O silêncio pode ter também no universo audiovisual um valor sintático – onde é empregado como elemento separador entre dois eventos sonoros e indica que “em seguida, começará algo completamente diferente”; um valor naturalista – onde está de acordo com um valor dramático – geralmente usado para criar efeitos emocionais, como por exemplo, de suspense, tensão, perigo, angústia, medo, solidão, introspecção, etc.. Em meia trilha sonora: o cinema e seus sons a tantos sons, o silêncio encontra seu espaço na trilha sonora cinematográfica e também é um elemento importante.

Algumas trilhas sonoras:

 Harry Potter e O Prisioneiro de Azkaban

Buckbeak’s Flight

Compositor: John Williams Uma das maiores composições da trilha sonora do terceiro filme agregando uma melodia forte como os fãs pottehead dizem “Faça qualquer coisa escutando essa música que o resultado vai ser bom”.

Cena

Maze Runner: Prova de Fogo

Theme, End Credits

Compositor: John Paesano Nos créditos finais sempre vai se passar em minutos algumas ou todas as músicas que durante vimos nos filmes de principio sempre o tema e logo depois as outras- o tema pode ter modificações nos créditos e ao invés de instrumentos optam por coral .

La La Land

Summer Montage/ Madeline

Compositor: Justin Hurwitz O filme gira em torno do famoso Jazz, então é improviso que ouvimos sendo os próprios músicos criando, posso ressaltar que durante o período barroco os grandes compositores como Bach e Vivaldi trouxeram essa parte de diversos gêneros musicais mesmo que mais tarde o Jazz realmente nasceu em New Orleans, gerando tendências.

Spirit – O Corcel Indomável

Run Free

Compositor: Hans Zimmer Até nas animações tem essa riqueza, e como já escrito a cena tem que se equilibrar, e muita das vezes prestamos atenção no dialogo e esquecemos de ter uma percepção maior na música de fundo. Então para finalizar, reflito que a música é um instrumento de vida, pois o que precisamos para enfrentar nossos nevoeiros é de uma extraordinária trilha sonora, minhas últimas palavras para vocês são: entender o potencial narrativo que os elementos sonoros podem proporcionar para um filme é também um dever do realizador cinematográfico. A força expressiva que o som proporciona para uma obra audiovisual é hoje incontestável. E além de movimentar todo um abrangente mercado profissional, se consolida como uma nova área de pesquisa e estudos de cinema. Aprecie as trilhas sonoras!

Ao pensar em seu anime preferido, qual é a primeira coisa que lhe vem a cabeça? Seu personagem preferido, sua magnífica história? Provavelmente a ambos, mas o que também chama a atenção, e às vezes até a rouba, são suas inesquecíveis aberturas. Apesar de terem centenas igualmente magníficas, estas são 10 das melhores que já vi, dentre todos os animes que acompanhei:

Shingeki no Kyogin

Como não lembrar da primeira abertura desse incrível anime que vem sendo, na minha opinião, um dos melhores ainda em execução. Foi o primeiro tema composto por Linked Horizon-Guren no Yumiya, que por sinal também emprestaram suas músicas para o restante das aberturas de Shingeki até agora. Com ela já possível ter uma idéia da emoção que você vai sentir durante o resto da série. E, claro, ao juntar com uma animação de cair o queixo, efeitos e tudo nos perfeitos eixos, ela se torna ainda mais grandiosa. Quem aí não ama essa abertura e essa musica?

InuYasha

Um shõnen, talvez, nem tão conhecido assim, mas bastante apreciado por quem viveu uma infância nos anos 90. Um anime incrível e com uma historia belíssima, estando no meu top 10 dos melhores que já tive a honra de asistir. Apesar dos seus inúmeros fillers, esse anime merece, sim, uma atenção especial. E mesmo depois de tanto tempo, ele ainda continua sendo belíssimo. Nessa obra, a autora conseguiu transmitir seus sentimentos na medida certa, valendo muito a pena conferir. Principalmente para quem gosta de cenas de ação, romance, e personagens muito bem trabalhados. Poucas aberturas desse anime são tão memoráveis quanto a primeira, ainda em sua versão brasileira. Quem disser que já não cantou junto, deve estar mentindo. A versão original é igualmente boa, mas não me traz o mesmo ar de nostalgia.

Bleach

Esse anime dispensa apresentações. Mesmo sendo do mesmo estúdio, a animação é melhor que a de Naruto. Com muita complexidade, possui personagens bem realistas, carismáticos e com histórias de vida que vão fazer o leitor se identificar. Quem aí não lembra dos combates extremamente incríveis? É uma historia que te cativa e induz a ver mais e mais. Com uma trama empolgante e possuindo, na minha opinião, um dos melhores vilões da historia dos animes, Bleach esta em meu coração. Mesmo com 40% sendo filler, você termina e nem percebe. Eu não consegui escolher apenas uma abertura para colocar aqui, então eu escolhi 4 das melhores.

1 abertura: Por Orange Range – Asterisk, abrindo com chave de ouro os primeiros episódios. Apesar da pegada de rock-pop, o que deixa ela com um toque mais especial são os raps. Eles dão um certo estilo a música e a abertura, que é muito colorida e animada, a deixando marcada como uma das melhores de Bleach, além de ser ela que nos introduz ao seu mundo.

6 abertura: Por Aqua Timez – Alones, a melhor abertura de Bleach na minha opinião. Não só pela estrondosa musica que é, mas também por se encaixar perfeitamente no momento em que o anime está transmitindo centímetro por centímetro toda a emoção dentro dela, mostrando os dois lados da moeda, ying e yang, e também o que está por vir, com a aparição dos 10 espadas.

7 abertura: Por Asian Kung-fu Generation – After Dark, essa banda está em todo anime sim, e só por ser deles você já espera algo sensacional. Música magnifica, junto com a animação que traz exatamente os tons certos. Vai para o lado mais sombrio, com cores menos vivas em sua maior parte, com proposito exato de retratar o Hueco Mundo e os espadas. Com uma pegada até filosófica, vemos nosso protagonista em toda abertura correndo e tentando salvar a Ohirime que, a cada segundo que passa, afunda mais e mais na água. Com uma expressão cada vez mais triste, ela vai demonstrando todo o sentimento vivido naquele situação em que se encontra.

9 Abertura: Aqua Timez – Velonica, o que dizer dessa abertura, dessa incrível linha de baixo que gruda na sua cabeça? Uma animação bem colorida no inicio, com cores vivas escolhidas a dedo, e que dispensa comentários. Apenas o inicio é suficiente para te ganhar completamente, e quando vem o resto você se apaixona.

Toyko Ghoul

O que falar de Unravel de Toru Kitajima, com sua voz única? Para mim uma abertura fora dos padrões. A quantidade de detalhes é extraordinária, combinando perfeitamente com o clima que o anime tenta passar. Não se engane pelo inicio da abertura. Com o decorrer da música vemos o clima ficar mais dark, no exato modo de Toyko Ghoul. Muitos não gostam dessa abertura, mas esse não é o meu caso.

Naruto Clássico

Quem nesse mundo não conhece o anime Naruto, do grande Masashi Kishimoto? Conta a historia do pequeno ninja Naruto, que busca ser reconhecido em sua vila. Ele é desprezado por ter a raposa Kyuubi de 9 caudas selada em seu corpo, e que no passado foi a responsável por trazer destruição e dor para todos. Focando no seu desenvolvimento como ninja e como pessoa, quem ai não conhece suas histórias e as inúmeras aberturas memoráveis? Se eu acrescentasse o shippuden daria umas 15 ou mais. Apesar de muitas serem marcantes eu resolvi escolher o clássico, pelo simples fato de elas serem mais conhecidas por terem passado na televisão. Naruto teve seus altos e baixos, tanto no clássico como no shippuden, tanto de historia quanto de animação, mas nada que abalasse os fãs que já não esperavam a hora de ver o final. Kishimoto com certeza arrastou uma multidão de fãs pelo mundo.

Abertura 2: Asian Kung fu Generation – Haruka, quem ai não se sente nostálgico de ver essa abertura quando passava no SBT? Eu nunca me canso de escutá-la. Tanto o instrumental quanto o vocal e letra da canção, são espetaculares. Temos mais espaço para o time 7 na abertura, mostrando cada um dos integrantes. Mas ao longo dela vemos o resto dos times, todos os senseis, nossos vilões, e o time da areia. Uma apresentação de tudo que viria pela frente no anime, trazendo lutas e momentos inesquecíveis.

Abertura 3: Little by Little – Kanashimi wo Yasashisa ni, Naruto sempre foi muito bem em escolher suas aberturas, e fazer com que elas sejam lembradas pelo fãs. Tanto a música quanto a belíssima animação, faz qualquer marmanjo se emocionar. Kanashimi wo Yasashisa ni tem uma letra muito linda, que condiz com as cenas apresentadas. Ela fica como minha preferida do Naruto clásico, protagonizando uma das melhores sagas de todo o anime. Quem não se arrepia ao escutar e ver essa abertura?

Abertura 4: Flow – “GO!!!”, Fighting Dreamers, para os íntimos. Uma das aberturas mais engraçadas e alegres, na minha opinião. Flow já marcou presença em diversas aberturas de Naruto, e tem uma imensidão de fãs brasileiros. Já fez diversos shows aqui no Brasil, trazendo sempre um grande poder nostálgico ao seu nome.

Neon Genesis Evangelion

Uma obra de arte, essa é a sensação ao ver Evangelion, considerado por muitos um dos animes mais inovadores de todos os tempos. Não se trata de um simples anime mostrando a jornada clássica do herói. Fruto da mente de Hideaki Anno, com seus simbolismos e personagens bem desenvolvidos, ele puxa mais para o lado da realidade, sempre invocando temas psicológicos e profundos. Não se deixe levar pelos primeiros episódios, que tem o ritmo um pouco lento. Ele melhora muito depois. E não se trata apenas de robôs gigantes, e sim de um novo conceito, fazendo crítica a sociedade pós segunda guerra mundial. Todo o anime é uma exata metáfora, onde Evangelion mostra a nós, seres humanos, como nunca antes fomos mostrados em nenhum anime.

A Cruel Angel´s Thesis – Yoko Takahashi, boa parte do seu sucesso vem da grande voz de Yoko, e da sua linda música. Mas a abertura contém diversas palavras muito importantes para a trama, assim como muitos questionamentos e filosofias. Logo no início vemos a árvore da vida, segundo a religião cabalística. Essa música até hoje é muito famosa e conhecida, tudo graças ao sucesso e ao marco que foi Evangelion.

Dragon Ball e Dragon Ball Z

Esse é conhecido até pelos que não têm o hábito de ver animes. Dragon Ball quebra todas as barreiras, e é sem dúvidas um dos animes mais populares de todos os tempos. Possui uma legião fiel de fãs. Foca na historia do nosso Deus Goku, sendo o primeiro anime a ser um absoluto sucesso no Japão e no mundo. Ele consegue prender o espectador através da sua história bem humorada, com ótimas lutas e, claro, em português do Brasil, onde a experiencia se torna muito melhor. Dragon ball esta contando com uma nova versão que está prestes a chegar no seu hiato, encerrando mais uma saga que esta animando muito os fãs.

Dragon Ball Original

Abertura 1: Fantástica Aventura (Vamos conquistar as esferas do dragão), pura nostalgia essa música. Ela consegue passar com exatidão o tom mais leve do início do anime, que tinha um ar bem mais cômico. Na abertura vemos desde a primeira aparição de Kame, até a transformação de Goku em Oozaru. Os primeiros amigos de Goku também marcam presença. A letra da versão brasileira é praticamente idêntica à original, e manteve a mesma sonoridade. Ambas se encaixam perfeitamente nas imagens que são mostradas.

