Autor: Dani Califórnia

Estudou produção audiovisual e fotografia. O pai era um tira e a mãe uma hippie. É obcecada por paletas de cores e assiste qualquer filme se tiver a Amy Adams no elenco. É um vyado com y e a maior fã de pagode anos 90 desse brasil.

Um dos mais aguardados filmes do gênero, estreia nesta quinta-feira, 05 de julho, em circuito nacional. (📷Marvel Studios / Divulgação) 

Nesta quinta-feira, dia 5 de julho,  Homem-Formiga e a Vespa chega aos cinemas. O longa-metragem que é o primeiro a ter o nome de uma super-heroína no titulo em toda historia dos filmes da Marvel, vem com força total e essa sequencia definitivamente supera as expectativas.

Após os eventos ocorridos depois de Capitão América: Guerra Civil, Scott Lang sofre grandes consequências, e seu lance com Hope não é mais o mesmo.

A trama não perde tanto tempo se explicando, partindo para a ação e essa escolha do roteiro foi fundamental. Entre  perseguições e lutas, o espectador entende os motivos dos personagens, e as escolhas que o fizeram chegar até aqui.

O ritmo é bom, as coreografias são bem ensaiadas, Hope (Evangeline Lilly) tem seu destaque merecido, mas ainda é ofuscada com a presença de Scott (Paul Rudd) aparecendo eventualmente para ”salva-la do mal”, ainda falta muito (ou até 2019?) para se ter uma super-heroína. Coisa que não acontece, por exemplo, no relacionamento de Scott e sua filha Cassie, que é retratado na tênue linha entre amor fraternal e o altamente piegas, isso funciona? Funciona, pois Abby Ryder é muito carismática e suas cenas são todas muito bem dirigidas. 

O longa ainda conta com alguns vilões, destaque para Hannah John-Kamen e a sua personagem, que está de arrepiar. Uma pena que sem o disfarce a atuação da atriz seja muito caricata. Walton Goggins aparecendo só para ser o ”malvado do crime organizado”, e mesmo com tantos personagens, o final de cada trama é bem satisfatório.

Enfim, você deve está imaginando que se o primeiro ato do filme já começa acelerado, mostrando ao que veio, já se pode imaginar como o terceiro ato termina, não é? A formula do final feliz.  Bom.. não nesse caso. A cena final de Homem-Formiga e a Vespa é um soco no estômago, e tem aquela fórmula Marvel que te faz implorar por uma continuação.

Assista ao trailer: 

Segundo filme da nova franquia estreia nesta quinta-feira, 21 de junho, em circuito nacional. (📷 Universal Pictures / Divulgação)

A continuação de um dos filmes que mais rederam bilheterias nos últimos anos, chega ao cinema nessa quinta-feira, 21 de junho. Jurassic World: Reino Ameaçado conta com a direção de Juan Antonio Bayona (ou J. A. Bayona), que também foi o responsável pelo longa Sete Minutos Depois da Meia-Noite.

Chris Pratt e Bryce Dallas Howard estão de volta, e sem muitas delongas o arco deles é apresentado, sem focar no relacionamento dos personagens e em um ou dois diálogos, o espectador é brevemente apresentado ao que ocorreu nesse curto período de tempo. Aqui, os dinossauros são prioridades.

James Cromwell interpreta agora um personagem que já foi apresentado ao universo da saga, Benjamin Lockwood, que é brevemente reapresentado para quem não tem lá uma boa memoria. Ele, e seu assistente Eli Mills (Rafe Spall), são a introdução da continuação da historia, ambos personagens, infelizmente não foram tão bem aproveitados e se limitam a ser mais dos mesmos. Assim como boa parte do roteiro do filme.


No quesito ação, o longa-metragem não decepciona: larva de fogo, briga entre dinossauros, tiro, porrada e bomba. Tudo com aquela longa camada de absurdos cinematográfico que todos adoram ver, e que sim, funciona! É difícil não ficar vidrado na cadeira do cinema. É difícil não criar um vínculo emocional pela sobrevivência, só que dessa vez, não são pelos humanos que a a plateia torce.

