Filmes para rever | Rush – No limite da emoção

Sabe o principal motivo de Rush (no brasil: Rush – No limite da emoção), filme de Ron Howard ganhar muito mais credibilidade? 
Porque o roteiro teve participação da estrela do filme, o ex-piloto Niki Lauda. Além, é óbvio, de ter como base o livro Corrida para a glória, do escritor Tom Rubython.
A trama narra as disputas acirradas entre James Hunt e Niki Lauda nas pistas de Fórmula 1 (e fora delas também), na década de 70. E é um deleite aos olhos ver os anos de glória e charme dessa modalidade tão chata atualmente.
O esporte praticado por Hunt e Lauda era espetacular pois a paixão e a vontade de deixar sua marca na história era muito maior do que o patrocínio, a sujeira, os “jogos” de equipe de hoje, apesar deles sempre existirem em escala muito menor. A vontade de vencer ia além de chegar vivo ou morto ao final da disputa, chegando ao ponto da loucura.


Niki Lauda (Daniel Brühl) é o lado sério e centrado, e James Hunt (Chris Hemsworth) é o sujeito estourado e irresponsável. Na pista, os dois eram iguais.
A fotografia granulada para dar o tom de época (década de 1970) é muito bonita, as cenas em super slow são lindas, adicionamos uma edição extremamente vibrante e a trilha sonora do mestre Hans Zimmer.

Rush é um dos poucos filmes sobre esporte que realmente empolgam do início ao fim. É nostálgico para os amantes de F1, é um deleite para os amantes de cinema, e é mais um drama dirigido com maestria por Ron Howard (Uma mente brilhante, Apollo 13, A luta pela esperança).

Título: Rush
Ano: 2013
Direção: Ron Howard
Roteiro: Peter Morgan (participação de Niki Lauda)
Duração: 123 minutos
Classificação: 14 anos
Gênero: Drama/Biografia

 

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Erivelton Camelo

Formado em produção audiovisual, fotógrafo, e idealizador de videoclipes musicais quando o tempo permite. Amante da sétima arte, defensor do cinema nacional e apreciador de uma cerveja gelada. Não gosto de fazer lista de diretores favoritos e sim de filmes: Trilogia do Anel, Cidade de Deus, Forrest Gump, O Rei Leão, O Menino e o Mundo... e por aí vai.

"O cinema é um modo divino de contar a vida"
Federico Fellini

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