Dragon Ball Z

Abertura da Saga de Majin Boo: A melhor abertura de Dragon Ball na minha opinião, tanto pela música quanto pela imagem. Ela faz uso do sentimento de nostalgia que é deixado pelo avanço das sagas, mostrando a clara evolução de Gohan com o passar dos anos. Mostra também que um novo mal esta chegando para quebrar a paz estabelecida. Assim como sua saga correspondente, ela conta com elementos de comédia retirados, claro, do Dragon Ball original. A música é cantada, na versão japonesa, por Hironobu Kageyama e sua letra é completamente diferente da versão brasileira, mas as duas são igualmente boas.

Brasileira:

Japonesa:

Cowboy Bebop

Com apenas 26 episódios de 20 minutos cada, o diretor Shinichiro Watanabe, com sua obra Cowboy Bebop, ganhou meu coração como nenhum outro anime já ganhou. Uma obra extraordinária que transcende o tempo e, mesmo velha, sua animação cinematográfica e de tirar o fôlego. Com muito jazz, drama, um tom melancólico e com ótimo humor, Cowboy Bebop não pode faltar na lista dos seus melhores animes. A maioria desse peso está nas costas dos nossos protagonistas que, junto com a bela trilha sonora que sempre guia o espectador, foge completamente da zona de conforto dos mangás tradicionais, com um enredo inspirado na cultura americana. Faroeste, artes marciais e ficção científica em geral, com cada um dos episódios focados na história de um dos 4, mostrando sempre algo importante sobre eles, ou até mesmo do próprio universo de Bebop.

O anime joga um easter egg brasileiro, do mestre Tom Jobim, ao por numa mesa 3 velhos: Antônio, Carlos e Jobim (Nome do compositor), mostrando que o diretor tem um magnífico bom gosto. Temos até uma personagem do Brasil, a Ed.

Resultado de imagem para antonio carlos jobim cowboy bebop

A abertura não nega esforços na ótima música, nem nas animações que passam a exata euforia que você sente ao ver o anime. É um jazz de primeira clase. E para quem não sabe, a palavra “Bebop”, além de ser o nome da nave dos protagonistas, também é o nome de um estilo de jazz muito famoso nos anos 40 e 50. A trilha do anime é quase 100% baseada no conceito que diz, que as vezes uma música ou um som transmitem mais que mil palavras. Com um tom agradável e melancólico, a composição é da brilhante Yoko Kano, e a banda The Sealbelts.

Fullmetal Alchemist: Brotherhood

Outro anime que dispensa apresentações. E quem não viu, tem que ver imediatamente. Ótima historia, belos e carismáticos personagens e, na minha humilde opinião, um dos melhores animes/mangás já criados. Conta a história dos irmãos Elric, Edward e Alphonse que, após tentarem trazer a mãe morta de volta utilizando a alquimia, cometem o erro gigantesco de quebrar uma de suas regras mais importantes, a transmutação humana. Alphonse perde então todo o seu corpo para a verdade, e Ed perde seu braço e perna. Com a ajuda de Ed, Alphonse sua alma é posta em uma armadura de ferro, enquanto Ed ganha braço e perna robóticos. Os irmãos partem para uma jornada em busca da pedra filosofal, na tentativa de concertar o erro e recuperar seus corpos.

1 abertura: Yui – Again, que a voz da Yui é linda, não temos nem dúvida. Que suas musicas são contagiantes, também não. Junte isso com uma linda animação. Chega a ser emocionante para quem já viu todo o anime, e vai rever as aberturas após entender coisas que não foram mostradas na primeira parte. Não tem como esquecer essa bela abertura.

Abertura 3: Golden Time Lover – Sukima Switch, tanto a música, como todas as referências que são postas, tornam essa abertura muito emocionante. Mostra também o que está por vir e apresenta novos personagens, localidades. Isso tudo junto a animação no tom certo, entretém e emociona o espectador.

Abertura 5: Sid – Rain, fechando com chave de ouro. Uma música mais melancólica, que combinou exatamente com o momento vivido pelos personagens. Apesar do desespero e tristeza que transmite, não deixa de ser uma abertura belíssima. A animação ajuda muito também, tendo a maior parte das cenas com chuva e depois aparecendo um raio de sol, uma esperança, uma lembrança feliz, uma pessoa especial, um final feliz com todos os obstáculos superados. Além de podermos deduzir coisas que estão por vir.

 

O canal por assinatura HBO vem fazendo história a bastante tempo na entrega de suas séries originais. Com produções diversificadas, ambiciosas e de qualidade inquestionável o canal vem oferecendo o melhor em conteúdos totalmente exclusivos.

A diversidade dessas produções não se dá apenas nos temas principais de suas séries, mas também na escolhe das equipes de produção, atores e assuntos extremamente importantes que geralmente não são abordados de forma tão direta em séries de outros canais, isso transformou a HBO no maior canal de assinatura do mundo.

Dentre dezenas de séries fantásticas é muito difícil eleger as melhores, porém não é impossível e abaixo você pode conferir quais são as melhores séries da HBO!

 

Westworld (2016- )

Apesar de conter apenas uma temporada, a série conquistou milhares de fãs ao redor do mundo numa trama de ficção-western complexa e que vai fazer a sua cabeça explodir. Baseado num filme dos anos 70 de mesmo nome, Westworld conta a história de um parque futurista que simula um mundo o velho-oeste americano. Lá, os convidados pagam uma imensa soma em dinheiro para viverem uma total imersão na época. Eles podem fazer de tudo, matar, desbravar lugares escondidos, caçar recompensas e até cometer crimes. Essa simulação se dá através de robôs movidos por uma inteligencia artificial, que após cada simulação tem sua programação apagada para recomeçar uma nova história. Mas o que aconteceria se os robôs começassem a desenvolver a consciência?

A segunda temporada da série é uma das estreias mais aguardadas do canal, e irá estrear ainda esse ano!

Silicon Valley (2014- )

A série conta a história de seis programadores que buscam o sucesso no vale do silício. O programador Richard desenvolve um algorítimo inovador para a compressão de arquivos e isso o coloca numa encruzilhada: vender a tecnologia por um valor imenso para uma empresa, ou fundar seu próprio negócio? De uma forma ácida a série mostra como é a vida dentro do maior parque de inovação tecnológica do mundo e como é a rotina dos programadores, profissão que nem sempre temos noção do que é e de como funciona.

Six Feet Under (2001 – 2005)

Um dos maiores sucessos do canal, a história gira em torno da família Fisher, que após a morte do patriarca se vê obrigada a se juntar para tocar o negócio familiar: uma funerária. Falando abertamente e de uma forma não convencional a morte, a série traça um paralelo ao destino final de todos nós com os dilemas e desafios enfrentados pelos Fisher, envolvendo traição, homossexualidade, relação interiores, problemas emocionais, filosofia e religião.

Veep (2012- )

Estrelando a Julia Louis-Dreyfus, conta a história de Selina Meyer, uma antiga senadora que se vê totalmente despreparada ao assumir a vice presidência dos EUA. Quando o presidente atual entra em uma condição de saúde preocupante, Selina e sua equipe precisam encarar o fato que ela pode vir a assumir o cargo e começam a lidar com dezenas de questões políticas.

A série, apesar de ser uma comédia dá um banho em quase todas as séries sobre política em exibição. Julia é uma excelente atriz e a cada episódio o expectador se vê mais envolvido com ela e as situações no mínimo cômicas que a personagem enfrenta.

True Blood (2008 – 2014)

Do mesmo criador de Six Feet Under, a série adapta os livros de Charlaine Harris (The Sookie Stackhouse Chronicles) e conta a história de Sookie uma garçonete telepata que vive na pequena cidade de Bon Temps, em um mundo onde os vampiros lutam pelo seu lugar e sua igualdade aos seres humanos. Um dia, a cidade recebe seu primeiro vampiro, Bill Compton, e Sookie, sem conseguir ler a mente do sanguessuga fica muito curiosa a seu respeito o que a leva em uma relação de altos e baixos num universo onde as criaturas da noite estão cada vez mais entre os humanos.

A série se manteve do início ao fim, acertando em cheio no gótico-sulista, no gore e no tom ácido que ela sempre adotou. Recheada de sexo, suor e sangue, True Blood deixou saudades quando acabou.

OZ (1997 – 2003)

Mostrando toda a rotina do sistema carcerário da prisão Oswald, conhecida publicamente como OZ. Abordando de forma realista temas inerentes a vida dos presos, como o sexo, as drogas, a privação de direitos básicos e a violência a série chocou o mundo durante sua exibição e fez história mundial.

True Detective (2014- )

Criada pelo Nic Pizzolatto, a antologia tem como base crimes obscuros e únicos e sua resolução (ou não) pelos detetives encarregados de cada caso. A primeira temporada foi recorde de audiência e premiações, contando a história de Rust e Martin, dois detetives que vivem uma caçada de 17 anos a um serial killer com tendências ritualísticas na Louisiana.

Devido ao grande sucesso da primeira temporada, as expectativas para a segunda foram altas, e quando ela foi lançada a inevitável comparação quase fez a série ser cancelada. Apesar disso a segunda temporada é muito boa, e muito diferente da primeira, contando a história de três detetives de agências governamentais diferentes que se juntam em um assassinato em uma cidade corrupta, fechada e manipulada por um gangster.

A terceira temporada foi confirmada e terá sua estréia em 2019.

Sex and the City (1998 – 2004)

A premiada série fez história nos anos 90, ao colocar homens e mulheres no mesmo patamar sexual. Carrie Bradshaw é uma jornalista que escreve uma coluna de sexo num importante jornal de New York. Nele, ela relata as aventuras sexuais e amorosas dela e de suas amigas, mostrando a forma como homens e mulheres se relacionam através do sexo, do amor e da amizade.

Sex and The City é uma das séries mais famosas de todos os tempos e teve duas continuações em filme.

The Sopranos (1999 – 2007)

Uma das séries mais importantes de todos os tempos, Sopranos foi uma das produções que marcou o início da nova era das série de televisão. Onde não havia lados, bons ou maus, certo e errado. A série conta a história do mafioso Tony Soprano, que após um ataque de pânico procura ajuda profissional para lidar com todas as áreas de sua vida que parecem colidir.

Considerada por alguns a série mais bem escrita de todos os tempos, The Sopranos foi premiada, adaptada para livros, jogos e músicas e figura no top 5 das maiores séries de todos os tempos.

Game Of Thrones (2011- )

GoT é a série mais assistida de todos o tempos, a maior série de televisão já feita e todo o hype em cima dela não é a toa. Contando a história de Westeros, uma terra medieval governada por casas, somos apresentados a família Stark, protetora e governante do norte. Após a morte de da Mão do rei, o governador geral do reino, o rei Robert Baratheon pede a Eddard Stark que vá a capital servir como nova mão. Eddard desconfia que seu antecessor foi assassinado pela família da rainha e aceita o convite, começando a investigar a misteriosa morte. Essa sinopse é extremamente pequena comparada a tudo que acontece na série e o que ela é.

Game of Thrones tem feito história numa produção cinematográfica arrebatadora e sua última temporada promete quebrar televisões, matar a internet e levar seus expetadores a loucura.

As séries podem ser assistidas na HBO GO, o serviço de streaming do canal que você pode acessar por aqui.