Jurassic World: Reino Ameaçado ainda abusa do clima nostálgico, trazendo fugas de roteiro dos filmes anteriores. Um dos poucos arcos originais, é o que envolve a atriz mirim Isabella Sermon e foi uma escolha um tanto quanto ousado… foi difícil de encarar a proposta de inicio, mas no finalzinho do terceiro ato, tudo faz sentido. Ato final esse, que dá a entender que tem continuação vindo por aí. 

Em suma, Jurassic World: Reino Ameaçado é uma boa continuação do legado cinematográfico que Steven Spielberg idealizou em 1993. Cumpre com maestria a sensação de nostalgia e não deixa a desejar nas cenas de ação, e nem nos efeitos visuais e especiais. Não tem lá um grande roteiro original, mas acerta pela primeira vez em direcionar carisma em dosagem certa aos seus grandes protagonistas: os dinossauros.

Assista ao trailer: 

Deadpool está de volta! (📷 20th Century Fox / Divulgação) 

Em Deadpool 2, que estreia nesta quinta-feira, 17 de maio, em circuito nacional, dois dos (sendo um, pouco anti) heróis volta com o seu super poder mais aguçado: o deboche. Com piadas geniais e seu senso auto-crítico, o primeiro ato da sequencia falha um pouco na apresentação dos novos personagens, exceto pela maravilhosa Zazie Beetz (Dominó), é difícil criar um vinculo logo de cara, e isso atrapalha um pouco o ritmo do filme.

Ryan Reynolds continua sendo uns dos maiores acertos da produção, a acidez e carisma que seu personagem carrega, conquista fácil o espectador. Não pode-se dizer o mesmo do vilão Cable, interpretado por Josh Brolin (Thanos, de Vingadores: Guerra Infinita), ele não é lá um dos mais originais.  E o argumento pra sua existência é bem parecido com o Exterminador do Futuro tudo o que já se viu por ai.

Mas é claro que o próprio filme não deixa de debochar disso, e de forma consciente deixa claro mais de uma vez que-isso-que-você-está-assistindo-não-é-pra-levar-tão-a-sério-assim.  A prova é que boa parte do segundo ato só serve para fazer uma grande piada. Já o terceiro é um pouco mais longo do que devia, daria pra tirar, pelo menos, 20 minutos do longa-metragem  

Na parte técnica é bem válido elogiar a trilha sonora com composições de Celine Dion, A-HA e AC/DC estão inclusos e sincroniza bem com todos os momentos. Há muitos filmes que colocam musicas clássicas em cenas de forma bem forçada (como o caso de Atômica), isso passa longe de acontecer aqui, o público sairá da exibição querendo baixar todas no Spotify.

O CGI também é muito bom, e algo que vale a pena destacar, por que faz a platéia esquecer totalmente daquele fiasco que foi a apresentação do primeiro Deadpool, na época de Wolverine Origins.

Em suma Deadpool 2, é uma sequência pouco ousada, com um roteiro bem convencional, mas que cumpre com excelência sua principal função: entreter e divertir.  Continua tão bom, quanto o primeiro filme, exceto pela parte que a musa Morena Baccarin, aparece bem menos no novo filme.

Uma dica, ainda não dá pra assistir com a mãe do lado. Outra dica, não saia antes dos créditos finais. A sala de cinema inteira aplaudiu a cena.

Assista ao trailer: 

01 – 500 Days Of Summer/Dias Com Ela

Um dos queridinhos do mundo do cinema. O longa foi muito aclamado pela critica por retratar um relacionamento de um forma não tão convencional. Tom conhece Summer e a partir dai sua vida nunca mais é a mesma. Retrata o período do termino de uma forma tão real que levanta debates até na mesa do bar.

02 – Love

Série original da netflix, ficou conhecida por ser uma visão realista dos namoros, explorando perspectivas masculina e feminina. Love é “um olhar inflexível, hilário e dolorosamente honesto sobre o amor”, narrando as dificuldades de se criar (ou desfazer) laços da vida moderna.

03 – Eternal Sunshine of the Spotless Mind/Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças

A namorada de Joel Barish, Clementine um belo dia decide o apagar da sua memoria. E dentro de um roteiro estranho de Charlie Kaufman (que o fez ganhar um Oscar), encontramos variações da forma humana de lidar com um relacionamento. É um drama-comedia-romance, e mostra com excelência a liquidez dos tempos atuais.

