Categoria: Curiosidades

SÃO PAULO – Desde o lançamento do novo trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ surgiram diversas teorias sobre ”Onde está a Joia da Alma”, diversos fãs da Marvel Studios lançaram seus palpites de que a Joia da Alma possa está em Wakanda, com Homem de Ferro e até mesmo que a Última Joia seja Capitão América (algo irrelevante para alguns porém qualquer teoria é válida). Ontem um Fã citou uma teoria que diverso público anda comentando de que a última Joia não apresentada no UCM esteja com Adam Warlock o personagem cujo foi anunciado em ‘Guardiões da Galaxia Vol. 2’.

Mas para tristeza de muitos que acreditavam nessa teoria, ela foi desmentida logo após um fã ter marcado James Gunn em um Gif do personagem e com a legenda “Eu tenho 99% de certeza de que a Joia da Alma está com ELE!” e em sequência o diretor mandou sua resposta direto e claro: “Você estaria 99% errado. Foi mal!”

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Não sabemos se o personagem será introduzido na batalha contra Thanos em ‘Guerra Infinita’ ou em ‘Os Vingadores 4’ pois vale lembrar que ele é de grande ajuda nas HQ’s na luta contra o Titã.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ chega aos cinemas no dia 26 Abril e continua quebrando recordes em venda de Ingressos e suas primeiras críticas serão lançadas no próximo dia 24, um dia após o lançamento das primeiras impressões. É o primeiro filme a reunir todo Universo Cinematográfico de uma só vez, a Direção fica em mãos de Joy Anthony Russo.

CONFIRAM O TRAILER: 

 

Termos cinematográficos

ALGUNS TERMOS BÁSICOS

Cinema: do grego: – kinema “movimento”. Que significa a arte/técnica de fixar/reproduzir imagens que criam ilusão de movimento produzem movimento.

Roteiro: a história do filme escrita em papel. Com as falas e tudo que for pertinente para a composição do filme.

Quadro/Frame/Fotograma: a imagem única estática do filme, é a menor unidade de um filme. Várias imagens (frames) geram ilusão de movimento. Em geral, o ritmo é 24 quadros por segundo. Hoje em dia não é necessário mais gravar em película, devido a digitalização do cinema.

Tomada/Take: tudo que é registrado pela câmera (do play ao stop).

Plano: pedaço sem interrupção no filme, o que não é cortado na filmagem.

Cena: sequência de planos em uma mesma locação e em um mesmo tempo (sem elipse). Quando muda a locação, muda-se a cena.

Sequência: conjunto de cenas (duas ou mais cenas) que formam um “capítulo” narrativo.

Enquadramento: enquadrar é estabelecer o que fará parte do filme no momento de sua realização. Em termo mais operacional, é definir a forma como o espectador captará o universo criado no filme. O enquadramento é dependente de três elementos: plano, ângulo e lado do ângulo.

Corte: após o registro em tomada, o filme deve ser cortado. Corte é a passagem entre dois planos.

Elipses: salto temporal que não mostra a passagem do tempo.

planos 

Quanto à distância do objeto filmado:

A) Plano Aberto/Geral / Long Shot: Câmera fica longe do objeto principal, tem o objetivo de demonstrar o cenário

(Filme: Intriga Internacional, Hitchcock, 1959).

B) Plano Médio: é o plano entre o geral e o close up. Também estabelece relação entre o objeto principal (ator ou atores…) e o cenário. Estudiosos debatem sobre a natureza deste plano. Há quem diga que o plano médio enquadra todo o personagem com espaço negativo (ar) entre os pés e a cabeça. Mas também há quem diga que consiste em enquadrar o personagem da cintura para cima.

(Filme: O Iluminado, Kubrick, 1980).

C) Plano Fechado/Primeiro Plano/Close Up: a câmera situa-se bem próximo ao objeto principal, da linha do peito para cima. Possui um maior valor dramático, buscando salientar a expressão do personagem, intimidade.

(Filme: 12 anos de Escravidão, Steve McQueen, 2013).

D) Plano Conjunto: dois ou mais personagens, interessando em mostrar a interação entre eles, mas sendo possível ver boa parte do cenário.

(Filme: Festim Diabólico, Hitchcock, 1948).

E) Plano Americano: câmera registra o personagem do joelho para cima. Muito usado em filmes de Western para mostrar o saque da arma e os movimentos dos membros envolvidos nesse tipo de cena (cenas de duelos).

(Filme: Por uns dólares a mais, Sérgio Leone, 1965).

F) Primeiríssimo Plano/ Big Close Up: linha do ombro para cima, usado para imagem de choque.

(Filme: 2001 – Uma Odisséia no Espaço, Kubrick, 1968).

G) Plano Detalhe: foca-se em uma especificidade do rosto ou do corpo do personagem.

(Filme: Bruxa de Blair, Eduardo Sánchez, Daniel Myrick, 1999). 

ÂNGULOS

Quanto à altura:

A)    Ângulo Normal: na altura dos olhos.

(Filme: O Lobo de Wall Street, Scorsese, 2014).

B) Plongée: câmera alta, acima do nível dos olhos, com objeto abaixo. Em francês significa “mergulho”. Usado para transmitir a inferioridade do objeto principal (diminui a noção de dimensão) em relação a algum aspecto narrativo. Este ângulo, tendo em vista personagens, sugere algo acima do próprio personagem que abala seu equilíbrio emocional (medo, temor, apreensão…) – de cima para baixo.

(Filme: Harry Potter e a Ordem da Fênix, David Yates, 2007).

C) Contra Plongée: câmera alta com objeto abaixo. Usado para transmitir o oposto do Plongée, isto é, superioridade de objetos e personagens em relação ao aspecto narrativo – de baixo para cima.

(Bastardos Inglórios, Tarantino, 2009).

Quanto ao lado

A) Ângulo Frontal: câmera em linha reta com o nariz do personagem.

(Filme: A Pele que Habito, Almodóvar, 2011).

B)    Ângulo ¾: câmera a 45° do nariz do personagem

(Filme: O Grande Lebowski, Ethan Coen, Joel Coen, 1999).

C) Perfil

D) Nuca

Quanto ao movimento

A) Panorâmica: o plano em que a câmera gira sobre seu próprio eixo, horizontalmente, verticalmente oblíqua ou circular, mas sem deslocamento.

B) Plano de Ambientação/Estabelecimento: possui a finalidade de apresentar o universo a ser explorado, é um plano geral em movimento.

C) Travelling/Traking Shot: a câmera se desloca no espaço geralmente por meio de dolly (carrinho em cima de um trilho).

dolly

D) Grua: guindastes onde câmeras são instaladas e operadas por meios de comandos. Possibilita movimentos amplos, sair de um plano detalhe e ir para um plano geral, por exemplo. Em filmes de ação, são instaladas gruas em carros ou outros veículos com o objetivo de acompanhar o movimento.

grua

E) Plano Sequência: plano longo, sem cortes. Se algo der errado, tudo será refeito. Confere teor realista às produções.

F) Plano Holandês: câmera inclinada, usada para passar instabilidade psíquica.

G) Lapso de tempo: acelerar imagem, geralmente urbanas.

H) Câmera tremida: filmes de ação.

Lembrando que todas essas técnicas podem e são combinadas para a construção narrativa.

 

MISE – EN -SCÈNE

Há dois pontos na arte de fazer cinema: o que você faz com a câmera, como operar a câmera (enquadramento), o outro é o que você quer registrar com a câmera, eis a mise -en- scène. Em tradução literal do francês é: obtenção em cena, mas podemos dizer que é “colocar em cena”, ou seja, disposição de elementos na construção narrativa. É a parte técnica cinematográfica com que mais estamos familiarizados, mesmo sem nos dar conta: muitas vezes não lembramos ou não percebemos artisticamente (de forma consciente) os cortes, os planos, ou a movimentação de câmera, mas lembramos do figurino, das tonalidades da fotografia…

Elementos da mise – em – scène

1- Cenário / locação

2- Figurino e Maquiagem

3- Iluminação

4- Encenação: movimento e interpretação (atuação)  

Os conceitos inerentes aos elementos acimas expostos são extensos e fica para um futuro texto.

PÓS-PRODUÇÃO

Montagem e Edição Em termos gerais, diz-se que montagem é o mesmo que edição, mas edição não é o mesmo que montagem. Varia de acordo com o país e a linha metodológica adotada. É um ponto polêmico. Há linhas que veem a montagem como algo mais conceitual, remetendo ao sentido do filme, cabendo à edição a parte mais técnica do processo. No primeiro sentido, a montagem é o conceito por trás da técnica de edição. No Brasil, comumente, montagem é utilizado para o cinema e edição para televisão e vídeos, mas é uma dicotomia muito controversa, tal como podemos demonstrar com as seguintes citações:

“Cortar [cutting] ou editar [editing] um filme é ligar os planos fisicamente na ordem em que eles devem ser projetados” (Kawin, 1992: 49).