01 – 500 Days Of Summer/Dias Com Ela

Um dos queridinhos do mundo do cinema. O longa foi muito aclamado pela critica por retratar um relacionamento de um forma não tão convencional. Tom conhece Summer e a partir dai sua vida nunca mais é a mesma. Retrata o período do termino de uma forma tão real que levanta debates até na mesa do bar.

02 – Love

Série original da netflix, ficou conhecida por ser uma visão realista dos namoros, explorando perspectivas masculina e feminina. Love é “um olhar inflexível, hilário e dolorosamente honesto sobre o amor”, narrando as dificuldades de se criar (ou desfazer) laços da vida moderna.

03 – Eternal Sunshine of the Spotless Mind/Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças

A namorada de Joel Barish, Clementine um belo dia decide o apagar da sua memoria. E dentro de um roteiro estranho de Charlie Kaufman (que o fez ganhar um Oscar), encontramos variações da forma humana de lidar com um relacionamento. É um drama-comedia-romance, e mostra com excelência a liquidez dos tempos atuais.

04 – Lost In Translation/Encontros e Desencontros

Dirigido pela rainha Sofia Coppola, o longa retrata a vida de Charlotte e Bob Harris, que mesmo com idades diferentes estão dentro de relacionamentos danificados. O filme retrata de uma forma muito única o vazio e a solidão de quando a vida a dois não funciona mais. Scarlett Johansson, Bill Murray e Anna Faris estão no elenco.

05 – Trilogia Before/Antes do Amanhecer, Antes do Pôr-do-Sol, Antes da Meia-Noite

Filmados em períodos diferentes, juntos somam ao todo 18 anos, de 1995 a 2013. Feito é claro, que só poderia ter sindo dirigido por Richard Linklater o mestre em tornar historias simples em arte. A trilogia vai de uma paixão instantânea para a forma difícil de fazer aquilo durar, da ligação do dia seguinte as dificuldades do casamento. É duro, cruel e apaixonante.. assim como a vida.

06 – Closer

“Se você acredita em amor a primeira vista, você nunca para de procura-lo”
Closer é um retrato cru e doloroso sobre relacionamentos, sobre como nunca conhecemos de fato alguém. Com monólogos tão intensos e sinceros que te levam o telespectador pra dentro da ultima DR de um casal.

07 – When Harry Met Sally/Harry e Sally – Feitos um para o Outro

Uma versão mais divertida e descontraída dos filmes do Woody Allen. Esse filme passa longe de ser um drama nos conduzindo as dificuldades de levar uma simples “paixonite” a diante, é sobre amadurecimento e claro.. amor.

08 – La La Land/Cantando Estações

O pianista Sebastian conhece a atriz Mia, e os dois se apaixonam perdidamente. O musical passa do modo sonhador para o choque de realidade. É maravilhosamente bem dirigido, mas o final deixou alguns românticos desapontados..

09 – DonJon/Como Não Perder Essa Mulher

Jon é viciado em pornografia. Até encontrar sua “mulher dos sonhos” que obviamente é interpretada pela Scarlett Johansson. Dirigido e roteirizado por Joseph Gordon-Levitt, a primeira sensação ao ver esse filme pode ser a de “mais um clichezão”, mas está bem longe disso, uma boa dica é não desistir do filme até a Julianne Moore aparecer.

10 – He’s Just Not That Into You/Ele Não Está tão a Fim de Você

Desde pequenas mulheres são condicionadas a acreditar que quando um homem a maltrata é porque ele gosta dela, e é sobre isso que esse filme se trata. Com um grande elenco, o longa retrata a vida de vários casais dentro de tramas diferentes. É divertido, sincero e romântico na medida certa; além de ser uma boa indicação para aquela sua amiga que adora fazer papel de trouxa.

O público está acostumado com séries norte-americanas que muitas das vezes proporciona bastante ofertas maiores, assim esquecendo as produções até então feitas no Brasil, mas não devemos esquecer de outras séries ao redor do mundo.

 

SKAM

A série norueguesa se baseia na vida de adolescentes que estudam na escola Hartvig Nissen, em cada temporada retrata acontecimentos e problemas reais como: homossexualidade, relacionamentos e religião (com foco de um personagem diferente a cada temporada).

Emissora: NRK P3
Número de temporadas: 4
Idioma: Norueguês

 

O Hipnotizador

Uma série produzida pela HBO, sendo uma adaptação de quadrinhos criados pelos argentinos Pablo De Santis e Juan Sáenz Valiente. O elenco se baseia em atores da América do Sul incluindo o Brasil, mistura de várias nacionalidades para solucionar casos devastadores para o hipnotizador Arenas.

Emissora: HBO
Número de temporadas: 2
Idioma: Castelhano

Hollands Hoops

Série de origem holandesa, um psiquiatra forense após perder o emprego, se muda com a  família desordenada para a mansão de seu pai, descobrindo uma formação de drogas. Assim, para salvar sua vida se vê obrigado a participar de alianças criminosas.

Emissora:VARA,VPRO e NPO 2.
Números de temporadas: 2
Idioma: Holandês

 

Au Service de la France (A Very Secret Service)

Uma série original da Netflix em que podemos ver durante os episódios um humor francês de forma irônica e inteligente, a história basicamente conta de um homem comum que acaba se tornando um agente do serviço secreto da França, em 1960.

Emissora: Netflix e ARTE (Association relative à la télévision européenne)
Número de temporadas: 1
Idioma: Francês

 

An African City

Para quem é fã de Sex and The City, vai gostar dessa série que tem o mesmo contexto, mas se passa na África onde podemos obter um visual diferente e os amores de cinco amigas que vivem em Acra.

Emissora: Youtube (oficial)
Números de temporadas: 2
Idioma: Inglês

 

Gomorra

Baseada no best-seller do escritor italiano Roberto Saviano, a história conta que um dos líderes da máfia de Nápoles é preso, fazendo um desencadeamento de caos e brigas a sangue frio.

Emissora: Shy Itália e Shy Atlantic
Números de Temporadas: 3
Idioma: Italiano

Merlí

O professor de filosofia Merlí, consegue tirar pensamentos livres de seus alunos usando vários métodos ortodoxos baseando-se em filósofos clássicos.

Emissora: TV3
Temporadas: 3
Idioma: Catalã

A Menina Sem Qualidades

A adaptação da obra da escritora alemã Juli Zeh, mostrando o envolvimento de uma garota superdotada com um rapaz empenhado em testa-la a qualquer custo com os limites das regras sociais.

Emissora: MTV Brasil
N° de Temporadas: 1
Idioma: Português (brasileiro)

 

Deutschland 83

A primeira série alemã a ser transmitida nos Estados Unidos conta a história de um jovem da Alemanha Oriental que é enviado para a Alemanha Ocidental como espião do serviço de inteligência.

Emissora: RTL Television, Sundance TV
Número de temporadas: 1
Idioma: Alemão

 

Filhos do Rock

É uma série que mostra e tenta influenciar o público de como o rock se desenvolveu em vários lugares pelo mundo, acompanhando uma banda brasileira que luta pela fama fazendo várias referências da época.

Emissora: Rádio e Televisão de Portugal (RTP1)
Número de temporadas: 1
Idioma: Português (Portugal)

 

 

Termos cinematográficos

ALGUNS TERMOS BÁSICOS

Cinema: do grego: – kinema “movimento”. Que significa a arte/técnica de fixar/reproduzir imagens que criam ilusão de movimento produzem movimento.

Roteiro: a história do filme escrita em papel. Com as falas e tudo que for pertinente para a composição do filme.

Quadro/Frame/Fotograma: a imagem única estática do filme, é a menor unidade de um filme. Várias imagens (frames) geram ilusão de movimento. Em geral, o ritmo é 24 quadros por segundo. Hoje em dia não é necessário mais gravar em película, devido a digitalização do cinema.

Tomada/Take: tudo que é registrado pela câmera (do play ao stop).

Plano: pedaço sem interrupção no filme, o que não é cortado na filmagem.

Cena: sequência de planos em uma mesma locação e em um mesmo tempo (sem elipse). Quando muda a locação, muda-se a cena.

Sequência: conjunto de cenas (duas ou mais cenas) que formam um “capítulo” narrativo.

Enquadramento: enquadrar é estabelecer o que fará parte do filme no momento de sua realização. Em termo mais operacional, é definir a forma como o espectador captará o universo criado no filme. O enquadramento é dependente de três elementos: plano, ângulo e lado do ângulo.

Corte: após o registro em tomada, o filme deve ser cortado. Corte é a passagem entre dois planos.

Elipses: salto temporal que não mostra a passagem do tempo.

planos 

Quanto à distância do objeto filmado:

A) Plano Aberto/Geral / Long Shot: Câmera fica longe do objeto principal, tem o objetivo de demonstrar o cenário

(Filme: Intriga Internacional, Hitchcock, 1959).

B) Plano Médio: é o plano entre o geral e o close up. Também estabelece relação entre o objeto principal (ator ou atores…) e o cenário. Estudiosos debatem sobre a natureza deste plano. Há quem diga que o plano médio enquadra todo o personagem com espaço negativo (ar) entre os pés e a cabeça. Mas também há quem diga que consiste em enquadrar o personagem da cintura para cima.

(Filme: O Iluminado, Kubrick, 1980).

C) Plano Fechado/Primeiro Plano/Close Up: a câmera situa-se bem próximo ao objeto principal, da linha do peito para cima. Possui um maior valor dramático, buscando salientar a expressão do personagem, intimidade.

(Filme: 12 anos de Escravidão, Steve McQueen, 2013).

D) Plano Conjunto: dois ou mais personagens, interessando em mostrar a interação entre eles, mas sendo possível ver boa parte do cenário.

(Filme: Festim Diabólico, Hitchcock, 1948).

E) Plano Americano: câmera registra o personagem do joelho para cima. Muito usado em filmes de Western para mostrar o saque da arma e os movimentos dos membros envolvidos nesse tipo de cena (cenas de duelos).

(Filme: Por uns dólares a mais, Sérgio Leone, 1965).

F) Primeiríssimo Plano/ Big Close Up: linha do ombro para cima, usado para imagem de choque.

(Filme: 2001 – Uma Odisséia no Espaço, Kubrick, 1968).

G) Plano Detalhe: foca-se em uma especificidade do rosto ou do corpo do personagem.

(Filme: Bruxa de Blair, Eduardo Sánchez, Daniel Myrick, 1999). 

ÂNGULOS

Quanto à altura:

A)    Ângulo Normal: na altura dos olhos.

(Filme: O Lobo de Wall Street, Scorsese, 2014).

B) Plongée: câmera alta, acima do nível dos olhos, com objeto abaixo. Em francês significa “mergulho”. Usado para transmitir a inferioridade do objeto principal (diminui a noção de dimensão) em relação a algum aspecto narrativo. Este ângulo, tendo em vista personagens, sugere algo acima do próprio personagem que abala seu equilíbrio emocional (medo, temor, apreensão…) – de cima para baixo.

(Filme: Harry Potter e a Ordem da Fênix, David Yates, 2007).

C) Contra Plongée: câmera alta com objeto abaixo. Usado para transmitir o oposto do Plongée, isto é, superioridade de objetos e personagens em relação ao aspecto narrativo – de baixo para cima.

(Bastardos Inglórios, Tarantino, 2009).

Quanto ao lado

A) Ângulo Frontal: câmera em linha reta com o nariz do personagem.

(Filme: A Pele que Habito, Almodóvar, 2011).

B)    Ângulo ¾: câmera a 45° do nariz do personagem

(Filme: O Grande Lebowski, Ethan Coen, Joel Coen, 1999).

C) Perfil

D) Nuca

Quanto ao movimento

A) Panorâmica: o plano em que a câmera gira sobre seu próprio eixo, horizontalmente, verticalmente oblíqua ou circular, mas sem deslocamento.

