COPLAND – O filme que Scorsese não fez

Sabe aquele filme que você é fã e não entende como não é tão conhecido assim pelas outras pessoas? COPLAND – CIDADE DOS TIRAS ou como gosto de chamar, COPLAND – O FILHO BASTARDO DE SCORSESE, é um belo exemplo. E não é por ser um filho bastardo que não merece nosso respeito também.

Robert Patrick attends the 12th Annual Screen Actors Guild Awards at the Shrine Auditorium. Los Angeles, January 29, 2006. (Pictured:Robert Patrick). Photo by Lionel Hahn/Abaca. [Photo via Newscom] krtabacaphotoslive070913_ABACA_A26999_018.JPG Newscom TagID: krtabacaphotoslive070913) [Photo via Newscom]
Robert Patrick (T1000) [Photo via Newscom]
Scorsese é conhecido por seus filmes sobre crimes, máfia, relatando a vida em NY e com um elenco de respeito. Por isso, COPLAND pode sim ser considerado filho bastardo do Scorsese, mesmo tendo sido escrito e dirigido por James Mangold (conhecido por Garota, Interrompida). Pra começar as comparações, o filme conta com um elenco bem “meia-boca” (acho que vão concordar comigo): Ray Liotta, Harvey Keitel, Robert De Niro, Sylvester Stallone, Robert Patrick, Michael Rapaport

Eu poderia já acabar de escrever aqui e você já estaria convencido a assistir esse filme. Na verdade, já poderia ter parado antes e vocês já estariam convencidos pela minha simples palavra, não é verdade?! Porém, o filme além de um elenco sensacional, também tem uma história que vai te atrair. Freddy (Stallone) é o xerife de Garrison, uma cidade de Nova Jersey habitada pelos policiais de Nova York, e descobre lentamente que a cidade é uma fachada para conexões com a máfia e corrupção. Freddy é um cara ingênuo, inocente ou apenas desiludido com a vida e por isso não esboça nenhuma reação em frente a corrupção que ele vê a todo momento em sua cidade, ou até mesmo apenas tem medo de ir contra aqueles que o colocaram na posição de xerife. Tornando-o assim altamente manipulável. Será que ele terá os colhões de um verdadeiro Sly e conseguir desmascarar todo esse esquema?

Trailer

Não vá esperando nenhum filme intenso todo momento à la BONS COMPANHEIROS ou OS INFILTRADOS, com violência visceral, mas um filme com um ritmo um pouco mais cadenciado focado muito mais no drama (sentido lato da palavra, ou seja, os conflitos emocionais e psicológicos dos personagens e toda a “política” que envolve a situação) do que na ação. Então, aqueles fãs dos filmes policiais do Corujão, fãs de filmes de máfia ou até mesmo fãs de atores bons e filme bom, fica a dica desse filme bem interessante e não tão divulgado quanto deveria.

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