Planos e cortes compõem praticamente todo o mundo visual do filme, tanto quanto as palavras e sua ordem compõem a frase, ou uma sequência de frases torna-se um livro. O termo genérico para o que foi organizado no âmbito do plano é mise-en-scène. O termo genérico acerca de como os planos estão ligados é montagem [montage] (Estes são dois dos mais importantes e problemáticos termos nos estudos de cinema …) […] o espectador interpreta a montagem para estabelecer o que esses pontos de vista distintos podem ter a ver um com o outro (Kawin, 1992: 51).

A edição [editing] é a arte de tomar decisões sobre o comprimento do plano, seleção e sequenciamento. Corte [Cutting] é o ato de emendar pedaços de filme. Decidir o quanto incluir de um plano em um filme, sugerir e manipular sua matriz interpretativa, cortando entre dois planos, é o trabalho do editor do filme” (Kawin, 1992: 436).

Alguns elementos:

Fade in: aparição gradual da imagem por meio de iluminação.

Fade out: desaparição gradual da imagem por meio de iluminação.

Fusão: sobreposição de imagens.

Trilha sonora:

A) Música Diegética: a música está dentro da narrativa do filme, o personagem escuta a música.

B) Música Extradiegética: a música não está dentro da narrativa do filme, o personagem não escuta a música, ela é dirigida ao espectador para manipular atmosferas e emoções.

 

CORTES  

Como já dito acima, corte é “a passagem entre dois planos”.

Alguns tipos de cortes:

A) Standard Cut/ Hard Cut/ Corte Seco: é o tipo mais comum nas edições. É o corte sem efeitos de transição e apenas isso.

B) Jump Cut: é um tipo de corte seco (sem transição) que produz dois planos a partir de uma tomada/take de forma brusca, indicando passagem de tempo pequena. Muito usado em edições de conteúdos produzidos no YouTube, pois funciona eliminando pausas e falhas comuns às falas.

C) Cutting on Action: passagem de um plano para o outro, onde o último coincide com a ação do primeiro plano. O corte é feito no momento da ação, e é finalizada no outro plano. Utiliza-se, bastante, em cenas de lutas.

D) Cutaway: corte que interrompe um plano e insere um elemento que não estava em cena anteriormente. Um objeto que contribui tanto para a contextualização, quanto para a dramaticidade narrativa não só pelo seu significado, mas pela suspensão do desenrolar do primeiro plano.

E) Cross Cut: também chamado de “edição paralela”. Usado para contar acontecimentos em lugares distintos ou histórias paralelas sincronizadas.

F) Match Cut: corte que mostra cenas diferentes, mas com imagens semelhantes e com aspecto de continuidade (um cano pingando e logo após gotas de chá pingando na xícara).

G) Smash Cut: corte repentino onde, geralmente, não haveria um corte. Normalmente a passagem ocorre entre cenas com carga emotiva bem diferentes entre si (tensão x tranquilidade). Suspende a carga emotiva e a dramaticidade, mas cria-se uma expectativa e uma interrupção emocional no espectador.

H) Invisible Cut: produzir a ilusão de que não há um corte. É feito focando um objeto escuro no fim da primeira sequência e no começo da próxima (vide filme Festim Diabólico, Hitchcock).

I) J Cut: áudio do segundo corte chega antes da sua imagem.

J) L Cut: áudio do primeiro corte é prolongado para o segundo corte.

Kawin, Bruce. How Movies Work. Berkeley: University of California Press, 1992

 

 

01 – The Shape Of Water/A Forma Da Água

Por quê é indispensável?: liderando com 13 indicações, incluindo as categorias principais como: melhor filme, direção, roteiro adaptado e melhor atriz para Sally Hawkins. Além das principais, Richard Jenkins e Octavia Spencer concorrem na “melhor ator coadjuvante”.

02 – Three Billboards Outside Ebbing, Missouri/Três Anúncios Para um Crime

Por quê é indispensável?: com 7 indicações é uma aposta grande como vencedor da noite, visto que retrata assuntos importantes como agressão contra mulher, crimes negligenciados e estupro. Tem Frances McDormand concorrendo a melhor atriz e trás Woody Harrelson e Sam Rockwell concorrendo a melhor coadjuvante pelo mesmo filme, algo que não acontecia a anos.

03 – Get Out/Corra!

Por quê é indispensável?: Jordan Peele é o primeiro homem negro a ser indicado nas categorias melhor direção, melhor filme e produção no mesmo ano. Com 4 indicaçãoes, incluindo melhor ator para Daniel Kaluuya e roteiro original. Corra! é indispensável e extremante importante pra historia do cinema.

04 – Call Me By Your Name/Me chame pelo seu nome

Por quê é indispensável?: o brasileiro Rodrigo Teixeira é um dos produtores, além de abordar questões e a visibilidade LGBT, o ator Timothée Chalamet quebrou o recorde de ator mais jovem a ser indicado. Além disso, o longa concorre a melhor roteiro adaptado e canção original.

05 – Lady Bird/A Hora de Voar

Por quê é indispensável?: o filme é dirigido por Greta Gerwig, que se tornou a 5° mulher a ser indicada em 90 anos de premiações. Com mais outras 4 indicação, incluindo de melhor atriz para Saoirse Ronan e coadjuvante para Laurie Metcalf, o longa concorre a melhor filme e roteiro original. Retrata a sinceridade de um relacionamento entre mãe e filha como nenhum outro e é cheio de traços feminista.

06 – Dunkirk

Por quê é indispensável?: com 8 indicações, dunkirk é o segundo filme mais nomeado desse ano. Além de contar com a primeira indicação de Christopher Nolan a melhor direção, o longa que conta é baseado em fatos reais, também concorre a melhor filme e a quase todas as categorias técnicas, é indispensável se você é um grande fã de mixagem de som e fotografia.

15 Second Horror Film Challenge é um desafio internacional organizado pela Troma Movies no qual diretores devem criar, como sugere o título, curtas-metragens de terror em 15 segundos que sejam capazes de assustar tanto quanto (ou mais) do que filmes de longa duração.

A terceira edição do concurso terminou recentemente, tendo como vencedor o curta chileno “Emma”, de Daniel Limmer. A obra foi descrita como “uma história sinistra” e está repercutindo por toda a internet. Abaixo você confere a pequena e assustadora história de Emma

A lista completa dos participantes você assiste nesse link. Bons sonhos.

Quando se trata de cinema, um dos gêneros com o maior número de fãs fiéis é, sem dúvidas, o gênero de ficção científica. E não é pra menos, ele permite que façamos parte de mundos ora cheio de esperança e ora sombrios, mas sempre fantásticos e cheios de possibilidades a serem exploradas. É um gênero que eleva a discussão sobre o que é ser humano a outro patamar.

Primer (2004). O filme aborda o assunto através de uma complexidade nunca antes vista no cinema.

Uma das temáticas mais abordadas e adoradas desse gênero é a viagem no tempo. O conceito parece abrir um leque ilimitado de possibilidades, criando paradoxos e interpretações da realidade que nem sabíamos ser possíveis. Hoje, porém, com o conhecimento acerca de física temos a noção praticamente plena acerca da viabilidade e efeitos de tal viagem. Mas e quando não tínhamos? Quem imaginou, quando imaginou e como imaginou a primeira viagem no tempo? Viajemos ao passado para descobrir.

De onde (quando) veio a ideia?

É seguro dizer que quem inaugurou o conceito de viagem no tempo na ficção foi Samuel Madden. Em seu livro Memoirs of the Twentieth Century (escrito em 1733) o irlandês imagina o futuro através de cartas diplomáticas, que na história foram escritas por representantes britânicos que vivem em Constantinopla, Paris, Roma e Moscou, durante os anos de 1997 e 1998.

“O futuro deve ajudar o passado?”

Não existe diferença tecnológica entre o futuro imaginado pelo autor e o ano em que o livro foi escrito, o que os difere é a situação política do mundo. O livro funciona mais como uma sátira de As Viagens de Gulliver, que havia sido publicado 7 anos antes. A ideia pode parecer rudimentar, mas o fato é que ela foi muito mais do que apenas um esboço do que estava por vir.

Quem popularizou?

Mas não seria até 1895 que as histórias sobre viagem no tempo tomariam a forma pela qual as conhecemos hoje. Nascia pelas mãos de H.G. Wells o livro A Máquina do Tempo.