B) Plano de Ambientação/Estabelecimento: possui a finalidade de apresentar o universo a ser explorado, é um plano geral em movimento.

C) Travelling/Traking Shot: a câmera se desloca no espaço geralmente por meio de dolly (carrinho em cima de um trilho).

dolly

D) Grua: guindastes onde câmeras são instaladas e operadas por meios de comandos. Possibilita movimentos amplos, sair de um plano detalhe e ir para um plano geral, por exemplo. Em filmes de ação, são instaladas gruas em carros ou outros veículos com o objetivo de acompanhar o movimento.

grua

E) Plano Sequência: plano longo, sem cortes. Se algo der errado, tudo será refeito. Confere teor realista às produções.

F) Plano Holandês: câmera inclinada, usada para passar instabilidade psíquica.

G) Lapso de tempo: acelerar imagem, geralmente urbanas.

H) Câmera tremida: filmes de ação.

Lembrando que todas essas técnicas podem e são combinadas para a construção narrativa.

 

MISE – EN -SCÈNE

Há dois pontos na arte de fazer cinema: o que você faz com a câmera, como operar a câmera (enquadramento), o outro é o que você quer registrar com a câmera, eis a mise -en- scène. Em tradução literal do francês é: obtenção em cena, mas podemos dizer que é “colocar em cena”, ou seja, disposição de elementos na construção narrativa. É a parte técnica cinematográfica com que mais estamos familiarizados, mesmo sem nos dar conta: muitas vezes não lembramos ou não percebemos artisticamente (de forma consciente) os cortes, os planos, ou a movimentação de câmera, mas lembramos do figurino, das tonalidades da fotografia…

Elementos da mise – em – scène

1- Cenário / locação

2- Figurino e Maquiagem

3- Iluminação

4- Encenação: movimento e interpretação (atuação)  

Os conceitos inerentes aos elementos acimas expostos são extensos e fica para um futuro texto.

PÓS-PRODUÇÃO

Montagem e Edição Em termos gerais, diz-se que montagem é o mesmo que edição, mas edição não é o mesmo que montagem. Varia de acordo com o país e a linha metodológica adotada. É um ponto polêmico. Há linhas que veem a montagem como algo mais conceitual, remetendo ao sentido do filme, cabendo à edição a parte mais técnica do processo. No primeiro sentido, a montagem é o conceito por trás da técnica de edição. No Brasil, comumente, montagem é utilizado para o cinema e edição para televisão e vídeos, mas é uma dicotomia muito controversa, tal como podemos demonstrar com as seguintes citações:

“Cortar [cutting] ou editar [editing] um filme é ligar os planos fisicamente na ordem em que eles devem ser projetados” (Kawin, 1992: 49).

Planos e cortes compõem praticamente todo o mundo visual do filme, tanto quanto as palavras e sua ordem compõem a frase, ou uma sequência de frases torna-se um livro. O termo genérico para o que foi organizado no âmbito do plano é mise-en-scène. O termo genérico acerca de como os planos estão ligados é montagem [montage] (Estes são dois dos mais importantes e problemáticos termos nos estudos de cinema …) […] o espectador interpreta a montagem para estabelecer o que esses pontos de vista distintos podem ter a ver um com o outro (Kawin, 1992: 51).

A edição [editing] é a arte de tomar decisões sobre o comprimento do plano, seleção e sequenciamento. Corte [Cutting] é o ato de emendar pedaços de filme. Decidir o quanto incluir de um plano em um filme, sugerir e manipular sua matriz interpretativa, cortando entre dois planos, é o trabalho do editor do filme” (Kawin, 1992: 436).

Alguns elementos:

Fade in: aparição gradual da imagem por meio de iluminação.

Fade out: desaparição gradual da imagem por meio de iluminação.

Fusão: sobreposição de imagens.

Trilha sonora:

A) Música Diegética: a música está dentro da narrativa do filme, o personagem escuta a música.

B) Música Extradiegética: a música não está dentro da narrativa do filme, o personagem não escuta a música, ela é dirigida ao espectador para manipular atmosferas e emoções.

 

CORTES  

Como já dito acima, corte é “a passagem entre dois planos”.

Alguns tipos de cortes:

A) Standard Cut/ Hard Cut/ Corte Seco: é o tipo mais comum nas edições. É o corte sem efeitos de transição e apenas isso.

B) Jump Cut: é um tipo de corte seco (sem transição) que produz dois planos a partir de uma tomada/take de forma brusca, indicando passagem de tempo pequena. Muito usado em edições de conteúdos produzidos no YouTube, pois funciona eliminando pausas e falhas comuns às falas.

C) Cutting on Action: passagem de um plano para o outro, onde o último coincide com a ação do primeiro plano. O corte é feito no momento da ação, e é finalizada no outro plano. Utiliza-se, bastante, em cenas de lutas.

D) Cutaway: corte que interrompe um plano e insere um elemento que não estava em cena anteriormente. Um objeto que contribui tanto para a contextualização, quanto para a dramaticidade narrativa não só pelo seu significado, mas pela suspensão do desenrolar do primeiro plano.

E) Cross Cut: também chamado de “edição paralela”. Usado para contar acontecimentos em lugares distintos ou histórias paralelas sincronizadas.

F) Match Cut: corte que mostra cenas diferentes, mas com imagens semelhantes e com aspecto de continuidade (um cano pingando e logo após gotas de chá pingando na xícara).

G) Smash Cut: corte repentino onde, geralmente, não haveria um corte. Normalmente a passagem ocorre entre cenas com carga emotiva bem diferentes entre si (tensão x tranquilidade). Suspende a carga emotiva e a dramaticidade, mas cria-se uma expectativa e uma interrupção emocional no espectador.

H) Invisible Cut: produzir a ilusão de que não há um corte. É feito focando um objeto escuro no fim da primeira sequência e no começo da próxima (vide filme Festim Diabólico, Hitchcock).

I) J Cut: áudio do segundo corte chega antes da sua imagem.

J) L Cut: áudio do primeiro corte é prolongado para o segundo corte.

Kawin, Bruce. How Movies Work. Berkeley: University of California Press, 1992

 

 

Se você gosta de monstros, criaturas ocultas na penumbra e personagens mitológicos, com certeza já ouviu falar desse incrível diretor. Seus filmes, com aquela pegada única e característica que apenas assistindo você vai entender qual é, te levam a confundir a realidade com a ficção, misturando-se com um pouco de fantasia e terror. Então, prepara a pipoca e confira minhas indicações de filmes!

1. Cronos (1993)

Terror que se constrói em torno da invenção de um alquimista no ano de 1536, que dava vida eterna para quem estivesse com o objeto e o usasse. Quatro séculos depois um vendedor de antiguidades acha o objeto e acidentalmente começa a usá-lo, sem perceber o terrível mal que faz a si mesmo. 

2. A espinha do Diabo (El espinazo del Diablo) – 2001

Ambientado durante a Guerra Civil espanhola, Carlos é abandonado em um orfanato pelo seu tutor, e é recebido com muita agressividade pelos demais meninos que já vivem lá. Ele começa a ter visões de um fantasma, que também é uma criança, e percebe que precisa ajudá-lo a vingar sua morte.

3. O Labirinto do Fauno (El laberinto del fauno) – 2006

Após o fim da Guerra Civil espanhola ainda restavam conflitos entre civis e rebeldes, o que faz com que Carmen mude-se com sua filha Ofélia para esperar seu novo marido, um fascista que luta contra os rebeldes. Em meio a todo o caos Ofélia se vê totalmente solitária, buscando no labirinto que encontra em sua nova casa um refúgio, onde fantasia e realidade se confundem.

4. Não tenha medo do escuro (Don’t be afraid of the dark) – 2010

Sally se muda para a mansão de seu pai e de sua nova namorada, encontra um lugar escuro de onde começa a ouvir vozes e acaba soltando as criaturas que ali estavam. No começo a menina achava que eram seus novos amigos, mas depois de uma série de acontecimentos ocorrerem com pessoas próximas ela começa a sentir medo e precisa provar para seu pai que tudo é real e não imaginação de sua cabeça.

5. A colina escarlate (Crimson peak) – 2015

Edith Cushing, uma escritora totalmente apaixonada por Sir Thomas Sharpe muda-se para a mansão dele que fica no alto de uma colina. Sombria e cheia de mistérios a casa começa a mexer com a cabeça de Edith, que precisa ser capaz de manter o próprio controle para não se perder no meio da loucura.

01 – The Shape Of Water/A Forma Da Água

Por quê é indispensável?: liderando com 13 indicações, incluindo as categorias principais como: melhor filme, direção, roteiro adaptado e melhor atriz para Sally Hawkins. Além das principais, Richard Jenkins e Octavia Spencer concorrem na “melhor ator coadjuvante”.

02 – Three Billboards Outside Ebbing, Missouri/Três Anúncios Para um Crime

Por quê é indispensável?: com 7 indicações é uma aposta grande como vencedor da noite, visto que retrata assuntos importantes como agressão contra mulher, crimes negligenciados e estupro. Tem Frances McDormand concorrendo a melhor atriz e trás Woody Harrelson e Sam Rockwell concorrendo a melhor coadjuvante pelo mesmo filme, algo que não acontecia a anos.

03 – Get Out/Corra!

Por quê é indispensável?: Jordan Peele é o primeiro homem negro a ser indicado nas categorias melhor direção, melhor filme e produção no mesmo ano. Com 4 indicaçãoes, incluindo melhor ator para Daniel Kaluuya e roteiro original. Corra! é indispensável e extremante importante pra historia do cinema.

04 – Call Me By Your Name/Me chame pelo seu nome

Por quê é indispensável?: o brasileiro Rodrigo Teixeira é um dos produtores, além de abordar questões e a visibilidade LGBT, o ator Timothée Chalamet quebrou o recorde de ator mais jovem a ser indicado. Além disso, o longa concorre a melhor roteiro adaptado e canção original.

05 – Lady Bird/A Hora de Voar

Por quê é indispensável?: o filme é dirigido por Greta Gerwig, que se tornou a 5° mulher a ser indicada em 90 anos de premiações. Com mais outras 4 indicação, incluindo de melhor atriz para Saoirse Ronan e coadjuvante para Laurie Metcalf, o longa concorre a melhor filme e roteiro original. Retrata a sinceridade de um relacionamento entre mãe e filha como nenhum outro e é cheio de traços feminista.

06 – Dunkirk

Por quê é indispensável?: com 8 indicações, dunkirk é o segundo filme mais nomeado desse ano. Além de contar com a primeira indicação de Christopher Nolan a melhor direção, o longa que conta é baseado em fatos reais, também concorre a melhor filme e a quase todas as categorias técnicas, é indispensável se você é um grande fã de mixagem de som e fotografia.

Tá tudo bem ter 20 poucos e não saber o rumo da vida.

01 – Please Like Me

Após ser dispensado pela namorada, Josh sai do armário, passa a noite com um conhecido. Confuso e perdido ele se vê tendo que voltar para a casa da mãe e tem que fazer a família a lidar com sua orientação sexual. A serie beira a uma comedia, mas meio dolorosa. Tem uma fotografia maravilhosa e é fácil de maratona (inclusive tá toda disponível na netflix).

02 – Eu Não Faço A Menor Ideia Do Que Eu Tô Fazendo Da Minha Vida

Clara (Clarice Falcão) deveria está cursando medicina, mas começa a faltar as aulas porque não se identifica. Não gosta do seu atual namorado e não tem um bom relacionamento com o pai. O filme não foi muito bem recebido pela critica, mas entrega um bom material e entretêm. Não tem lá grandes interpletações, mas foge do senso comum do “final feliz” além de ter uma trilha sonora amorzinho.

