Crítica | O Código Da Vinci “The Da Vinci Code”

Por mais que “O Código da Vinci” tenha estreado em 2006 ainda há vários leitores tão jovens como adultos que debatem sobre a obra de Dan Brown.
Resumidamente Robert Langdon (Tom Hanks) acaba parando em um misterioso caso de assassinato no Louvre em Paris, com ajuda de uma quase “assistente” chamada Sophie (Audrey Tautou) . Uma passagem de enigmas e símbolos sobre o passado bíblico, um mistério tão grande que poderia afetar o mundo do cristianismo e a história de Jesus Cristo.

Todo o público teve uma visão diferente do livro para o filme é assim correto afirmar que não foi a mesma experiência ler primeiro depois ver o filme, porque muitas alegações do livro trouxe muitas discórdias  fazendo o segundo filme “Anjos e Demônios-2009″ ter uma caída nas telas do cinema.

Esse contexto baseado no livro provocou críticas muito negativas e claro livros de várias autorias dizendo “Entenda um pouco mais da história”, porém se refere ao caso que Maria Madalena teria um “caso” com o salvador Jesus Cristo e assim filhos como herdeiros de seu trono ( inferindo a honra da bíblia ).

Minha crítica baseia em não acreditar nessa parte do “caso” de Maria Madalena e Jesus, mas aprofundar com uma opinião objetiva em meio á isso,claro que o filme foi incrível rendendo muito nas bilheterias e chegando a mais de 700 milhões.

Penso muito na hipótese de qual patamar essa confusão pode ocorrer ainda, porque Brown deixou claro o que ele queria expressar com todo o suspense “antigo” em uma entrevista e coloca que gosta de fazer um trabalho difícil de se entender do quê uma escrita fácil.

A questão é “Por que Jesus não poderia ter filhos e mesmo assim ser nosso salvador?” ou “Maria Madalena estava na arte exposta por Leonardo Da Vinci em A Última Ceia?“.

Dan Brown afirma que baseou sua obra em fatos reais, mas quase o livro todo não tem uma verdade ou uma prova concreta em documentos antigos e na Bíblia Sagrada. Podemos levantar uma teoria que Brown apenas alterou a história.

Talvez seja melhor criar expectativas do importante fato de uma leve e ótima imaginação que o escritor mostra e se realmente o filme aborda algum segredo por trás desse suspense todo levando Leonardo da Vinci a guardar algo em suas obras Monalisa e A Última Ceia.

Robert Langdon é realmente um gênio, Tom Hanks conseguiu captar a essência para atuar um personagem tão engraçado e ao mesmo tempo brilhante fazendo o público se surpreender com a capacidade de sua mente e diálogos interessantes.

Código da Vinci seria um boa opção para fãs de suspense/trama,que abrange contextos históricos que se encaixa com uma boa imaginação e teorias relativas aos livros. Um filme cujo podemos usar nossa intelecto e se aprofundar ainda mais na história antiga, além de ter símbolos realmente impressionantes contando o passado em si.

Sonoplastia composta por Hans Zimmer falando pela minha severa opinião estava grandiosa, sem aquela breve repercussão cansada, mas emocionante de se acompanhar durante as cenas. E também uma grande satisfação ao trabalho do diretor renomado Ron Howard por ser prestigiado várias vezes no Globo de Ouro, e ter seguido a sequência dos filmes dos casos do simbologista fictício de Harvard Robert Langdon.

Estando disponível na Netflix apenas: O Código da Vinci/Anjos e Demônios, assim aguardando o Inferno ter previsão.

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Baah Momberg

Menina violoncelista e pianista, se formando na música clássica , saindo da zona de conforto e explorando o mundo.

"O cinema é um modo divino de contar a vida"
Federico Fellini

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