A história gira em torno de um personagem conhecido apenas como “O Viajante do Tempo”, que baseado em conceitos matemáticos constrói uma máquina capaz de se mover pela Quarta Dimensão (o tempo). Usando a máquina, o viajante se transporta para o ano 802.601 d.C., onde encontra um mundo paradisíaco habitado por uma raça ascendente dos humanos, os Elóis, que são pacíficos, mas predados por uma raça antes dominada por eles, que vive no subterrâneo.

A descrição da máquina feita no livro era vaga. Ela foi imaginada assim no primeiro filme.

O livro foi adaptado duas vezes para o cinema, uma em 1960 dirigida pelo mestre da ficção científica George Pal e outra em 2002, dirigida por Gore Verbinski e Simon Wells (bisneto do próprio H.G. Wells), estrelando Guy Pearce como o viajante.

A influência do inventivo livro assinado pelo autor britânico é inegável e imprescindível quando consideramos todo o conteúdo sobre viagem no tempo que veio a seguir.

E qual foi o primeiro filme a respeito?

O primeiro filme sobre viagem no tempo foi A Connecticut Yankee in King Arthur’s Court (o título dessa versão especificamente não foi traduzido para o português, mas versões posteriores traduziram como “Um Yankee na Corte do Rei Arthur” e “Na Corte do Rei Arthur), de 1921.

O filme é uma adaptação silenciosa do livro de 1889, escrito por Mark Twain, e conta a história do ianque titular, Martin Cavendish, que após ler o próprio livro de Twain, é transportado para os tempos do Rei Arthur, onde precisa usar seus conhecimentos modernos para despistar os inimigos do rei, Morgan le Fay e Merlin. O roteiro atualizou os conceitos do livro com referências modernas, como carros Ford e políticas americanas da época. A obra se tornou um clássico ao retratar, pioneiramente, o choque cultural que pode ser desencadeado por viagens no tempo, criando um estilo de narrativa cinematográfica que é reproduzida até os dias atuais.

Lamentavelmente, apenas alguns rolos do filme foram salvos, mais precisamente os rolos 2, 4 e 7. O banco de dados americano de filmes mudos o tem apenas em partes, o que é uma pena, pois o filme responsável pela criação de um estilo quase centenário merece alguns estudos mais profundos. Infelizmente, filme não é o material mais resistente do mundo…

Enfim. Viagens no tempo sempre estiveram no imaginário popular, sendo assim é impossível traçarmos uma linha do tempo muito precisa acerca de todas as referências anteriores ao cinema, mas espero, sinceramente, que essa breve história sobre esse tipo de histórias tem satisfeito a sua curiosidade, leitor.

Até a próxima!

 

 

A sétima e penúltima temporada de Game Of Thrones (A Guerra dos Tronos) teve sua season finale há apenas dois meses e já estamos em abstinência. Ao que tudo indica a season 8 da série só será exibida em 2019, isso significa quase dois anos sem GoT!

D O I S  A N O S.

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A boa notícia é que durante o longo tempo em que viramos filhos da tormenta aguardando o retorno de uma das melhores séries da atualidade podemos descobrir mais sobre o universo e nos conectar com pessoas que também amam falar de GoT no aplicativo Thrones Amino, um app que é como um fórum, chat e comunidade, tudo em um lugar só!

Receba notícias, conheça outros fãs, converse sobre os episódios, temporadas e personagens em uma comunidade de espectadores ávidos da série.

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No Thrones você encontra enquetes, memes, quiz… também tem muita teoria e uma super Wiki com tudo sobre as casas, famílias e fatos históricos preenchida pelos próprios fãs. Também tem árvore genealógica e imagens de personagens dos livros que não estão na série – quem não tem curiosidade de saber como eles podem ser?

O Thrones Amino (que ganhou recentemente uma versão em português) pode ser baixado tanto no sistema Android quanto no IOS e é totalmente gratuíto.

Siga a nossa conta no app: http://aminoapps.com/p/ghudc

Imaginava-se que o capacete que o personagem usava fosse uma homenagem ao seu avô Darth Vader/Anakin Skywalker, porém na New York Comic Con uma exposição pode ter revelado outro motivo por trás da máscara!

Na exposição, a descrição oficial do objeto: “Kylo Ren é filho de Han Solo e Leia Organa, protegido de Luke Skywalker e eventual mestre dos cavaleiros de Ren. Ele é conhecido como o “Assassino de Jedi” entre os rankings da Primeira Ordem. Seu capacete foi trabalhado para mascarar seu rosto e sua voz, escondendo sua identidade enquanto mergulha ainda mais no poder do lado escuro da Força.”

Então, pode ser que o personagem na verdade tenha vergonha de sua família e de seu passado como Ben Solo, não gostando de ser reconhecido por seu nome.

Star Wars: Os últimos Jedi irá para as salas dos cinemas no dia 14 de dezembro de 2017.

O filme estrela Dylan O’brien como Mitch Rapp, um agente especial da CIA recrutado para trabalhar em uma missão com o veterano da Guerra Fria Stan Hurley (Michael Keaton), essa investigação pode levar a uma guerra letal turca podendo ser chamada de Terceira Guerra Mundial
.  
  1. American Assassin, foi baseado no décimo primeiro romance (cronologicamente o primeiro) do best-seller do autor Vince Flynn.
  2. Dylan O’brien queria ter um melhoramento no personagem e fez dois dias de academia para treinamento em combates:
    “Sim, era dois dias na academia, muitos pesos pela manhã e depois lutavam na formação da tarde, duas vezes por semana fiz jiu-jitsu. Meu treinador Roger Yuan era muito mais do que um treinador para mim, para ser sincero. Ele foi tão bom em me educar em geral, ao invés de me mostrar como jogar um soco, era realmente me educar sobre esses estilos de luta e movimento e respiração. Ele não é apenas um empate muscular, um soco que joga tipo de treinador. Era tudo sobre flexibilidade, movimento e velocidade, apenas compreendendo esses diferentes tipos de artes marciais que ele estava me ensinando.Essa foi a maior parte, obviamente, tivemos algumas limitações no início do treinamento, porque ainda havia cerca de quatro ou quatro meses e meio após a cirurgia. Quando fomos, pude aumentar cada vez mais. Eu ganhei mais do que eu poderia fazer mais do meu médico e foi apenas dois dias por 8 semanas e ele (Yuan) ficou comigo basicamente pelo filme inteiro. Fizemos exercícios de movimento no set, eu tinha poucos pesos no meu trailer. É hilário que é a primeira vez que eu já tive algo assim, então foi divertido.”
     
  3. Steven Price compositor responsável pela trilha sonora foi ganhador do Oscar de Melhor Trilha Sonora Original pelo filme “Gravity” (Gravidade-2013), também ganhou sucesso pelas trilhas dos filmes Baby Driver: Em Ritmo de Fuga (2017), Esquadrão Suícida(2016), entre outros.         
  4. O diretor Michael Cuesta foi uma das últimas opções, pois foi cogitado Antoine Fuqua (Sete Homens e Um Destino-2016 ), Jeffrey Nachmanoff (Reféns-2014 e O Turista-2010) e Edward Zwick (Jack Reacher: Never Go Back-2016), para assumir o lugar da direção.

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  5. Dylan conquistou seu papel disputando com atores que obteram experiências ao longo dos tempos, como Gerard Butler ( Invasão à Casa Branca-2013 e Invasão à Londres- 2016), Colin Farrell (The Lobster-2015 e Animais Fantásticos e Onde Habitam-2016) e Matthew Fox (Lost 2004-2010 e Rastro de Maldade 2015).
  6. Michael Keaton sempre foi um dos atores favoritos de Dylan, e se sentiu honrado em fazer um filme com o ator que tanto tinha acompanhado desde a infância.
  7. Orçamento foi de US $ 33 milhões e nas Bilheterias US $ 51,8 milhões.
  8.  Alguns atores do elenco fizeram parte do universo da Marvel: Scott Adkins interpretou Lucian em Doutor Estranho (2016) e Taylor Kitsch interpretou Remy LeBeau em X-Men Origens: Wolverine (2009).
  9. A barba e o cabelo comprido de Dylan visto nos trailers eram reais, mas no filme em certas partes foram aplicadas na maquiagem.
  10. Apesar da ação e adrenalina O’brien e Keaton em várias cenas ficaram intimidando o pessoal nos tiroteios: ” Michael Keaton: Alguns dos nossos caras das cenas de ação eram muito molengas”
    “Dylan O’brien: Quando chega perto dos caras das cenas de risco e eles têm 18 quilos a mais, como você não vai intimidá-los?”.
Esses foram basicamente curiosidades que estão “invisíveis” aos olhos do público e que devem ser pesquisadas.
Não deixem de ver O Assassino: O Primeiro Alvo (American Assassin).
Disponível em formato digital.