03 – Frances Ha

Frances (Greta Gerwig) tem 27 anos e é uma sonhadora, mesmo a realidade sendo outra ela não desiste… ou quase isso. Sem dinheiro para pagar o aluguel, e demitida do emprego ela precisa se virar sem abrir mão do que é. Um clássico indie o filme é todo rodado em P&B.

04 – A Vida Secreta De Walter Mitty

Sabe quando você tá cansado da realidade e passa mais tempo dentro da sua cabeça imaginando uma diferente? “Se eu ganhar na mega sena hoje..” puff, lá se foram 10 minutos no mundo da imaginação. O filme é dirigido e protagonizado por Ben Stiller, e a vida secreta não é só de Walter Mitty, pois é quase impossível não se identificar com essa historia.

05 – Girls

Hannah tem 20 poucos e trabalha em um estagio não remunerado, divide o aluguel com uma amiga mas com a ajuda dos pais, e ainda por cima só encontra macho escroto. Dirigido e roteirizado pro Lena Dunham, a serie da HBO conta a historia de mais 3 meninas lidando com a vida adulta de merda em nova york.

06 – Garden State

Andrew Largeman é jovem ex-ator que se vê obrigado a voltar pra sua cidade natal para o funeral da sua mãe. Ele reencontra seus antigos amigos da escola e precisa lidar com seu pai e com o fato de agora ser um garçom de um restaurante. Natalie rainha Portman faz parte do elenco.

07 – Lady Birdy

Christine McPherson vive em Sacramento um pequena cidade da Califórnia, e seu maior sonho é sair de lá e ir pra Nova York, mas o baixo orçamento da sua família e o relacionamento conturbado com sua mãe dificultam as coisas. Indicado em 5 categorias no Oscar de 2018, o filme é dirigido e roteirizado por Greta Gerwing (que já apareceu nessa lista) e, é quase uma auto biografia.

08 – Reality Bites
 

Lelaina e seus amigos acabaram de sair da faculdade. Ela tem uma mente criativa mas um chefe medíocre. Seus amigos se dividem entre um empregos ruins e crises existenciais.
Winona Ryder, Ben Stiller e Ethan Hawke fazem parte do elenco, que retrata de forma sincera as dificuldades de ser um adulto.

09 – Skins – Fire

Após 7 temporadas Skins tem 3 episódios extras, mostrando como alguns dos seus principais personagens estão depois de passar pela adolescência. Os temas abordados são mais maduros e encerram de forma magistral o ciclo da série.

10 – Mobília Mínima

Também dirigido por Lena Dunham, o filme é quase um rascunho da serie Girls, é um pouco mais arrastado e cru, da pra sentir de longe o cheiro do baixo orçamento.
@ filminhos cults

Nem Que a Vaca Tussa (2004).

Após a fazenda Pedacinho do Céu receber um aviso de despejo, três vacas tentam capturar um bandido chamado Alameda Slim, para receberem a recompensa e pagar as despesas.

⇒A trilha sonora foi feita por Alan Menken autor da trilha de A Pequena Sereia e Bela e a Fera.

Irmão Urso (2003).

Kenai é um jovem índio, quando seu irmão Sitka é morto por um urso, Kenai mata o mesmo, mas por mágica é transformado em um deles, e entra em uma aventura com Koda um pequeno urso que começa a ser um irmão para Kenai mesmo querendo voltar a sua forma humana.

⇒Não só nos faz chorar, como a trilha sonora é fantástica e feita por Phil Collins.

Atlantis: O Reino Perdido (2001).

A aventura de Milo Thatch em busca de um Império, quando descobre pistas em um antigo manuscrito para chegar a Atlantis.

⇒Nessa animação temos a princesa Kidagakash raramente mencionada no universo da Disney, mas é uma personagem feminina fantástica.

 

O Corcunda de Notre Dame (1996).

Um corcunda chamado Quasimodo (meio formado), é um tocador de sino da famosa igreja de Notre Dame, durante sua vida se apaixona por Esmeralda uma cigana, em Paris no século 15 e deverá enfrentar algumas autoridades de um juiz de más intenções.

⇒ O uso de computadores na época já havia passado por vários avanços, assim todos os cenários do filme foram feitos digitalmente.

 

As Peripécias do Ratinho Detetive (1986).

Basil de Baker Street é um famoso ratinho detetive que é contratado por Olívia, que não sabe o paradeiro de seu pai, um fabricante de brinquedo. Só não sabia que seu inimigo Ratagão estava por trás do mistério.

⇒ O compositor da animação foi Henry Mancini.

 

O Caldeirão Mágico (1985).

Um garoto chamado Taron embarca em uma missão heroica, com ajuda de uma espada mágica ele deve impedir que o malvado Horned King liberasse poderes do mal em um caldeirão mágico.

⇒O filme não é muito comentando pois é uma versão “dark”, um visual sinistro que quem assiste pela primeira vez pode pensar “Esse filme é mesmo da Disney?”, e até então não é muito considerado parte das produções de Walt Disney (Sem contar que tem uma personagem princesa chamada Eilonwy).

O cão e a Raposa (1981).

Uma amizade pura entre animais diferentes, o que leva a um filme divertido e conflitos durante a juventude. Dodó é uma pequena raposa órfã que é adotada por uma senhora, depois de um caçador matar sua mãe. Ela convive com Tob um filhote de caça, mas o curioso é como mantém as amizades já que podiam ser inimigos.

⇒O produtor Wolfgang Reitherman trouxe o animal de estimação do filho como uma inspiração e fonte de referência para os animadores.

 

Bernardo e Bianca: Missão Secreta (1977).

Bernardo e Bianca são dois ratinhos de Nova York, membros da Sociedade de Resgate, que ajuda aos necessitados.

Decidem aceitar a missão, ajudando uma garotinha órfã chamada Penny que está em apuros nas garras de Madame Medusa (uma das vilãs mais assustadoras) usando a pequena para encontrar o diamante chamado “O Olho do Diabo”.

⇒No primeiro ano de produção os animadores pensaram em colocar Cruella DeVil como vilã ao invés de Medusa.

 

A Espada Era a Lei (1964).

Adaptações da Disney sobre a fábula do Rei Arthur. Conta à história de Arthur mais conhecido como Wart durante sua juventude, ajuda seu irmão adotivo Kay a se tornar um cavaleiro. Durante os dias Wart encontra a cabana de um feiticeiro desastrado chamado Merlin, e afirma ao garoto que seu futuro será rico em grandeza.

⇒O filme faz parte do “Ciclo Inglês” juntamente com Alice no País das Maravilhas (1951) e Tarzan (1999).

 

 

Você ja foi à Bahia? (1942).

O clássico patriótico para nós, uma live-action mais animação que se passa no Brasil, com os personagens Zé Carioca e Panchito (pássaros latinos), ajudando o pato Donald com suas aventuras.

⇒Um dos clássicos mais espetaculares com a trilha sonora composta por músicas brasileiras como “Aquarela do Brasil“.

Se um existe um gênero que gera expectativas com seus lançamentos esse gênero é o terror. Trailers, imagens, sequências, remakes, dúvidas e sustos. As vezes a quantidade de lançamentos acaba ofuscando bons filmes, por isso separamos 10 filmes para você ficar de olho ao longo de 2018.

Hellraiser: Judgement

Data de estreia no Brasil: 18/02

De todos os filmes nessa lista, esse é o que tem o público mais seleto, por seguir a sanguinolência desenfreada dos anteriores da franquia. Na história os detetives Sean e David Carter estão em um caso para encontrar um macabro assassino em série que aterroriza uma cidade. Unindo forças com a detetive Christine Egerton, eles investigam a fundo um labirinto espiral de horror que pode não pertencer a este mundo.

Aniquilação

Data de estreia no Brasil: 22/02

Se trata de uma adaptação do primeiro volume da Trilogia Comando Sul, escrita por Jeff Vandermeer. A trama sci-fi gira em torno da personagem de Natalie Portman, uma bióloga que com outras três mulheres sai em uma expedição à Área X, um local isolado da civilização onde as leis da natureza não se aplicam. Lá ela precisará lidar com um animal desconhecido, uma contaminação e ainda rastrear o paradeiro de colegas desaparecidos, entre eles seu marido.

Controvérsia

A Paramount, originalmente responsável pelo filme, recentemente vendeu o longa para a Netflix, limitando sua estreia nos cinemas a apenas três países: Canadá, Estados Unidos e China. O diretor Alex Garland confessou estar decepcionado com a decisão do estúdio, argumentando ter feito o filme para que fosse visto na tela grande do cinema.

The Strangers: Prey at Night

Data de estreia nos EUA: 09/03

Essa é uma sequência muito aguardada de um slasher notável e divisivo da década passada. Aqui o casal Cindy e Mike embarcam numa viagem de carro com seus filhos para levar filha rebelde a um internato. Antes de chegarem ao seu destino, a família resolve passar a noite em um isolado estacionamento de trailers onde acabam sendo vítimas de um selvagem trio de assassinos mascarados que testarão os limites de cada um numa noite assustadora.

Um Lugar Silencioso

Data de estreia no Brasil: 12/04

Dirigido por John Krasinski e estrelado por ele ao lado de Emily Blunt, o filme contará a história de uma família que vive isolada em uma fazenda, onde busca se esconder de criaturas sobrenaturais que são atraídas pelo som. A partir dessa premissa não é difícil prever que o estrondoso deslize de um dos membros vai colocar todos no fio da navalha enquanto lutam por suas vidas.

O choro silencioso da mãe no final do trailer mostra que o filme tem um belo potencial a exercer: o de se tornar o pique-esconde mais aflitivo de nossas vidas.

God Particle

Data de estreia no Brasil: ??/??

Mais um filme a integrar o brilhante universo de Cloverfield. Depois que um experimento científico envolvendo um acelerador de partículas a bordo de uma estação espacial tem resultados inesperados, os astronautas responsáveis se encontram isolados e assombrados por sua terrível descoberta, tendo que lutar pela sobrevivência.

Muito se especula sobre a natureza desse filme, já que a saga em questão é conhecida por ser uma das mais enigmáticas dos últimos tempos, contando com um marketing alternativo bizarro e easter eggs capazes de arrepiar até a alma.

The Purge: The Island

Data de estreia no Brasil: 04/07

Esse filme é um pouco diferente dos outros na lista, pois se trata de uma prequel, ou seja, uma história que se passa antes de todos os outros filmes da série. Esse filme abordará a primeira noite do Expurgo, como o governo dos Estados Unidos chegou a aderi-lo e como convenceram a população a participar do evento.

A Freira

Data de estreia nos EUA: 13/07

Esse é um derivado muito aguardado pelos fãs de Invocação do Mal. Quando uma jovem freira da Romênia tira a própria vida, um padre com um passado assombrado e uma noviça prestes a fazer seus votos finais são enviados pelo Vaticano para investigar. Juntos descobrem o segredo profano da ordem. Arriscando não só suas vidas, mas sua fé e suas próprias almas, eles confrontam uma força malévola na forma de uma freira demoníaca.

Suspiria

Data de estreia no Brasil: ??/??

Esse me deixa tão receoso quanto confiante. Se trata do remake de um clássico homônimo inestimável do terror, que será dirigido por Luca Guadagnino (Me Chame Pelo Seu Nome). Conta a história de uma bailarina americana que entra para uma academia alemã de balé e começa a se deparar com mortes que a fazem acreditar que o local é infestado por bruxas. 

