Os 10 melhores filmes da Scarlett Johansson

Scarlett Johansson é uma excelente atriz que atua desde os 9 anos de idade. Desde então, estrelou em muitos filmes bons e mostrou seu valor importante em Hollywood. Aproveitando a expectativa causada pelo lançamento do filme Ghost in the Shell, separamos, de acordo com a crítica, algumas de suas melhores perfomances no cinema. Confira:

The Nanny Diaries (Diário de uma Babá – 2007)

Após o aclamado American Splendor, Shari BermanRobert Pulcini produziram esse filme que teve muitas críticas negativas, mas com certeza não foi culpa da atriz principal. Com um elenco mediano, Scarlett conseguiu segurar e ser a base do filme como uma personagem que arranja um emprego de babá em uma área muito rica da cidade. A sua relação com o jovem Nicholas Art é realmente muito amável.

Hail, Caeser! (Ave, César! – 2016)

Situada em 1950, esse filme acompanha um único dia de um assistente de estúdio que se vê cheio de problemas para solucionar. Quando estão prestes a lançar o maior sucesso de todos os tempos, o grande astro do estúdio é sequestrado. A comédia conta com sets elaborados, glamour e muito brilho – características típicas dos anos de ouro do cinema hollywoodiano. Scarlett interpreta uma bela mulher grávida (que nos lembra Esther Williams) com uma boca suja e um sotaque de Nu Yawk. Sua personagem é hilária e infelizmente sua aparição é rápida no filme – mas vale a pena conferir.

Ghost World (Ghost World – Aprendendo a Viver – 2001)

Johansson já era uma estrela com apenas 9 anos de idade, mas sua real explosão veio em sua adolescência, no adaptação de Terry Zwigoff da Graphic Novel de Daniel Clowes. Scarlett faz uma ótima dupla com a co-protagonista Thora Birch. A história está focada na relação de duas amigas adolescentes, que acabam de terminar o Ensino Médio e que se sentem inseguras quanto ao futuro. Ao mesmo tempo que acontecem conflitos que põem à prova a amizade das duas, Enid conhece, através de um anúncio, a Seymour (Steve Buscemi), um colecionador de discos solitário e tímido, e se dá conta de que tem muito em comum com ele. 

Don Jon (Como Não Perder Essa Mulher – 2013)

Johansson mostrou nesse filme suas habilidades para interpretar uma boa personagem em um filme de comédia. A história se baseia em Jon, um homem que mora sozinho e tem orgulho da vida que leva, sem se prender a alguém. Por mais que goste bastante de sexo, ele segue a filosofia de que nenhuma relação sexual é tão boa quanto pornografia, já que lá ele encontra exatamente o que quer. Isso muda quando ele conhece Barbara, uma garota difícil que o faz despertar um desafio nunca sentido antes. Scarlett consegue trazer carisma e alma para o filme, com uma gratificante química com Joseph Gordon-Levitt.

Captain America: Civil War (Capitão América: Guerra Civil – 2016)

A agente Natasha Romanoff (Viúva Negra), se mostra com uma pessoa inteligente, esperta e que sabe resolver os problemas de forma efetiva. Vemos o potencial de Johansson principalmente no impacto que causa no fragmentado time de super-heróis através de seus jogos políticos. O filme se trata de uma divisão ideológica dos Vingadores, liderados por dois distintos personagens, o Homem de Ferro e Capitão América.

Lucy (2014)

Quando a jovem Lucy (Scarlett Johansson) é enganada por um amigo e acaba transportando uma droga sintética dentro do seu estômago, ela não conhece muito bem os riscos que corre. Ela acaba absorvendo as drogas, e um efeito inesperado acontece: Lucy ganha poderes sobre-humanos, incluindo a telecinesia, a ausência de dor e a capacidade de adquirir conhecimento instantaneamente. A atriz é simplesmente fenomenal nesse filme, interpretando a personagem como uma verdadeira “kick-ass”, e sua realista atuação nos permite absorver mais a mensagem que o diretor quis nos passar, através de uma inteligente comparação ao potencial do cerébro humano e as explicações do universo e tempo.