Alguns artistas são verdadeiros camaleões em cena: em diferentes papéis, eles podem mudar tanto de aparência que ficam quase irreconhecíveis – mas é claro, um grande talento se reconhece de longe.

Pensando nisso, o artista Prasad Bhat criou o projeto “Evolução”, no qual mostra as incríveis mudanças pelas quais grandes artistas passaram durante a carreira. Confira:

1. Leonardo DiCaprio

Leonardo DiCaprio

Vencedor da estatueta de Melhor Ator na última premiação do Oscar, Leonardo DiCaprio ficou conhecido por diversas obras de sucesso, como “A Origem”, “Titanic”, “Prenda-me se For Capaz”, “Gangues de Nova York”, “Django Livre”, “O Lobo de Wall Street”, “O Despertar de um Homem” e “O Regresso”.

2. Robert De Niro

Robert De Niro

Aos 72 anos, Robert De Niro é um dos rostos mais conhecidos do cinema e se tornou inesquecível por obras como “Taxi Driver”, “O Poderoso Chefão: Parte II”, “Touro Indomável”, “Os Bons Companheiros”, “Fogo contra Fogo”, “O Lado Bom da Vida”, entre outros.

3. Johnny Depp

Johnny Depp

Sem dúvidas, Johnny Depp está entre os atores que mais mudaram de aparência nas telonas. Ele deu vida a personagens inesquecíveis, como Edward Scissorhands, em “Edward Mãos de Tesoura”, o Capitão Jack Sparrow, na franquia “Piratas do Caribe”, e o famoso Willy Wonka, em “A Fantástica Fábrica de Chocolates”.

4. Jim Carrey

Jim Carrey

Conhecido por suas atuações hilárias em diversas comédias, como “Ace Ventura”, “Debi e Loide”, “O Máskara”, “Todo Poderoso” e “Eu, eu mesmo e Irene”, Jim Carrey também surpreendeu o público em dramas como “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças” e “Número 23”.

5. Jack Black

Jack Black

Outro comediante de peso, Jack Black, de 46 anos, deixou sua marca no humor com filmes como “Escola de Rock”, “Nacho Libre”, “Tenacious D: Dupla Infernal” e “O Amor é Cego”.

6. Tom Hanks

Tom Hanks

Chegando na casa dos 60 anos, Tom Hanks é ator, produtor, roteirista e diretor estadunidense muito premiado. Entre suas obras, temos “Forrest Gump”, “Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo”, “À Espera de um Milagre”, “Náufrago” e “O Resgate do Soldado Ryan”.

7. Christian Bale

Christian Bale

Com apenas 13 anos, Christian Bale atuou em “Império do Sol”, de Steven Spielberg. Entre os seus papéis de mais destaque, estão Batman, na trilogia “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, Patrick Bateman, em “Psicopata Americano”, e Michael Burry, em “A Grande Aposta”.

8. Arnold Schwarzenegger

Arnold Schwarzenegger

Independente do papel, Arnold Schwarzenegger é sempre Arnold Schwarzenegger. Beirando os 70 anos, o fisiculturista, ator, empresário e político austro-americano se tornou inesquecível por seus papéis em “Conan, o Bárbaro”, “O Exterminador do Futuro”, “Um tira no jardim de infância” e o eterno clássico de Natal: “Um Herói de Brinquedo”.

9. Will Ferrell

Will Ferrell

Outro comediante escolhido por Prasad Bhat para a série de animações foi o ator Will Ferrell. Os fãs do humor certamente conhecem suas atuações em “O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy”, “O Durão”, “Um Duende em Nova York”, entre outros.

10. Matt Damon

Matt Damon

Responsável por alguns dos personagens que mais dão trabalho para os colegas, Matt Damon já foi resgatado dos lugares difíceis em “Perdido em Marte”, “O Resgate do Soldado Ryan”, e “Interestelar”. Para se ter uma ideia, existe até uma estimativa de quanto teriam custado todos estes resgates se tivessem acontecido fora das telinhas: nada menos do que US$ 900 bilhões!

11. Sacha Baron Cohen

Sacha Baron Cohen

Ninguém pode negar que o autor desta série de animações é um apreciador da comédia. Entre os filmes mais famosos de Sacha Baron Cohen, estão “Brüno”, “Borat – O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América” e “O Ditador”.

Chega de sofrência! Você que é cinéfilo, curte cinema, ama o barato audiovisual, adora um filme que te faz pensar, que te faz perguntas, que é francês, iraniano, alemão… Seus problemas acabaram! O MUBI é um site tipo Netflix, que tem em streaming uma coleção de clássicos, produções independentes, undergrounds… Os cult pira!

O site funciona da seguinte forma: você paga uma assinatura mensal e tem a sua disposição uma série de filmes que passam bem longe de Hollywood. Entre eles clássicos como “Apocalypse Now”, do Coppola, “Cidadão Kane”, Orson Welles, “Persona” do Bergman.. Tem muito Kubrick, Godard, Almodóvar… E se engana quem pensa que o Brasil ficou de fora dessa. São mais de 1200 títulos nacionais com nomes como Glauber Rocha, Coutinho, Sganzerla… Eu não falei que os cult pira?

Só que é o seguinte: o site (que, aliás, é lindão) disponibiliza 1 filme por 30 dias, durante todo o mês. Ou seja, sempre que você entrar estarão disponíveis 3o títulos para assistir em streaming. O lado ruim é não poder escolher o que você quiser sempre. O lado bom é que assim você fica atento ao filme do dia, selecionado por cinéfilos do site que jogam na programação um mix que vem de festivais de cinema, escolas de audiovisual e clássicos – ou seja, esta forma também te aproxima de um filme independente de Berlim, por exemplo. Ou um Miguel Gomes que (DICA), se você não conhece, precisa ver já o que esse diretor português está fazendo no cinema!

O primeiro mês é gratuito e se você já tem um migo cadastrado, pede pra ele te convidar que ele também ganha desconto pela indicação! A mensalidade custa US$ 5,99 e você pode ver de qualquer dispositivo como celular, tablet e smart TV. Criado em 2007, o site já está disponível em mais de 200 territórios. Mas preste atenção, pois não são todos os filmes que possuem em legendas em português, beleza? Mas fica frio, porque inglês sempre tem. E se você ainda não manja tá na hora de treinar, porque é como diz o slogan do site: “Life is too short for bad films”!

 

Vira e mexe estamos modificando algo em nosso corpo. Optamos por corte diferente de cabelo, tiramos barba, bigode, tudo em busca de um visual mais bonito. No mundo das celebridades também é assim, mas os atores que vamos mostrar aqui nunca deveriam tirar a barba.

O rosto liso não deixa uma turma que brilha no cinema tão atraente como com o rosto preenchido pelos pelos. Nossos barbudos andam arrancando mais suspiros das fãs com esse visual.

Alguns adotam a fisionomia apenas para alguns papéis, mas acabam aderindo em definitivo pelo ar mais experiente. São todos galãs de uma forma ou outra, porém a diferença é grande.

Veja nossa seleção com e sem barba desses bonitões do cinema e opine sobre qual visual mais lhe agrada:

Justin Timberlake

Russell Crowe

Joe Manganiello

Dominic Cooper

Sean Penn

Alexander Skarsgård

Kristofer Hivju

Kit Harington

Hugh Laurie

Michael Fassbender

Richard Madden

Chuck Norris

Peter Dinklage

Aidan Gillen

Seth Rogen

Jon Hamm

Responsável por clássicos como “Touro Indomável”, “Taxi Driver” e “Os Bons Companheiros”, Martin Scorsese fará um curso online sobre cinema. A masterclass começa em 2018 e custa US$ 90 dando acesso ilimitado aos mais de 20 vídeos. A pré-inscrição já está disponível através do site masterclass.com/ms. As informações são do site da Variety.

Além dos vídeos, as aulas de Scorsese incluem um caderno de trabalho para download com recapitulações de aulas e material suplementar. Determinados alunos selecionados pela organização poderão mandar perguntas em vídeo com questionamentos para o diretor.

“Estou empolgado com este projeto porque me dá a chance de passar minhas inspirações, experiências, práticas e evoluções não como um modelo para fazer filmes, mas como um guia, uma oferta aos jovens que tentam encontrar seu próprio caminho”, declarou Scorsese.