04 – Lost In Translation/Encontros e Desencontros

Dirigido pela rainha Sofia Coppola, o longa retrata a vida de Charlotte e Bob Harris, que mesmo com idades diferentes estão dentro de relacionamentos danificados. O filme retrata de uma forma muito única o vazio e a solidão de quando a vida a dois não funciona mais. Scarlett Johansson, Bill Murray e Anna Faris estão no elenco.

05 – Trilogia Before/Antes do Amanhecer, Antes do Pôr-do-Sol, Antes da Meia-Noite

Filmados em períodos diferentes, juntos somam ao todo 18 anos, de 1995 a 2013. Feito é claro, que só poderia ter sindo dirigido por Richard Linklater o mestre em tornar historias simples em arte. A trilogia vai de uma paixão instantânea para a forma difícil de fazer aquilo durar, da ligação do dia seguinte as dificuldades do casamento. É duro, cruel e apaixonante.. assim como a vida.

06 – Closer

“Se você acredita em amor a primeira vista, você nunca para de procura-lo”
Closer é um retrato cru e doloroso sobre relacionamentos, sobre como nunca conhecemos de fato alguém. Com monólogos tão intensos e sinceros que te levam o telespectador pra dentro da ultima DR de um casal.

07 – When Harry Met Sally/Harry e Sally – Feitos um para o Outro

Uma versão mais divertida e descontraída dos filmes do Woody Allen. Esse filme passa longe de ser um drama nos conduzindo as dificuldades de levar uma simples “paixonite” a diante, é sobre amadurecimento e claro.. amor.

08 – La La Land/Cantando Estações

O pianista Sebastian conhece a atriz Mia, e os dois se apaixonam perdidamente. O musical passa do modo sonhador para o choque de realidade. É maravilhosamente bem dirigido, mas o final deixou alguns românticos desapontados..

09 – DonJon/Como Não Perder Essa Mulher

Jon é viciado em pornografia. Até encontrar sua “mulher dos sonhos” que obviamente é interpretada pela Scarlett Johansson. Dirigido e roteirizado por Joseph Gordon-Levitt, a primeira sensação ao ver esse filme pode ser a de “mais um clichezão”, mas está bem longe disso, uma boa dica é não desistir do filme até a Julianne Moore aparecer.

10 – He’s Just Not That Into You/Ele Não Está tão a Fim de Você

Desde pequenas mulheres são condicionadas a acreditar que quando um homem a maltrata é porque ele gosta dela, e é sobre isso que esse filme se trata. Com um grande elenco, o longa retrata a vida de vários casais dentro de tramas diferentes. É divertido, sincero e romântico na medida certa; além de ser uma boa indicação para aquela sua amiga que adora fazer papel de trouxa.

01 – The Shape Of Water/A Forma Da Água

Por quê é indispensável?: liderando com 13 indicações, incluindo as categorias principais como: melhor filme, direção, roteiro adaptado e melhor atriz para Sally Hawkins. Além das principais, Richard Jenkins e Octavia Spencer concorrem na “melhor ator coadjuvante”.

02 – Three Billboards Outside Ebbing, Missouri/Três Anúncios Para um Crime

Por quê é indispensável?: com 7 indicações é uma aposta grande como vencedor da noite, visto que retrata assuntos importantes como agressão contra mulher, crimes negligenciados e estupro. Tem Frances McDormand concorrendo a melhor atriz e trás Woody Harrelson e Sam Rockwell concorrendo a melhor coadjuvante pelo mesmo filme, algo que não acontecia a anos.

03 – Get Out/Corra!

Por quê é indispensável?: Jordan Peele é o primeiro homem negro a ser indicado nas categorias melhor direção, melhor filme e produção no mesmo ano. Com 4 indicaçãoes, incluindo melhor ator para Daniel Kaluuya e roteiro original. Corra! é indispensável e extremante importante pra historia do cinema.

04 – Call Me By Your Name/Me chame pelo seu nome

Por quê é indispensável?: o brasileiro Rodrigo Teixeira é um dos produtores, além de abordar questões e a visibilidade LGBT, o ator Timothée Chalamet quebrou o recorde de ator mais jovem a ser indicado. Além disso, o longa concorre a melhor roteiro adaptado e canção original.