Galerinha que vai estrelar o remake

Embora meu carinho pelo clássico de Dario Argento me deixe com um pé atrás, o elenco de primeira e a confiança no ascendente diretor criam em mim boas expectativas em relação ao resultado final. Até mesmo Jessica Harper, a protagonista da primeira versão terá um papel no filme. Não tem como dar errado, certo?

The Endless

Data de Estreia no Brasil: ??/??

Um misterioso filme que conta a história de dois irmãos que retornam ao culto religioso do qual escaparam quando mais jovens, só para descobrir que as crenças do grupo talvez sejam mais sãs do que eles imaginavam.

Sabemos pouco sobre esse filme, já que até recentemente nem mesmo a sinopse havia sido divulgada. Mesmo assim podemos ter uma ideia de sua qualidade, já que 100% dos 17 críticos agregados pelo Rotten Tomatoes que viram o filme o aprovaram.

Halloween

Data de estreia nos EUA: 19/10

Aqui Jamie Lee Curtis retorna ao seu icônico papel como Laurie Strode, que enfrenta pela última vez Michael Myers, a figura mascarada que a assombra desde que ela escapou por sorte do massacre na noite de Halloween há quatro décadas.

E aqui a lista é encerrada, com a sensação de que fãs de todos os gêneros terão ao menos um bom filme de terror para aguardar e assistir durante esse ano. Bons sonhos em 2018!

 

 

7 Filmes ruins de 2017

Há poucos dias para o fim do ano e muitos (assim como eu) ainda se perguntam o que teria acontecido para permitirem que aquele péssimo filme fosse produzido com um roteiro tão pobre, ou como aqueles atores que mal conseguem decorar o texto foram contratados, ou os efeitos visuais que não conseguem enganar ninguém, ou ainda tudo isso junto em uma explosão de desastres! Aqui vai a lista de 7 filmes que não deram muito certo:

1. Kingsman: The golden circle

Começando bem, ou o contrário. Depois do imenso sucesso de estreia do primeiro filme, com o maravilhoso Colin Firth nos presenteando com excelentes atuações em cenas de ação, dirigido por Matthew Vaughn, roteiro bem feito e contando ainda com a carta na manga por ser uma ideia inovadora como filme, houve uma queda drástica com o erro de se querer produzir uma continuação. Vemos uma história bem mal contada, situações que não se explicam muito bem, personagens que surgem do nada talvez como justificativa para o acréscimo dos novos atores inseridos na trama, ainda com falas forçadas que não fazem parte do contexto. Decepcionante!

2. The dark tower

Se o próprio autor da série de livros adaptada não gostou muito do resultado final, o que dizer? Realmente foi uma tentativa desesperada de entregar aos fãs um filme contando a história que se passa ao longo dos oito livros de Stephen King, mas tanto a falta de noção dos produtores em tentar enxugar tanta história em apenas um único filme, mais o desempenho pouco satisfatório do ator escolhido para ser um dos personagens principais da trama, O Homem de Preto interpretado por Matthew MacConaughey, e a falta de se desenvolver mais as principais falas e características dos outros personagens, como as do próprio Pistoleiro (idris Elba) fizeram com que toda a expectativa diante de tal produção não fosse condizente com o resultado nas telas. Pode até ser considerado um bom filme se não for comparado às obras.

3. Ghost in the shell

Os amantes de animes, especificamente esta série a qual leva o nome do filme, também ficaram decepcionados com mais outro resultado negativo quanto a tentativa de adaptação. Desde a escolha da atriz principal, a qual no anime não é americana como Scarlett Johansson, até a falta de profundidade sobre a história e todas as questões existenciais de um modo mais amplo do que individualista fizeram com que o filme ficasse muito mais holywoodiano do que deveria. Visualmente ele cumpre aquilo que promete nos trailers, mas não impressiona em nada quanto àquele algo a mais que se esperava.

4. Wish Upon

Poderia ter dado muito certo, mas algo deu muito errado. Esse é um daqueles filmes cuja a ideia de roteiro é boa, a promessa por um terror ressurgindo é interessante, porém talvez a pressa pela finalização (ou baixo orçamento) tenham feito com que se entregasse mais uma tentativa mal sucedida. Quem tem receio de não conseguir dormir à noite depois de assisti-lo, fique tranquilo! Estoure a pipoca, chame os amigos e divirtam-se com mais essa comédia!

5. The Circle

Com um elenco com nomes como Emma Watson, Tom Hanks, Bill Paxton, Ellar Coltrane entre outros é certo de que será um sucesso, não? Não. O que se prometeu deste filme, tanto pelos atores quanto pela trama não aconteceu. Alguns pensaram que seria uma forma de protesto com o que acontece nos dias atuais, com o vícios nas redes sociais, que existiria a reflexão sobre temas da existência humana, mas o que se constatou foi apenas mais um filme mostrando aquilo que já sabemos e como estamos conformados com tudo. Nada de novo.

6. The Mummy

Esqueça tudo o que possas conhecer sobre esta relíquia egípcia, pegue uma mulher, coloque alguns poderes nela e teremos o novo blockbuster do momento. Essa nova versão da história é contrária aos outros filmes sobre múmias que você já tenha visto, onde a personagem, muito bem interpretada por Sofia Boutella, precisa da ajudinha de um homem, neste caso Tom Cruise, para que possa dominar o mundo. O filme vale a pena pelos efeitos visuais que dão um gostinho nas cenas de ação, mas não espere mais do que isso de um filme sem roteiro.

7. Rings 3

Temos aqui o mesmo caso de filmes que deram muito certo da primeira vez e alguém decidiu produzir uma continuação para estragar. Com Rings isso se repetiu não duas, mas três vezes. Dessa vez o medo e impacto inicial do longa foi substituído por lágrimas de desespero de tão ruim que conseguiram deixar a história de Samara. Construíram todo um esquema de cópias da fita vhs original da maldição, fazendo com que muitas pessoas tivessem acesso (e morressem) enquanto um professor conseguisse pesquisar sobre os efeitos psicológicos da filmagem. Com certeza a Samara deve ter se revirado muito no fundo do poço!

Adaptações para o cinema de livros bem sucedidos é uma moda recorrente em Hollywood desde os primórdios da indústria cinematográfica. Todos os anos vemos dezenas de novas produções aparecendo, se popularizando e caindo no esquecimento. Separamos as cinco adaptações mais esperadas para 2018 :

Aniquilação

Um grupo de quatro mulheres é enviado para a Área X, um lugar incompreensível e isolado do restante do mundo há décadas, onde a natureza tomou para si os últimos vestígios da presença humana. Elas fazem parte da décima segunda expedição ao local, cujos objetivos são explorar o terreno desconhecido, tomar nota de todas as mudanças ambientais, monitorar as relações entre elas próprias e, acima de tudo, não se contaminarem. Uma missão mortal, visto que todas as expedições anteriores tiveram resultados assustadores, como suicídios em massa, tiroteios descontrolados e casos de mudança de personalidade súbita seguidos de morte por câncer. O filme estreia dia 22 de fevereiro.

Maze Runner : A Cura Mortal

Última parte da trilogia iniciada nos cinemas em 2014, acompanhará o protagonista Thomaz (Dylan O’brien) a procura da cura para uma doença chamada “Fulgor”, ao mesmo tempo que precisasse decidir se confia ou não nas promessas da organização C.R.U.E.L. O filme estreia dia 25 de Janeiro.

Cinquenta Tons de Liberdade

Ana e Christian têm tudo: amor, paixão, intimidade, riqueza e um mundo de possibilidades a sua frente. Mas Ana sabe que o relacionamento não será fácil, e a vida a dois reserva desafios que nenhum deles seria capaz de imaginar. Ana precisa se ajustar ao mundo de opulência de Grey sem sacrificar sua identidade. E ele precisa aprender a dominar seu impulso controlador e se livrar do que o atormentava no passado. Estreia dia 8 de fevereiro.

Simon VS A agenda Homo Sapiens

Simon tem dezesseis anos e é gay, mas ninguém sabe. Sair ou não do armário é um drama que ele prefere deixar para depois. Tudo muda quando Martin, o bobão da escola, descobre uma troca de e-mails entre Simon e um garoto misterioso que se identifica como Blue e que a cada dia faz o coração de Simon bater mais forte. O filme estreia em Março de 2018.

Jogador Número 1

Num futuro distópico, em 2044, Wade Watts, como o resto da humanidade, prefere a realidade virtual do jogo OASIS ao mundo real. No jogo, seus usuários devem descobrir a chave de um quebra-cabeça diabólico, baseado na cultura do final do século XX, para conquistar um prêmio de valor inestimável. Para vencê-lo, porém, Watts terá de abandonar a existência virtual e ceder a uma vida de amor e realidade da qual sempre tentou fugir. Dirigido pelo lendário Steven Spielberg, o filme estreia dia 29 de Março.

Eu demoro horas escolhendo um livro. Não importa o assunto às opções transbordam pela internet. Para facilitar a sua vida, vou te passar 5 livros para aprender Cinema

Importante dizer, apenas ler não é garantia de sucesso, é preciso utilizar o conhecimento; sendo assim eu vou te indicar 5 tarefas para concluir junto com cada livro, pense nelas como 5 etapas que você precisa superar antes de começar o próximo livro. Quero deixar claro, essa lista não é para preguiçosos, você vai precisar ralar um pouquinho.

Resolvi deixar de fora os livros sem tradução para o Português, livros com a palavra práxis no título, livros focados somente nos filmes da Nouvelle vague. O objetivo é falar em bom português e de forma acessível sem perder a qualidade.

Joia, without further ado, aqui vão 5 livros para aprender Cinema (e como usá-los)

Robert Mckee – Story. Substância, Estrutura, Estilo e os Princípios da Escrita de Roteiro

Tudo começa pelo roteiro, ele é quem vai ditar as regras do filme. É sobre o roteiro que os Diretores vão trabalhar, um filme tecnicamente ruim pode ser salvo por um roteiro interessante, já o contrário…

Mckee explora a mecânica envolvida na criação da história, como estruturar as cenas, como pesar a carga emocional das personagens, qual o melhor modo de apresentar um diálogo. Longe dos assuntos técnicos, ele não ensina como preencher um cabeçalho, qual é a fonte correta, nada disso. Mckee esmiúça as ferramentas necessárias para construir uma história.

 Tarefa

Elabore uma lista com 5 conceitos aprendidos no livro e use eles para analisar qualquer cena de uma Série que você esteja acompanhando. Encaixou? Fez sentido? Depois de fazer isso algumas vezes você vai acabar viciando. E o melhor, entendendo a mecânica das cenas você vai compreender, e quem sabe, analisar melhor os filmes taxados de “paradões”.

Conversas com Scorsese – Richard Schickel

Scorsese é apaixonado por filmes e um grande Diretor, suas obras atingem diversos públicos e o seu nome é unanimidade entre os amantes do Cinema. O autor Richard Schickel é teórico do Cinema e amigo do Scorsese, nesta conversa eles e analisam o reflexo que a vida imprime nos filmes do Diretor e exploram como ele resolveu diversos problemas no set de filmagem.

Tarefa

Ter uma aula de Cinema com o Scorsese é privilégio dos maiores. Intercale os filmes do Diretor com a sua leitura, procure assistir aos mais antigos, tente traçar um paralelo entre o que está na tela e o que ele diz sobre aquele filme. Observe como um grande Diretor transforma problemas particulares em material vivo para o Cinema.