Fundada em 2015, a MasterClass já promoveu cursos com gigantes do mundo pop como Shonda Rhimes, Christina Aguilera, Kevin Spacey, David Mamet, Dustin Hoffman, Werner Herzog, Aaron Sorkin, Hans Zimmer, James Patterson e Steve Martin.

Que tal aprender com um dos melhores cineastas de todos os tempos? Pois agora isso é possível. As qualificações de Martin Scorsese são indiscutíveis, e agora um dos maiores diretores da história da 7ª arte vai compartilhar parte de seu conhecimento pela internet.

De acordo com a Variety, Scorsese dará aulas sobre cinema na primeira classe online. O curso estará disponível a partir do ano que vem através da startup MasterClass. O valor divulgado é de US$ 90, permitindo acesso ilimitado às 20 aulas disponibilizadas pelo diretor na internet. A pré-inscrição está disponível a partir desta sexta-feira (22) em masterclass.com/ms.

No curso, Scorsese irá desconstruir seus filmes e fornecer informações sobre como ele se aproxima do cinema, incluindo aulas de narração, edição e trabalho com atores. Além disso, estará disponível para download uma apostila com resumos de cada uma das aulas. E mais:  os alunos matriculados na classe poderão fazer perguntas em vídeo para Scorsese, que fornecerá responderá pelo mesmo meio.

“Fiquei empolgado com este projeto, porque me deu uma chance de passar minhas próprias inspirações e experiências e práticas e evoluções”, disse o renomado diretor em um comunicado oficial. “Não como um modelo para fazer filmes, mas como um guia, uma oferta para jovens que tentam encontrar seu próprio caminho.”

A MasterClass, fundada em 2015, lançou mais de uma dúzia de cursos on-line dirigidos por celebridades até hoje. São alguns exemplos: Shonda Rhimes, Christina Aguilera, Kevin Spacey, David Mamet, Dustin Hoffman, Werner Herzog, Aaron Sorkin, Hans Zimmer, James Patterson e Steve Martin.

Ontem, 7 de setembro, foi comemorado o Dia da Independência no Brasil. A data desperta em alguns um sentimento nacionalista, ufanista. E muitos aproveitam o feriado para descansar (melhor ainda quando é prolongado, não é mesmo?).

Com isso, resolvemos fazer um levantamento dos brasileiros que estão fazendo sucesso por aí, sejam nas telonas ou nas TVs. Rodrigo Santoro, Wagner Moura e Alice Braga são nomes bem comuns de brasileiros reconhecidos em Hollywood. No entanto, alguns outros têm sangue “verde e amarelo” e talvez você nem saiba disso. Confira a lista abaixo:

Henry Zaga

Henrique “Henry” Zaga começou sua carreira há pouco tempo. Em 2015, Zaga mudou-se para os Estados Unidos com objetivo de começar seus projetos por lá. Conseguiu um papel regular na série de TV Teen Wolf. Nascido em 1993, o brasiliense ganhou mais destaque na série original da Netflix, 13 Reasons Why. Com a carreira em ascensão, o brasileiro está confirmado no próximo filme da franquia X-Men, onde interpretará Mancha Solar – personagem que também é brasileiro – em Novos Mutantes.

Morena Baccarin

A carioca Morena Baccarin começou sua carreira de atriz já nos Estados Unidos, afinal, saiu bem cedo do Brasil, aos sete anos de idade. Talvez por isso, seja mais conhecida lá fora do que por aqui. Morena Silva de Vaz Setta Baccarin tem 29 anos e é filha do jornalista brasileiro Fernando Baccarin com a atriz Vera Setta. Atuou em séries como Firefly, V: Visitantes, Homeland, The Mentalist, The O.C., Flash e Gotham. Nas telonas, ficou conhecida por Deadpool (2016) e A Espiã que Sabia de Menos (2015).

Lino Facioli

Quem assiste à série Game of Thrones certamente conhece Lino Facioli por ser uma criança nada agradável (não, não estamos nos referindo a Joffrey Baratheon). O ator nasceu em Ribeirão Preto no ano de 2000 e foi responsável por dar vida a Lord Robin Arryn, primo dos Starks e herdeiro do Ninho da Águia. Mudou-se para o Reino Unido com os pais quando tinha apenas quatro anos de idade.

Kaya Scodelario

Pois bem, Kaya Scodelario é apenas 50% brasileira. A atriz nasceu em 1992 no Reino Unido, filha de Katia Scodelario (mãe brasileira) e Roger Humphrey (pai britânico). Seus pais se separaram quando ainda era criança e Kaya foi criada então pela mãe, sendo inclusive fluente em português. A atriz sofreu bullying na adolescência e atuar foi uma forma de lidar com a situação. Ganhou reconhecimento pelo papel de Effy Stonem na série Skins e no papel de Teresa na franquia Maze Runner. Também teve papel de destaque no 5º filme da saga Piratas do Caribe, onde interpreta Carina Smyth, filha do capitão Barbossa.

Alfred Lewis Enoch

Assim como Kaya Scodelario, Alfred Lewis Enoch é só metade brasileiro. Nascido em 1988 no Reino Unido, seu pai é o ator britânico William Russell e sua mãe é brasileira, Balbina Gutierrez. O ator é fluente em português e já morou algum tempo em Salvador, na Bahia. Nas telonas, ficou conhecido por dar vida a Dino Thomas, da franquia Harry Potter, até hoje seu único trabalho nos cinemas, tendo participado de sete dos oito filmes da saga. Na TV, participou da série Sherlock e hoje é recorrente em How to Get Away with Murder, em que interpreta o estudante de direito Wes Gibbins.

Maiara Walsh

Maiara Walsh também tem o DNA dividido entre dois países. Filha de pai americano e mãe brasileira, nasceu em Seattle em 1988, mas passou boa parte da infância morando em São Paulo. Maiara mudou-se para Simi Valley, na Califórnia, aos 11 anos, para dar continuidade à carreira de atriz. Ainda mora nos Estados Unidos, mas vem constantemente ao Brasil para visitar seus familiares. Ficou conhecida por interpretar Meena Paroom na série Cory na Casa Branca. Em 2011, foi a vilã Mandi DuPont em Meninas Malvadas 2. Atualmente está na série Switched at Birth e já fez participações em Desperate Housewives, The Vampire Diaries e Agents of S.H.I.E.L.D.

E aí, sentiu falta de alguém? Tem alguma sugestão de brasileiro fazendo sucesso no exterior? Conte-nos!

  • O FILME

O romance musical levado ao cinema por Nas Luhrmann em 2001 foi basicamente inspirado em três óperas/operetas: “La Bohème”, de Giacomo Puccini, “La Traviata de Giuseppe Verdi” e “Orphée aux Enfers”, de Jacques Offenbach. A história se passa em 1899 e gira em torno da paixão entre o jovem poeta Christian (Ewan McGregor) e a cortesã Satine (Nicole Kidman). Contrariando o pai, Christian se muda para Paris e acolhido pelo pintor Toulouse-Lautrec e sua turma e, por eles  apresentado ao Moulin Rouge. Lá se apaixona pela mais bela cortesã do salão de dança, uma mistura de clube noturno e bordel, Satine. O cabaret que inspirou o longa, vim seu inconfundível moinho vermelho no terraço, funciona até hoje e é uma referência na noite parisiense.

Depois de 23 anos, A Academy of Motion Pictures Arts and Sciences finalmente indicou um musical para o Oscar na categoria de melhor filme. A última indicação havia sido para All That Jazz – O show deve continuar / 1979.

  • A TRILHA

De bate-pronto, a música que vem à cabeça é “Lady Marmalade”, interpretada pelo “quadrado mágico” formado pelas divas Christina Aguilera, Lil’ Kim, Mya e Pink. A versão foi número um na lista das 100 mais tocadas nos Estados Unidos por cinco semanas, entre 26 de maio e 30 de junho de 2001.

Também ocupou o topo das paradas no Reino Unido e na Austrália, além de Brasil, Portugal, introduzindo a canção a uma nova geração de ouvintes. “Lady Marmalade” foi lançada originalmente em dezembro de 1974 por Patrícia Louise Holte, ou Pati Labelle, famosa cantora de R&R da época.

Graças ao sensual refrão “Voulez-vous coucher avec moi? Voulez-vous coucher avec moi (ce soir)?” [você gostaria de dormir comigo (esta noite)?], a canção chegou ao topo das paradas em 1975 e, já em 2003, foi incluída no Hall da fama do Grammy.

“Your Song”, primeiro grande sucesso de Elton John em parceria com Bernie Taupin, aparece no disco da trilha sonora em três versões: duas instrumentais (faixas 16 e 23) E uma interpretada por Ewan McGregor numa das cenas mais famosas do filme, na qual Christian canta para Santine como quem recita um poema. Elton John toca o hit composto em 1967 em todos os seus shows até hoje.