05 – Lady Bird/A Hora de Voar

Por quê é indispensável?: o filme é dirigido por Greta Gerwig, que se tornou a 5° mulher a ser indicada em 90 anos de premiações. Com mais outras 4 indicação, incluindo de melhor atriz para Saoirse Ronan e coadjuvante para Laurie Metcalf, o longa concorre a melhor filme e roteiro original. Retrata a sinceridade de um relacionamento entre mãe e filha como nenhum outro e é cheio de traços feminista.

06 – Dunkirk

Por quê é indispensável?: com 8 indicações, dunkirk é o segundo filme mais nomeado desse ano. Além de contar com a primeira indicação de Christopher Nolan a melhor direção, o longa que conta é baseado em fatos reais, também concorre a melhor filme e a quase todas as categorias técnicas, é indispensável se você é um grande fã de mixagem de som e fotografia.

Tá tudo bem ter 20 poucos e não saber o rumo da vida.

01 – Please Like Me

Após ser dispensado pela namorada, Josh sai do armário, passa a noite com um conhecido. Confuso e perdido ele se vê tendo que voltar para a casa da mãe e tem que fazer a família a lidar com sua orientação sexual. A serie beira a uma comedia, mas meio dolorosa. Tem uma fotografia maravilhosa e é fácil de maratona (inclusive tá toda disponível na netflix).

02 – Eu Não Faço A Menor Ideia Do Que Eu Tô Fazendo Da Minha Vida

Clara (Clarice Falcão) deveria está cursando medicina, mas começa a faltar as aulas porque não se identifica. Não gosta do seu atual namorado e não tem um bom relacionamento com o pai. O filme não foi muito bem recebido pela critica, mas entrega um bom material e entretêm. Não tem lá grandes interpletações, mas foge do senso comum do “final feliz” além de ter uma trilha sonora amorzinho.

03 – Frances Ha

Frances (Greta Gerwig) tem 27 anos e é uma sonhadora, mesmo a realidade sendo outra ela não desiste… ou quase isso. Sem dinheiro para pagar o aluguel, e demitida do emprego ela precisa se virar sem abrir mão do que é. Um clássico indie o filme é todo rodado em P&B.

04 – A Vida Secreta De Walter Mitty

Sabe quando você tá cansado da realidade e passa mais tempo dentro da sua cabeça imaginando uma diferente? “Se eu ganhar na mega sena hoje..” puff, lá se foram 10 minutos no mundo da imaginação. O filme é dirigido e protagonizado por Ben Stiller, e a vida secreta não é só de Walter Mitty, pois é quase impossível não se identificar com essa historia.

05 – Girls

Hannah tem 20 poucos e trabalha em um estagio não remunerado, divide o aluguel com uma amiga mas com a ajuda dos pais, e ainda por cima só encontra macho escroto. Dirigido e roteirizado pro Lena Dunham, a serie da HBO conta a historia de mais 3 meninas lidando com a vida adulta de merda em nova york.

06 – Garden State

Andrew Largeman é jovem ex-ator que se vê obrigado a voltar pra sua cidade natal para o funeral da sua mãe. Ele reencontra seus antigos amigos da escola e precisa lidar com seu pai e com o fato de agora ser um garçom de um restaurante. Natalie rainha Portman faz parte do elenco.

07 – Lady Birdy

Christine McPherson vive em Sacramento um pequena cidade da Califórnia, e seu maior sonho é sair de lá e ir pra Nova York, mas o baixo orçamento da sua família e o relacionamento conturbado com sua mãe dificultam as coisas. Indicado em 5 categorias no Oscar de 2018, o filme é dirigido e roteirizado por Greta Gerwing (que já apareceu nessa lista) e, é quase uma auto biografia.

08 – Reality Bites
 

Lelaina e seus amigos acabaram de sair da faculdade. Ela tem uma mente criativa mas um chefe medíocre. Seus amigos se dividem entre um empregos ruins e crises existenciais.
Winona Ryder, Ben Stiller e Ethan Hawke fazem parte do elenco, que retrata de forma sincera as dificuldades de ser um adulto.

09 – Skins – Fire

Após 7 temporadas Skins tem 3 episódios extras, mostrando como alguns dos seus principais personagens estão depois de passar pela adolescência. Os temas abordados são mais maduros e encerram de forma magistral o ciclo da série.