Conversas Com Kubrick – Michel Ciment

Talvez este seja o livro mais trabalhoso da lista, de todo modo, se você está aqui é porque não vai desistir na metade. Kubrick foi um gênio, simples assim. Você pode aceitar essa afirmação de cabeça baixa ou pode mergulhar no universo deste folclórico Diretor. Além da biografia, o livro contém entrevistas, matérias e análises feitas por profissionais que trabalharam para ele.

Tarefa

Assista aos filmes do Kubrick. Vou te propor começar pelo filme de 1957 “Glória Feita de Sangue” e caminhar até 1999 com o filme “De Olhos Bem Fechados”, a tarefa é a mesma, compare a crítica com o resultado na tela. Digerir Kubrick é aprender em uma única pílula Roteiro, Fotografia, Direção de Arte; aprender Kubrick é aprender Cinema.

História do Cinema: dos clássicos mudos ao Cinema moderno – Mark Cousins

Parabéns, não tem volta, esteja pronto para notar a diegése, analisar a mise-en-scène e jamais deixar de comentar as nuances da semiótica. Leitura fácil, Cousins aborda os mais diversos filmes, fala com entusiasmo das obras Africanas impossíveis de encontrar e dos filmes que você já assistiu diversas vezes. Passeio pela história do Cinema, fonte de muitas referências e leitura sem fim, cada visita é uma descoberta.

Tarefa

Você conhece o livro 1.000 Filmes para ver antes de morrer, faça o mesmo com este livro, só é preciso uma adaptação. Muitos filmes citados são impossíveis de encontrar, mesmo assim, você pode substitui-los por outros do mesmo país. Cousins cita um filme indiano de 1940, encontre filmes da mesma região lançados na mesma época, aproxime o máximo que puder. Vou te propor 5 filmes para cada continente. Combina uma coisa comigo, chega de preconceito, não adianta focar nos filmes conhecidos; é o momento de cavar fundo atrás do seu filme Iraniano preferido.

A Linguagem do Cinema– Robert Edgar-hunt

Para fecharmos os 5 livros para aprender Cinema (e como usá-los) vamos terminar com um manual

Aqui os autores explicam conceitos técnicos, sobretudo na Direção de Arte. Os exemplos são ilustrados com filmes acessíveis e o resultado é um manual de fácil absorção. Livrinho joia para fixar os conceitos, alguns dirão – ei, esse livro deveria vir em primeiro lugar – discordo, Cinema, como toda Arte, é para ser sentido antes de ser racionalizado.

Tarefa

Se você chegou até aqui é porque não precisa mais da minha ajuda. Depois de estudar Roteiro, analisar o Scorsese, conhecer a obra do Kubrick e dar espaço para os filmes estrangeiros desconhecidos; você não precisa mais de muitos conselhos sobre Cinema. Só nos resta bater um bom papo, a sua última tarefa é comentar o que você achou dessa experiência e dividir os seus 5 livros para aprender Cinema (e como usá-los).

É isso, dê suas dicas, comente, discuta, concorde e bons filmes.

Quem seria Lars Trier? Nascido em 1956, na cidade de Copenhagem, é carinhosamente chamado de Lars von Trier. O “von” foi adotada por ele durante o período em que esteve na Danish Film School, pois se tratava do apelido dado por seus amigos da época. Trier consegue ser um dos mais (ou o mais) polêmicos diretores do nosso tempo. Tendo até recebido pela direção do Festival de Cannes a declaração de persona non grata, como sinal de repulsa ao cineasta dinamarquês, por suas declarações , brincalhonas, segundo ele alegou mais tarde, de simpatia por Adolf Hitler e pelo nazismo. Dá pra ver que tanto atrás das câmeras quanto pelas obras realizadas, ele é polêmico. Mas brilhante e completamente fora do padrão, costuma ser o oposto do que chamamos previsível. Com filmes que abordam temas pesados ou assuntos mais delicados, ele é responsável por várias obras primas do cinema. Você nunca vai saber o que esperar, já que a surpresa é uma das maiores armas desse grande diretor.

Resultado de imagem para Lars von Trier

Mas não foram apenas seus filmes que o tornaram conhecido. Ele, junto a seu amigo Thomas Vinterberg, foi um dos idealizadores do “Dogma 95”. Trata-se de um manifesto para a criação de um cinema mais realista e menos comercial, contendo 10 regras para um filme, podemos dizer que, mais teatral. Nele não são permitidos o uso de algumas tecnologias, tendo que ser filmado em câmera de ombro e sem qualquer tipo de suportes. A trilha sonora seria apenas o que ressoar no local da cena, e nada de muitos cenários, efeitos especiais ou truques fotográficos. Os filtros são estritamente proibidos (Claro que o Dogma 95 é muito mas complexo que isso, e apenas dei um resumo básico do seu conceito). Porém em seus filmes, apenas um deles segue à risca essas 10 regras: Os Idiotas, de 1998. Então sem mas delongas, vamos para os filmes:


1-Dancer in the Dark (2000)

Imagem relacionada

Protagonizado pela cantora Björk, Selma é uma imigrante tcheca, mãe solteira, que se muda para os Estados Unidos com seu filho Gene. Para sobreviver, trabalha em uma metalúrgica. Porém Selma sofre de uma doença hereditária degenerativa, que a cada dia lhe ocasiona uma rápida cegueira progressiva. Por este motivo Selma guarda cada centavo que ganha, em uma lata na sua cozinha, com o objetivo de custear uma operação que evite que seu filho sofra do mesmo destino que o seu. E foi justamente por isso que se mudaram pra os E.U.A, onde existem mais opções de médicos e tratamentos. Mas o que já esta ruim tende a piorar, e várias coisas começam a acontecer com a personagem ao longo do filme. Sendo um dos filmes mais tristes de Trier, é realmente impressionante e muito bonito. Com vários prêmios importantes ganhados, como a palma de ouro e o de melhor atriz para Björk (Cannes), é um dos meus favoritos.


2-Dogville (2003)

Dogville (2003)

Um dos filmes de Lars Trier que mais cumprem com as regras do Dogma 95, apresentando muita simplicidade em seus cenários ou até com ausência deles. Literalmente são riscos no chão e cortes de cenas pouco convencionais. Todo o filme foi gravado dentro de um galpão na Suécia, com câmera no ombro e ausência de trilha sonora ou deslocamentos temporais. Entretanto foi usada iluminação artificial e cenografia, itens proibidos no Manifesto Dogma 95. Com várias referencias ao teatro incluídas no longa, como o absurdismo, em que os atores improvisam e criam situações em que interagem com objetos que não estão ali como portas invisíveis e assim por diante, o filme é parte de uma trilogia com dois que eram para serem lançados, mas apenas um saiu, a terceira parte ainda esta sem previsão.

Resultado de imagem para dogville

Começa quando Grace se esconde de criminosos que a perseguem. A pequena cidade de Dogville se dispõe a refugiar-la, desde que ela faça valer o esforço. Ela trabalha duro para várias pessoas da cidade para obter seus favores. Mas aos poucos eles começam a perceber que ela lhes deve muito mais. O filme começa aparentemente normal, e com o passar do tempo vai mostrando um lado sombrio e pesado, chegando a um final de deixar qualquer um boquiaberto. (Para um maior aprofundamento veja na nossa de Dogville aqui no cinerama, não vai se arrepender)

3-Anticristo (2009)

Imagem relacionada

Considerado um dos mais violentos,macabros e explícito filme de Trier, esse filme de terror é protagonizado por Willian Dafoe e Charlotte Gainsbourg. Trata-se de um casal que acaba de perder, de uma forma trágica, seu único filho. A mãe entra numa depressão gravíssima, e seu esposo, que é psiquiatra, os isola totalmente da sociedade, indo viver com ela rusticamente em uma cabana na floresta.

Imagem relacionada

É um filme que começa lento, mas a partir do momento que eles se mudam para a cabana, começa a esquentar. Com uma beleza visual fantástica e fotografia que te joga dentro da história, o clima passa a ficar cada vez mais sombrio. Com atuações impactantes e roteiro um pouco forte e pesado, é um filme inteligente e assustador. Lars não poupa o seu público e entrega um produto doloroso de se ver e que muito se assemelha a uma espécie de tortura para a sua mente. Para poucos, mas, uma obra prima.

4-Melancolia (2011)

Resultado de imagem para Melancolia filme

Mas uma vez contendo Charlotte Gainsbourg, como também Kirsten Dunst e Kiefer Sutherland. Todos eles sensacionais em seus papéis. Como o próprio nome diz, umas das produções mais tristes de Trier. Com uma mistura de drama e suspense, esse longa traz uma fotografia bem sombria/escura, com os clássicos takes em câmera lenta que dão aquele toque mais macabro ao filme. Justine (Kirsten Dunst) está prestes a se casar com Michael (Alexander Skarsgard), e recebe a ajuda de sua irmã, Claire (Charlotte Gainsbourg). Mas ao mesmo tempo que tudo isso acontece, nossa protagonista passa por problemas pessoais, chegando a surtar muitas vezes. E como se não bastasse, eles estão perto do fim do mundo, pois existe o risco de um outro planeta colidir com a terra. O filme é uma clara alusão a depressão em si e em todo o seu contexto. Com fotografia, trilha e atuações belíssimas e que ajudam bastante, um claro estudo da vida por Lars von Trier. (Também temos uma ótima crítica aqui no cinerama sobre o Melancolia, confere lá porque vale a pena!)

5-Ondas do Destino (1996)

Resultado de imagem para Ondas do destino

O filme que trouxe a tona o grande potencial de Trier, pois foi quando ele passou a ser mais reconhecido. Nunca espere um filme tranquilo, quando a direção esta nas mãos de Lars von Trier. A trama é passada no norte da Escócia, onde uma jovem mulher com uma leve deficiência mental, Bess (Emily Watson), se apaixona e se casa com um dinamarquês (Stellan Skarsgard, 1 de 5 filmes que ele viria a participar com Lars). Ele trabalha em uma plataforma de petróleo e sofre um acidente onde quebra o pescoço e fica provavelmente incapacitado para o resto da vida. Nesta situação e vendo sua mulher sofrendo, ele a pressiona para procurar amantes e depois a contar os prazeres e detalhes de suas experiências. Bess não deseja isso e sofre tremendamente em seu suplício. Mas assume que seu propósito em vida é servir aos outros e abdicar de si mesma em nome do amor. Isso é só um breve resumo da grandiosidade que o filme tem, numa atmosfera totalmente única e com interpretações e abordagens bem delicadas. Como sempre uma fotografia lindíssima, paisagens de grande beleza e com a brilhante e hipnotizante atuação de Emily Watson. Muito, mas muito comovente. Uma obra essencial sobre o amor, a bondade e principalmente a humanidade.

 

Stranger Things voltou com tudo e estamos cada vez mais apaixonados por El, Mike, Lucas e Dustin. Will, que teve destaque nesta temporada, também ganhou nosso coração e Max chegou com atitude complementando o time de crianças mais fofas e estilosas das produções audiovisuais.

Contudo, Millie Bobby Brown, Finn Wolfhard, Caleb McLaughlin, Noah Schnapp, Gaten Matarazzo e Sadie Sink não são os únicos e nem os primeiros atores e atrizes mirins a darem um show nas telas.

Confira 5 filmes com grupos de crianças que lembram a série Stranger Things!

1. It: A Coisa (2017)

Com roteiro de Chase Palmer, Cary Fukunaga e Gary Dauberman e dirigido por Andy Muschietti, o filme é uma adaptação do livro de mesmo nome de Stephen King, lançado em 1986 e conta a história de sete crianças de Derry, uma cidade do Maine, que são aterrorizadas por Pennywise, um palhaço que se alimenta do medo deles.