Em “Elephant Love Medley” (faixa 10 do álbum), McGregor e Kidman desfilam trechos de várias canções de amor que fizeram sucesso, de The Beatles a U2: “All You Need Is Love”, “Pride (In The Name Of Love)”, “Silly Love Songs”, “Up Where We Belong”, “I Will Always Love You” e “Heroes”. As autorizações para o uso das músicas demorar a quase dois anos para sair.

A única música realmente inédita da trilha é “Come What May” (faixa 11), escrita por David Baerwald para Romero + Juliet, mas que acabou não sendo utilizada no longa de 1996 com Leonardo DiCaprio e Claire Danes. Mesmo assim foi desqualificado para concorrer ao Oscar de melhor canção original, pelo fato de ter sido composta para outro filme. Madonna é citada na trilha com “Material Girl” E “Like a Virgin”. Já “Father And Son”, de Cat Stevens, acabou nao entrando porque o cantor, convertido ao islamismo (desde 1978 é conhecido como Yusuf Islam), não aprovou a conotação sensual do longa. Mas a cena, inteirinha, foi incluída  a edição especial do DVD de Moulin Rouge. 

  • TRACKLIST
  • 1. Nature Boy – David Bowie
  • 2. Lady Marmalade – Lil Kim / Christina Aguilera / Pink / Mya
  • 3. Because We Can – Fatboy Slim
  • 4. Sparkling Diamonds – Nicole Kidman / Jim Broadbent / Caroline O’Connor/ Natalie Mendonza / Lara Mulcahy
  • 5. Rhythm of the Night – Valeria
  • 6. Your Song – Ewan McGregor / Alessandro Safina
  • 7. Children of the Revolution – Gavin Friday / Bono / Maurice Seezer
  • 8. One Day I’ll Fly Away – Nicole Kidman
  • 9. Diamonds Dogs – Beck
  • 10. Elephant Love Medley – Ewan McGregor / Nicole Kidman / Jamie Allen / Plácido Domingo
  • 11. Come What May – Ewan McGregor / Nicole Kidman
  • 12. El tango de Roxanne – Ewan Mcgregor / Jose Feliciano / Jacek Koman
  • 13. Complainte de la butte – Rufus Wainwright
  • 14. Hindi Sad Diamonds – John Leguizamo / Nicole Kidman / Alika Yagnik
  • 15. Nature Boy – Massive Attack / David Bowie
  • 16. Your Song (instrumental – da cena Rehearsal Montage)- Craig Armstrong
  • 17. Sparkling Diamonds (versão original do filme) – Nicole Kidman / Jim Broadbent / Caroline O’ Connor / Natalie Mendonza / Lara Mulcahy
  • 18. One Day I`ll Fly Away (Tony Phillips Remix) – Nicole Kidman
  • 19. The Pitch (Spectacular Spectacular) (versão original do filme) – Ewan Mcgregor / John Leguizamo / Nicole Kidman / Jim Broadbent / Richard Roxburgh / Jacek Koman / Garry Macdonald / Matthew Whittet
  • 20. Come What May (versão original do filme) – Ewan Mcgregor / Nicole Kidman
  • 21. Like a Virgin (versão original do filme) – Madonna / Jim Broadbent / Richard Roxburgh / Anthony Weigh
  • 22. Meet Me in the Red Room (versão original do filme) – Amiel
  • 23. Your Song (instrumental – da cena Depois da Tempestade) – vários
  • 24. The Show Must Go On (versão original do filme)- Nicole Kidman / Jim Broadbent / Anthony Weigh
  • 25. Ascension / Nature Boy (da cena da Morte e Ascensão) – Ewan Mcgregor
  • 26. Bolero (versão original do filme) – Simon Standage
  • 27. Pride (In The Name Of Love) – U2
  • 28. Material Girl – Madonna
  • 29. Don’t Leave Me This Way – Thelma Houston
  • 29. I Was Made for Lovin’ You (Trecho da canção) – Paul StanleyVincent PonciaDesmond Child.

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The Walking Dead é uma das séries mais vistas no mundo todo atualmente. E, como o próprio nome sugere, não é surpresa que personagens acabem morrendo no decorrer da série.

No entanto, alguns destes acabam conquistando o carinho do público e suas mortes acabam por abalar e deixar saudades em muitos fãs. Apesar de não atuarem mais em The Walking Dead, alguns dos atores podem ser encontrados em outras produções. Confira a seguir:

CUIDADO! Se você não está em dia com a série, esse texto contém SPOILERS!

Sasha (Sonequa Martin-Green)

Sasha foi a morte “de peso” mais recente em The Walking Dead. A membro do grupo de Rick foi capturada por Negan e Cia. enquanto tentava invadir o Santuário. Como refém, reencontrou Eugene, quem lhe deu uma pílula capaz de causar a morte. Sasha foi ingeriu a droga e se matou no último episódio da 7ª temporada.

Logo após sua saída da série de zumbis, Sonequa Martin-Green entrou para o elenco da nova produção de Star Trek. Criou-se uma polêmica pelo fato da atriz supostamente ter saído de The Walking Dead para ter um papel de maior destaque em outra série. Tal boato foi desmentido pela própria atriz.

Antes de reencontrarmos Sonequa Martin-Green em Star Trek, é possível vê-la em outras série como The Good Wife (oito episódios) e em Once Upon a Time (13 episódios).

Glenn (Steven Yeun)

A morte recente mais traumática entre os fãs de The Walking Dead talvez seja a de Glenn. O coreano (ele não é japonês! rs) estava no elenco da série desde a 1ª temporada e passou por muitos sufocos para garantir sua sobrevivência e a do grupo. Ganhou empatia do público ao casar-se com Maggie, que estava grávida e viu o marido morrer vítima de Negan e de seu taco de beisebol chamado de “Lucille”.

A saída de Yeun do elenco da série de zumbis acabou por abrir portas ao ator, que começou a participar de diversas produções. Seu trabalho mais recente foi em Okja, filme da operadora de streaming Netflix. O longa inclusive é um dos que mais estão em alta na empresa.

Abraham (Michael Cudlitz)

Quem poderia esquecer do esbelto bigode de Abraham, hein? Por mais que possa ter perdido popularidade por conta de seu estilo militar e por ter trocado de namorada na série (Rosita por Sasha), o personagem de Michael Cudlitz era uma das forças do grupo de Rick. Também foi vítima de Lucille na mesma noite em que Glenn morreu.

Assim como Yeun, Cudlitz também expressou seu desejo de voltar para a série, fato que é praticamente impossível, a não ser por meio de cenas de flashback. O ator pode ser visto em Southland, como John Cooper, e na minissérie Band of Brothers como sargento Denver “Bull” Randleman.

Hershel (Scott Wilson)

Hershel é outro personagem que demorou a entrar no grupo de Rick e conquistar o carinho dos fãs. Mesmo assim, sua morte foi uma das mais chocantes da série. O veterinário, que atuava como médico do grupo, teve sua cabeça decepada pelo Governador, utilizando-se da katana de Michonne.

Talvez por conta da idade avançada, é possível que Scott Wilson tenha mais fama por seus trabalhos anteriores do que posteriores a The Walking Dead. O ator fez No Calor da Noite (1967), A Sangue Frio (1967), O Grande Gatsby (2013), Os Eleitos – Onde o Futuro Começa (1983), Os Últimos Passos de um Homem (1995), Retratos de Família (2005) e Monster – Desejo Assassino (2003).

Seu trabalho mais recente é no filme Hostiles (2017), estrelado por Christian Bale e Rosamund Pike. O longa marca a volta do ator a um grande trabalho desde 2011 quando participou de Ciladas do Amor. Wilson participa, como recorrente, das séries The OA, Damien e Bosch.

Tyreese (Chad Coleman)

A morte de Tyreese foi “prevista” pelo fã mais atento. Isso porque o ator, Chad Coleman, apareceu em uma prévia de outra série, The Expanse. Com isso, bastou executar um simples exercício de raciocínio: como pode Coleman aparecer no trailer de outra produção se está atualmente em The Walking Dead? Levando isso em consideração e o fato de que vira e mexe os personagens na série de zumbi morrem, sua saída pôde ser esperada.

Coleman está atualmente em The Expanse, onde interpreta o personagem Fred Johnson. O ator também ganhou destaque como Tobias Church, na 5ª temporada de Arrow.