10 – Mobília Mínima

Também dirigido por Lena Dunham, o filme é quase um rascunho da serie Girls, é um pouco mais arrastado e cru, da pra sentir de longe o cheiro do baixo orçamento.
@ filminhos cults

Stranger Things está de volta, e todos os maratonistas já escolheram os melhores momentos dessa nova temporada.

O talento de Noah Schnapp

É inevitável não ficar de cara com a evolução do personagem Will. Afinal aquele tempo todo procurando o menino no mundo invertido não foi atoa, não. Há pelo menos 3 episódios nessa temporada que fazem ficar embasbacada com sua atuação, vai da caída no chão tendo uns tremeliques sinistros ao exorcismo com ar quente..
Emmy, Noah merece uma indicação, viu?

Mad Max

Mesmo sem um grande desenvolvimento na trama é inegável o carisma natural que a atriz Sadie Sink carrega ao decorrer de cada episodio. O jeitinho ogro conquistou não só Lucas e Dustin, mas a maioria dos telespectadores.

O final digno de Barb

A prova viva que a voz do povo é a voz de deus (?)
No final da primeira temporada, a indignação geral, foi com o a total falta de desfecho na historia da personagem barbara, interpretada por Shannon Purser. A atriz que até foi indicada ao Emmy pelo papel, e teve finalmente um fim digno com seu velorio .

Bob

Quando Sean Astin apareceu em cena foi difícil desvencilhar ele do inesquecível Sam, da trilogia senhor dos anéis. Mas os episódios foram passando, e passando e ah a dor… netflix a senhora tem que ser muito malvada pra colocar no nosso caminho um ser de luz e amor desses e tira-lo em tão pouco tempo. Fiquei só a personagem da Winona Ryder aqui em casa: não consegui superar.

Dustin e Steve

Dá vontade né? @Nancy
Uma coisa que foi bem trabalhada no roteiro dessa segunda temporada foram os vínculos de personagens que não tinham lá uma grande conexão na temporada anterior. Dustin e o Steve são a maior prova de como isso foi feito com excelência. A relação dos dois é aquela coisa de irmão mais velho ajudando o irmão mais novo, ficou super fofo e tirou menino Steve do limbo dos personagens chatos.

Hopper e Eleven

Mais um vinculo sincero criado com sucesso! É difícil não se emocionar com relação de pai e filha entre o xerife e a pequena “Jane”. Algo que, trabalhado da forma errada poderia soar forçado, ou totalmente piegas. Créditos a Millie Bobby Brown e David Harbour por suas ótimas interpretações.

Esse texto é pra você aprender a fazer a cult na mesa do bar.

No mês em que as paletas de cores viraram memes, e o elogio a fotografia virou deboche, é sempre bom relembrar o por que da importância visual das cores no cinema.

A psicologia das cores:
É claro que você não vai precisar ler um livro inteiro da Eva Heller para entender o conceito de emoções que as cores transmitem mas seria muito legal se você lesse.

Esse recurso também é muito usado em campanhas publicitarias as cores sempre são utilizadas para alterar ou aumentar nossa percepção. No audiovisual, além das emoções as cores são muitas vezes utilizadas para pra contar parte da historia, um exemplo bem recente desse é a serie 13 Reason Why:

Na série, o recuso foi utilizado para montar uma linha do tempo. Quando a narrativa é mostrada no passado os tons são quentes, pois Hannah Baker está viva. Quando a narrativa volta para o presente os tons de cores são frios, dando ar um ar melancólico.


Quem determina a paleta de cores?
No cinema é tudo um grande processo, o diretor do filme vai informar sua ideia a direção de arte, que é a responsável por determinar a paleta de cores. Já o diretor de fotografia é encarregado de fazer a captação. 

Alguns filmes em que a paleta de cor é tão importante, que é quase um personagem:

O Magico de Oz, 1939


A Trilogia das cores, do diretor Krzysztof Kieślowski:

A Liberdade é azul, 1993

A igualdade é branca, 1994

A Fraternidade é Vermelha, 1994


Her, 2013:


Ou qualquer filme do Wes Anderson:

A Vida Marinha de Steve Zissou, 2004 O Grande Hotel Budapeste, 2014

"O cinema é um modo divino de contar a vida"
Federico Fellini

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