Match Point (Ponto Final – 2006)

Poucas pessoas sabem que Scarlett já atuou em um filme do Woody Allen, mas como pudemos ver em 2006, essa união foi muito positiva. Ponto Final aborda a divisão entre a boa e a má sorte na vida. Jonathan Rhys Meyers interpreta um tenista profissional irlandês que é acolhido no seio de uma família de alta sociedade inglesa, recebe um cargo em sua empresa e se casa com sua filha, vivida por Emily Mortimer. Sua relação com a família é afetada quando vive uma aventura amorosa com a ex-noiva de seu cunhado, vivida por Scarlett Johansson, uma jovem sedutora norte-americana que procura inutilmente espaço em Londres como atriz.

Her (Ela – 2013)

Scarlett emprestou sua voz para esse grande filme de drama passado em um futuro não tão distante. Interpretando Samantha, um software de computador programado com características humanas, a atriz deu um show inesquecível e mostrou como a voz é definitiva e essencial para o desenvolvimento de uma boa história. O filme retrata a jornada de Joaquin Phoenix, um solitário homem que acaba se apaixonando por Samantha e vivencia o que nunca havia sentido antes. A questão suscitada nessa obra é a relação entre as interações humanas, as emoções, os relacionamentos e a tecnologia, e é um filme realmente tocante que emociona até os mais céticos.

Lost in Translation (Encontros e Desencontros – 2003)

Bob Harris (Bill Murray) e Charlotte (Scarlett Johansson) são dois americanos em Tóquio. Bob é um decadente astro de cinema que está na cidade para filmar um comercial de uísque. E a bela Charlotte acompanha seu marido John (Giovanni Ribisi), um fotógrafo viciado em trabalho. Ambos estão no mesmo hotel, mas não se conhecem. Dividem apenas o tédio das horas que custam a passar. Até que um dia eles se conhecem e um novo mundo se descortina para ambos. De repente, Tóquio parece mais colorida, mais agitada e atraente. E aquelas duas vidas, antes tomadas pelo aborrecimento, ganham novas perspectivas. Nasce entre Bob e Charlotte uma amizade mágica, uma cumplicidade raramente vista, uma nova forma de ver a cidade e a vida. A química entre os atores é impressionante, e Scarlett novamente deu o seu melhor nessa produção.

Under the Skin (Debaixo da Pele – 2014)

Um alienígena (Scarlett Johansson) chega à Terra e começa a percorrer estradas desertas e paisagens vazias em busca de presas humanas. Sua principal arma é sua sexualidade voraz… Mas ao longo do processo, ela descobre uma inesperada porção de humanidade em si mesma. O filme é pesado, diferente e exótico.

Scarlet Johansson entrega a melhor performance de sua carreira até hoje. Como uma alienígena sem nome, acompanhamos Scarlet seduzindo homens e levando-os para uma eterna tumba de escuridão. A sedução no entanto vai muito além de palavras, já que a protagonista mal fala durante o filme. A sedução da alienígena está, obviamente, em seu corpo. Scarlet fica maravilhosamente nua no filme. O interessante é que Johansson não é necessariamente magra para os padrões de beleza de Hollywood, ela tem um corpo extraordinariamente humano e real, o que faz com que sua personagem pareça ainda mais sedutora perante as câmeras.

Muito mais do que um filme, “Under the Skin” é uma viagem hipnotizante. Assistir a este filme requer muito mais do espectador do que ele possa imaginar. O filme é uma questão existencialista que nos faz decifrar e julgar as atitudes da raça humana e sua relação com todos ao redor.

 

E você, qual filme dessa magnífica atriz você gosta mais? Deixe nos comentários!

Equipe Cinerama

 

 

 

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