Shane (Jon Bernthal)

Jon Bernthal talvez seja o ator que mais sucesso teve depois de The Walking Dead. Seu personagem, Shane, foi um policial parceiro de Rick, que cuidou da família do amigo (Carl e Lori) quando a epidemia começou. Enciumado pelo retorno do amigo, “assumiu” o papel de “vilão”. Sua morte foi uma das mais importantes da série, pois revelou que as pessoas podem virar zumbi pelo simples fato de morrer, não precisando necessariamente ser mordida ou atacada por um morto-vivo.

Seu filme mais recente ainda está em cartaz nos cinemas, Ritmo de Fuga (2017). Também ficou bastante conhecido ao interpretar Brad Bodnick em O Lobo de Wall Street (2013). No entanto, o papel que foi um divisor de águas na carreira do ator é Frank Castle, O Justiceiro, que participou da 2ª temporada de Demolidor, da Netflix. O sucesso foi tanto que Bernthal irá interpretar mais uma vez o personagem, só que em sua própria série solo, com previsão de estreia ainda para este ano.

Merle (Michael Rooker)

Outro que usou The Walking Dead como trampolim foi Michael Rooker. O ator viveu Merle, irmão mais velho de Daryl, entre 2010 e 2013. Até então, apesar de ter participado de muitos filmes, é conhecido por um papel ou outro como coadjuvante, como é o caso de Jumper (2007).

Assim como Bernthal, Rooker é outro ator que deve erguer as mãos para os céus todos os dias e agradecer por The Walking Dead. O ator de 62 anos ganhou fama internacional recentemente ao interpretar Yondu Udonta nos sucessos de bilheteria Guardiões da Galáxia e Guardiões da Galáxia Vol. 2.

A lista é ainda bem longa, é possível citar ainda Sarah Wayne Callies (conhecida por interpretar Sara Tancredi em Prison Break, papel que voltou a repetir na 5ª temporada da série em 2017) como Lori Grimes, Emily Kinney (cantora, participou da série The Following, Flash e Arrow, todas após TWD) como Beth, entre outros…

E aí, o que achou da lista? Tem alguma sugestão? Sentiu falta de alguém? Conte-nos!

Para esses atores, chegou a hora de encontrar novos desafios e não veremos esses rostos nas séries que estamos acostumadas. Pelos mais diversos motivos, eles não estarão mais nas séries que continuam sem eles:

1) Isaiah Washington, de The 100

Desde o começo da série, Jaha foi um personagem importante para a trama, mas não irá voltar para essa 5a temporada.

2) Enrique Murciano, de The Blacklist

Ele só participou como ator recorrente, mas o personagem Julian Gale não irá seguir na trama quando a 5a temporada começar.

3) Sophia Bush, de Chicago P.D.

Um choque para muitos. Sophia interpretava a detetive Erin Lindsay e era uma das principais do elenco. Mas decidiu que está na hora de dizer adeus e não volta para a 5a temporada.

4) Melanie Chandra, de Code Black

Esse é o fim do turno para a residente Malaya Pineda, que não irá voltar para a 3a temporada da série médica.

5) Damon Gupton, de Criminal Minds

Parte do elenco regular, Damon viveu o agente especial Stephen Walker. Mas não iremos vê-lo mais quando a 13a temporada retornar.

6) Virginia Madsen, de Designated Survivor

Desde o primeiro episódio, a personagem de Madsen, a representante da Casa Kimble Hookstraten, teve um papel fundamental na série. Porém, para o segundo ano da trama, ela não irá retornar.

7) Jerrika Hinton, de Grey’s Anatomy

Sinceramente, eu estava esperando já faz um tempo que a Stephanie saísse da série. Não gosto da personagem e pra mim, vai ser melhor. Não sei para os outros fãs de Grey’s, que voltam para o ano 14 da série médica.

8) Daniel Dae Kim, de Hawaii Five-0

Depois de 7 anos no elenco original, o personagem Chin Ho não irá voltar para a 8a temporada.

9) Grace Park, de Hawaii Five-0

Outra veterana, não teremos também a personagem Kono quando o oitavo ano retornar.

10) Erinn Hayes, de Kevin Can Wait

Um choque para muitos. Afinal, Donna é a esposa de Kevin, o protagonista. Mas a atriz decidiu que não irá retornar para o segundo ano. Estranho, não?

11) Jennifer Esposito, de NCIS

No patamar de elenco regular, Jennifer não irá voltar para a série com a agente especial Alex Quinn.

12) Jennifer Morrison, de Once Upon a Time

Uma das séries que teve as maiores baixas nessa temporada. Emma, a protagonista, não irá voltar na 7a temporada. Porém deve fazer uma participação especial em pelo menos, um episódio da nova temporada.

13) Ginnifer Goodwin, de Once Upon a Time

Depois do anúncio de Jennifer, a família Charming/Encantada saiu em debandada. Nossa amada Snow White também não volta para o novo ano de OUAT.

14) Josh Dallas, de Once Upon a Time

E claro, sem Snow White não tem Príncipe Encantado. David não volta também, mas deve fazer uma participação final de despedida com a família.

15) Emilie De Ravin, de Once Upon a Time

Outra saída importante é a Bella. Apesar de Rumple, vivido pelo ator Robert Carlyle, continuar na série, seu par romântico está se despedindo.

16) Rebecca Mader, de Once Upon a Time

Zelena também irá deixar a série. Porém, ela foi confirmada no episódio 4 da nova temporada, para provavelmente se despedir da trama já que a irmã Regina continua na série.

17) Jared Gilmore, de Once Upon a Time

E já que a família Charming está se despedindo, o ator que interpretou Henry nesses últimos anos também deixará a série. Porém o personagem seguirá na trama, vivido por um ator mais velho (Andrew J. West), que dará continuação nessa nova fase da série.

18) Yasmine Al Massri, de Quantico

A atriz que viveu as gêmeas Nimah e Raina também está se despedindo do seu papel duplo quando o terceiro ano voltar.

19) Mark Sheppard, de Supernatural

E iremos nos despedir de Crowley, personagem vivido por Mark Sheppard no elenco regular. Mas ele não está confirmado para a 13a temporada, apesar de eu desconfiar que ele ainda pode ressurgir em algum momento da série.

Qual deles você irá mais sentir falta? Qual deles irá conseguir primeiro um novo papel na TV? Compartilha com a gente nos comentários!

Conhecido mundialmente por conta de seus filmes de ação, Chuck Norris também conquistou a internet com uma série de façanhas em torno de sua vida. No entanto, o ator de 77 anos chamou a atenção mais uma vez por uma feitio incrível e que desta vez aconteceu de verdade.

De acordo com o site americano Radar Online, Norris sobreviveu após sofrer dois infartos consecutivos durante uma viagem com sua família em julho deste ano. Segundo fontes, apesar da idade, o ator conhecido por suas artes marciais nunca deixou de cuidar do corpo e da saúde. “Isso teria facilmente matado a maioria dos homens com a metade de sua idade, mas Chuck ainda está no auge da aptidão física”, revelou a fonte.

Norris participou de um evento de artes marciais em Las Vegas, Nevada. Acompanhado da esposa, o ator se hospedou em um hotel em uma área remota do estado, onde chegou por volta da 1h30 da manhã. Às 5h30, Norris sofreu com dores no peito enquanto tomava banho e precisou ir de ambulância para o hospital.

Durante o percurso, Norris chegou a parar de respirar e logo foi reanimado pelos médicos. Contudo, chegando no hospital, sofreu um segundo infarto e novamente foi estabilizado com sucesso pelos profissionais da saúde.

“Tudo aconteceu tão rápido que pareceu que ele morreu duas vezes em 47 minutos!”, disse outra fonte. “Havia tanta histeria que é impossível saber quanto tempo durou o socorro. As pessoas estavam assistindo o monitor do coração – não o relógio!”. Norris ficou internado por mais alguns dias e teve alta.

“Chuck treina o tempo todo e sabe que ele deve cuidar bem de seu corpo. Ele diminuiu um pouco, mas considera isso apenas um golpe.”

Ao assistir a um filme, muitas vezes fica a pergunta na cabeça: “será que este lugar é real?”. De fato, os estúdios de Hollywood se superam cada vez mais com cenas que levantam a dúvida se tudo é verdadeiro ou não. Mas, muitas vezes, para que a cena se pareça o máximo possível com a realidade, lugares reais são escolhidos para a realização das filmagens. E, alguns destes locais não só existem de verdade, como também é possível visitá-los e ter a real sensação de estar dentro de um filme.