No elenco infantil estão Sophia Lillis (Beverly), Jaeden Lieberher (Bill), Jack Dylan Grazer (Eddie), Wyatt Oleff (Stanley), Chosen Jacobs (Mike), Jeremy Ray Taylor (Ben), Jackson Robert Scott (George) e Finn Wolfhard (Richie), o Mike de Stranger Things.

Em 1990 o livro foi adaptado para um telefilme com título It – Uma Obra-Prima do Medo (no Brasil) e contou com Annette O’Toole (Beverly), Richard Thomas (Bill), Dennis Christopher (Eddie), Richard Masur (Stanley), Tim Reid (Mike), John Ritter (Ben) e Harry Anderson (Richie).

2 – Super 8 (2011)

Um grupo de amigos apaixonados por cinema estão gravando um filme com uma câmera super-8 quando presenciam um terrível acidente de trem que desencadeia uma série de coisas estranhas. Produzido por ninguém menos que Steven Spielberg, Super 8 foi escrito e dirigido por J. J. Abrams.

No elenco principal estão Joel Courtney (Joe), Riley Griffiths (Charles), Ryan Lee (Carey), Zach Mills (Preston), Gabriel Basso (Martin) e Elle Fanning (Alice).

3 – Conta Comigo (1986)

Baseado no conto The Body (no Brasil, “O Outono da Inocência – O Corpo”) presente na coletânea “As Quatro Estações” de Stephen King, o drama trás no enredo a história de um escritor que se recorda de quando ele e três amigos saíram juntos em busca do corpo de um adolescente que estava desaparecido na mata há mais de três dias, vivendo uma jornada de auto-descoberta que os marcaria para sempre.

Conta Comigo foi dirigido por Rob Reiner e escrito por Raynold Gideon e Bruce A. As crianças foram interpretadas por Wil Wheaton (Gordie), Corey Feldman (Teddy), Jerry O’Connell (Vern) e River Phoenix (Chris), que viria a falecer menos de uma década depois vítima de insuficiência cardíaca induzida por drogas, encerrando sua promissora carreira.

4 – Os Goonies (1985)

Também produzido por Spielberg, escrito por ele e Chris Columbus, e dirigido por Richard Donner, Os Goonies conta as aventuras de um grupo de amigos em busca de um tesouro, enfrentando terríveis armadilhas e outros perigos. O filme foi extremo sucesso na época de seu lançamento.

Interpretando as crianças Sean Astin (Mickey), Corey Feldman (Bocão), Ke Huy Quan (Dado), Jeff Cohen (Gordo), e os jovens Kerri Green (Andy), Martha Plimpton (Stef) e Brand (Josh Brolin).

5 – Et – O Extraterrestre (1982)

Ainda falando de Spielberg, não poderia faltar o clássico atemporal Et – O Extraterrestre. O filme considerado um dos maiores sucessos de bilheteria de toda a história do cinema foi dirigido por Steven e escrito por Melissa Mathison e trás no enredo a história de um alienígena que faz amizade com um garoto de 10 anos e seus irmãos, colocando-os em grandes enrascadas e muitas aventuras enquanto tenta voltar para casa.

Henry Thomas (Elliot), Drew Barrymore novinha (Gertie), Robert MacNaughton (Michael) e Drew Barrymore (Gertie) novinha, formam o elenco infantil/juvenil do longa.

A série Stranger Things faz referências a alguns desses filmes e muitos outros e parece que seu sucesso está trazendo a criançada de volta para as telonas. Será que vamos reviver um pouco dos anos 80 na sétima arte?

Quais filmes ou obras audiovisuais com grupos de crianças você assistiu? Comente.

Uma das reclamações mais frequentes de quem assina a Netflix é a escassez de bons filmes no catalogo, especialmente quando se trata de terror. O fato é que existem muitos filmes disponíveis no serviço, o suficiente para você deixar passar algumas produções excelentes e acabar assistindo a algo ruinzinho. Mas calma, é pra isso que a gente ta aqui. Nessa lista você vai encontrar 9 ótimos filmes de terror disponíveis na Netflix, dos quais provavelmente nem ouviu falar.

Corrente do Mal (2015)

Depois de um encontro romântico com a pessoa desejada você descobre que ela te passou uma maldição, e que agora uma entidade que pode tomar a forma de qualquer pessoa está te perseguindo em todos os lugares, com o único objetivo de te matar. O que você faz? É a essa pergunta que a personagem Jay, de 19 anos, precisa responder em Corrente do Mal, um thriller de paranoia inovador e extremamente bem dirigido.

 

Creep (2015)

Um filme com apenas dois personagens, capaz de te deixar grudado na tela do início ao fim. A história segue Aaron, um filmografista que aceita o trabalho de filmar Josef, um homem com uma doença terminal que quer deixar um registro em vídeo para seu filho ainda não nascido. Acontece que Josef começa a se comportar de modo estranho, fazendo Aaron acreditar que está lidando com um homem com sérios desvios mentais. A atuação de Mark Duplass (Josef) é inquietante, e o final de Creep é capaz de surpreender qualquer um.

 

Amizade Desfeita (2015)

O filme que se passa todo na tela de um computador, acompanhando uma conversa entre amigos que recebem uma mensagem da colega Laura Barns. O problema? Laura Barns cometeu suicídio há mais de um ano. Acreditando se tratar de uma brincadeira e seguindo o conselho de que não devemos responder mensagens dos mortos, os amigos entram numa espiral de perguntas que podem ter respostas desagradáveis.

 

Ao Cair da Noite (2017)

Uma doença letal se espalhou pelas cidades, enquanto em algum lugar na floresta Paul e sua família conseguiram se salvar e levar a vida numa casa isolada. O convívio regrado deles, porém, é abalado quando uma família desesperada pede refúgio em sua casa. Paul os acolhe, sem saber que atritos e desconfianças tomariam conta do ambiente e o forçariam a tomar decisões inimagináveis para proteger sua família.

Honeymoon (2014)

Dois jovens recém-casados, Paul e Bea, decidem passar a lua de mel em um lugar distante, no interior, onde a promessa de romance e privacidade os aguarda. Durante uma noite no lugar, Paul acorda e percebe que Bea sumiu. Ele sai para procurá-la e a encontra vagando pela floresta, desorientada. O episódio é justificado como sonambulismo, mas Paul acredita que algo está acontecendo com sua esposa, já que cada vez mais ela se comporta como se não estivesse ali.

Ninho de Musaranho (2014)

Década de 50, Madri. Montse, uma mulher que sofre de agorafobia vive com sua irmã mais nova, já que a mãe morreu durante o parto e o pai abandonou as filhas. A condição de Montse faz com que ela viva trancada dentro do apartamento, acompanhando a vida da irmã no mundo lá fora. Mas a chegada de um novo vizinho, Carlos, faz com que a relação entre elas siga um caminho assustador.

O Mistério De Candyman (1992)

Uma jovem universitária está fazendo um trabalho sobre lendas urbanas, e decide visitar conjuntos habitacionais onde supostamente o espírito de um escravo vaga. Esse espírito pode ser invocado ao ter seu nome (Candyman) dito 5 vezes em frente ao espelho. Disposta a desmentir a história, a jovem realiza o ritual e recebe a visita da entidade, que inicia uma série de assassinatos para convencê-la de sua existência.

O Hospedeiro (2006)

Como resultado do descarte químico feito em um rio sul-coreano, uma criatura surge e ataca a população que vive por perto. Dentre as vítimas está uma garotinha, que é levada para longe pelo monstro. Agora resta ao seu pai, juntamente com seu avô, tio e tia procurarem pela garota nos arredores, enquanto são perseguidos pelo governo, que acredita que o grupo pode estar infectado com uma doença trazida do rio.

 

 Vírus (2009)

Quatro jovens tentam fugir de um vírus que tomou o mundo todo viajando para uma praia isolada no Golfo do México, porém seus planos começam a dar errado quando o carro quebra em uma estrada isolada, obrigando-os a enfrentar uma luta pela sobrevivência.

A premissa é simples, mas muito bem executada. As questões morais são sólidas e abordadas da forma mais impactante possível, através de um ótimo trabalho de direção, que caracteriza um filme que pode ser visto e apreciado por todos.

Isso é tudo, pessoal. Conhece algum outro filme excelente escondido no catálogo? Comenta aí embaixo, e até a próxima.

Stranger Things está de volta, e todos os maratonistas já escolheram os melhores momentos dessa nova temporada.

O talento de Noah Schnapp

É inevitável não ficar de cara com a evolução do personagem Will. Afinal aquele tempo todo procurando o menino no mundo invertido não foi atoa, não. Há pelo menos 3 episódios nessa temporada que fazem ficar embasbacada com sua atuação, vai da caída no chão tendo uns tremeliques sinistros ao exorcismo com ar quente..
Emmy, Noah merece uma indicação, viu?

Mad Max

Mesmo sem um grande desenvolvimento na trama é inegável o carisma natural que a atriz Sadie Sink carrega ao decorrer de cada episodio. O jeitinho ogro conquistou não só Lucas e Dustin, mas a maioria dos telespectadores.

O final digno de Barb

A prova viva que a voz do povo é a voz de deus (?)
No final da primeira temporada, a indignação geral, foi com o a total falta de desfecho na historia da personagem barbara, interpretada por Shannon Purser. A atriz que até foi indicada ao Emmy pelo papel, e teve finalmente um fim digno com seu velorio .

Bob

Quando Sean Astin apareceu em cena foi difícil desvencilhar ele do inesquecível Sam, da trilogia senhor dos anéis. Mas os episódios foram passando, e passando e ah a dor… netflix a senhora tem que ser muito malvada pra colocar no nosso caminho um ser de luz e amor desses e tira-lo em tão pouco tempo. Fiquei só a personagem da Winona Ryder aqui em casa: não consegui superar.

Dustin e Steve

Dá vontade né? @Nancy
Uma coisa que foi bem trabalhada no roteiro dessa segunda temporada foram os vínculos de personagens que não tinham lá uma grande conexão na temporada anterior. Dustin e o Steve são a maior prova de como isso foi feito com excelência. A relação dos dois é aquela coisa de irmão mais velho ajudando o irmão mais novo, ficou super fofo e tirou menino Steve do limbo dos personagens chatos.

Hopper e Eleven

Mais um vinculo sincero criado com sucesso! É difícil não se emocionar com relação de pai e filha entre o xerife e a pequena “Jane”. Algo que, trabalhado da forma errada poderia soar forçado, ou totalmente piegas. Créditos a Millie Bobby Brown e David Harbour por suas ótimas interpretações.

Seguindo a série que lista estreias da Netflix, aqui estão os títulos que entrarão no catálogo nessa segunda semana de outubro:

 

12 de outubro

Dynasty (1ª temporada)
Meus 15 anos: O filme

 

13 de outubro 

A babá
Os Meyerowitz: Família não se escolhe
Mindhunter 
(1ª temporada)
Super monsters (1ª temporada/Infantil)
Nosso reino
Voltron: O defensos lendário 
(2ª temporada/Infantil)

 

15 de outubro 

Criminal Minds (12ª temporada)
Evereste
Fala Comigo
Frozen 
(Infantil)
Frozen fever (infantil)

Shaun, o carneiro (Infantil)

The Fosters (4ª temporada)

 

17 de outubro 

Gold

E aí, encontrou algo que te interessa ou achou as adesões da semana fracas?

"O cinema é um modo divino de contar a vida"
Federico Fellini

© 2018 Cinerama Clube.

Todos os direitos reservados.

[email protected]

Developed By: Vedrak Devs