Por exemplo, o longa 127 horas, de 2010, dirigido, produzido e co-escrito por Danny Boyle. O filme baseia-se na história real de Aron Ralston (interpretado por James Franco), um alpinista que ficou preso pelo braço por uma pedra no Blue John Canyon, em Utah, nos Estados Unidos. Enquanto caminhava pelo local, Ralston encontrou uma passagem estreita onde pedras estavam suspensas entre paredes. Ao explorar o local, uma destas rochas se soltou e fez com que o alpinista ficasse com o braço preso entre a pedra e a parede. Assim, começou sua luta pela sobrevivência relatada diariamente através vídeos feitos por sua câmera. Por fim, após cinco dias isolado no meio do canyon, Ralston conseguiu amputar seu próprio braço e conseguiu ajuda com uma família que estava por ali.

Para manter a fidelidade dos acontecimentos do alpinista, o diretor optou por realizar as gravações em um set montado no exato local em que os fatos se passaram. Inclusive, a câmera que foi utilizada para gravar os relatos diários de Ralston foi a mesma utilizada por Franco no filme.

Embora tenha ganhado conhecimento mundial pelo acidente com o alpinista, sua localização é remota, o que faz com que poucas pessoas visitem o local considerado como solitário. Porém, o turista que procura o Blue John Canyon busca aventuras por trilhas e montanhas que proporcionam aventureiros em busca de caminhadas, alpinismo, rapel, entre outras atividades. O Blue John é um afluente do Horseshoe Canyon, famoso por seus vários conjuntos de pinturas rupestres bem conservadas.

Quem deseja chegar ao local pode seguir através do norte do Green River ou a oeste da Rodovia UT 72 entre a cidade de Hanksville e a Rodovia Interestadual 70, seguindo por 112 quilômetros da estrada da terra San Rafael. Apesar de ser uma área de difícil acesso, sua preservação é bem feita e permite um bom tráfego de veículos por conta da baixa utilização. Seu maior movimento se deve à pessoas que vão para o Horseshoe Canyon e Maze, dois distritos do Parque Nacional de Canyonlands.

Fugindo um pouco do deserto dos Estados Unidos, outros filmes que também utilizaram paisagens considerada surreais foram os da franquia O Senhor dos Anéis. O local escolhido para as gravações dos filmes que se passam em um mundo medieval foi a Nova Zelândia. Não era pra menos. O país proporcionou uma diversidade imensa de locais, desde paisagens com colinas verdes até montanhas cobertas de neve. O filme conta a saga de Frodo (interpretado por Elijah Wood), um hobbit que tem a missão de destruir um anel maligno. Para isso, conta com a ajuda de diversos seres mágicos em sua jornada até a Montanha da Perdição, local em que a joia deve ser aniquilada de uma vez por todas.

A saga foi escrita, dirigida e produzida por Peter Jackson e até hoje é considerado um dos maiores projetos cinematográficos já realizados, que contou com um orçamento de aproximadamente US$ 280 milhões. Os três filmes foram filmados ao mesmo tempo na terra natal de Jackson, a Nova Zelândia. Ao todo, foram cerca de US$ 3 bilhões de faturamento e 17 premiações do Oscar.

Tamanho sucesso não poderia deixar de contar com paisagens de encher os olhos. Começando por Matamata, uma pequena cidade na região de Waikato, cerca de duas horas de Auckland. O local foi escolhido por ser pacato, ideal para as cenas envolvendo o vilarejo dos hobbits, com jardins e vastos campos verde. Em 2012, o local recebeu cerca de 25 mil visitantes. Até a estreia do filme O Hobbit – A Batalha dos Cinco Exércitos, a estimativa era de que o local recebesse 340 mil visitantes. É possível fazer um tour com duração de duas horas onde está o cenário usado no primeiro filme da franquia e um dos principais destaques do passeio: a casa de Bilbo, o Bolseiro, e outra várias casas que formam o vilarejo.

O sucesso foi tanto que o local foi reconstruído para a trilogia O Hobbit e permaneceu intacto desde então. Também foi incluso no roteiro dos navios que partem de Auckland para Sidney, na Austrália. Este cruzeiro tem duração de 14 noites com valores de US$ 10 mil a suíte de casal. O tour pelo vilarejo acontece diariamente a cada 30 minutos, com valores de 75 dólares neozelandês para adultos, 37,50 dólares neozelandês para crianças e 10 dólares neozelandês para crianças entre cinco e nove anos. Menores de cinco anos não pagam.

O que chama atenção no país é a diversidade de paisagens. Outro lugar bastante utlizado nos filmes é Wellington, capital da Nova Zelândia. Um dos lugares de mais fácil acesso por conta da curta distância é Mount Victoria, onde foram gravadas as cenas em que os hobbits se escodem dos cavaleiros negros. Wellington também proporciona outros lugares como o Kaitoke Regional Park (foto), onde, no filme, Frodo se recupera de uma facada. O lugar é de encher os olhos com uma área gramada cercada por floresta nativa. A visitação é permitida e muito bem sinalizada. Ainda em Wellington, é possível conhecer a Putangirua Pinnacles, após subir as colinas de carro. Foi o local onde foram filmados Aragorn, Legolas e Gimli à procura do Caminho dos Mortos.

A Nova Zelândia é realmente um prato cheio para quem procura conhecer lugares novos e ainda por cima se familiarizar com cenários conhecidos. Em Mackenzie Country, por exemplo, foi o local escolhido por Jackson para filmar a batalha em que um exército de orcs enfrentam homens de Gondor e Rohan. É possível afirmar que os campos de grama do local se parecem exatamente com a descrição da trilogia.

Opções não faltam para conhecer lugares novos e se aventurar em uma cena de Hollywood. De desertos com enormes fendas com enormes quedas a campos, lagoas e extensos gramados e até, montanhas e paisagens cobertas por neve. Basta escolher um destino e mergulhar fundo na aventura.

Sentiu falta de algum filme? Conhece outros lugares reais que apareceram nas telas dos cinemas? Deixe pra nós nos comentários!

Contém Spoilers!

Remakes são sempre perigosos as mudanças feitas podem alterar drasticamente a história dos originais. Semana passada estreou o tão esperado ”O Estranho que nós Amamos’’, que dirigido pela Sofia Coppola adapta o filme de 1971 estrelado pelo Clint Eastwood. O remake possui as marcas registradas de Sofia, e é uma boa adaptação que sofreu algumas mudanças que fariam muita diferença no resultado filme. Abaixou estão as maiores diferenças entre o remake e o filme original.

Miss Martha é mais humana

Talvez essa seja a mudança que mais fez diferença no filme pra mim, a Miss Martha do original, interpretada pela ótima Geraldine Page, era uma mulher sem coração, frustrada sexualmente e que vivia em uma relação incestuosa com seu falecido irmão. Ela dirigia a escola com mão de ferro e frieza indiscutível. Nicole Kidman fez um ótimo trabalho no papel, mas ela trouxe ao papel uma humanidade que caiu bem a Martha, uma mulher que quer proteger as meninas dos horrores do mundo real. O incesto e a frieza foram deixados de lado, mas a Miss Martha de Coppola ainda é uma personagem forte e memorável.

A Casa

A casa usada na versão de 2017 é a mesma usada por Beyoncé em diversos clipes. A Madewood Plantation House já foi usada em diversas produções. A mansão encarna perfeitamente o clima gótico sulista e opressor da história, o que contribuiu para a situação sufocante que as protagonistas se encontram. Diferente do filme original, onde a casa e a fazenda são apenas o cenário, a mansão usada do Coppola  ambientou a história de forma única.

Alicia

Alicia (Elle Fanning) é a versão de Carol (Jo Ann Harris) do novo filme. Desde o momento que o soldado pisa na mansão a garota tenta de todas as formas se atirar pra cima dele. No original, Carol era vingativa e possessiva com relação a McBurny. Elle Fanning traz uma atuação poderosa e ousada em sua Alicia que imprime super bem o teor da personagem, só que sem suas paranoias.

A cena da amputação

Sem dúvida o ápice do clássico é quando após uma confusão, Miss Martha decide amputar a perna de McBurny, e todas as garotas da casa a ajudam. No remake, a cena é cortada de forma brusca e o que era pra ser o ponto alto do filme se torna mais uma cena.

Ponto de vista

A versão de 1971 é contada pela perspectiva de John McBurny, então todos os acontecimentos o colocam numa posição de certa forma compreensível. No remake temos a história pelo ponto de vista das moradoras da mansão, onde podemos perceber (mais) que o soldado é aproveitador, chantagista e perigoso.

O estranho que nós amamos está em cartaz e traz no elenco Nicole Kidman, Kirsten Dunst, Elle Fanning e Collin Farrell.

"O cinema é um modo divino de contar a vida"
Federico Fellini

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