Crítica | Jurassic World: Reino Ameaçado

Segundo filme da nova franquia estreia nesta quinta-feira, 21 de junho, em circuito nacional. (📷 Universal Pictures / Divulgação)

A continuação de um dos filmes que mais rederam bilheterias nos últimos anos, chega ao cinema nessa quinta-feira, 21 de junho. Jurassic World: Reino Ameaçado conta com a direção de Juan Antonio Bayona (ou J. A. Bayona), que também foi o responsável pelo longa Sete Minutos Depois da Meia-Noite.

Chris Pratt e Bryce Dallas Howard estão de volta, e sem muitas delongas o arco deles é apresentado, sem focar no relacionamento dos personagens e em um ou dois diálogos, o espectador é brevemente apresentado ao que ocorreu nesse curto período de tempo. Aqui, os dinossauros são prioridades.

James Cromwell interpreta agora um personagem que já foi apresentado ao universo da saga, Benjamin Lockwood, que é brevemente reapresentado para quem não tem lá uma boa memoria. Ele, e seu assistente Eli Mills (Rafe Spall), são a introdução da continuação da historia, ambos personagens, infelizmente não foram tão bem aproveitados e se limitam a ser mais dos mesmos. Assim como boa parte do roteiro do filme.


No quesito ação, o longa-metragem não decepciona: larva de fogo, briga entre dinossauros, tiro, porrada e bomba. Tudo com aquela longa camada de absurdos cinematográfico que todos adoram ver, e que sim, funciona! É difícil não ficar vidrado na cadeira do cinema. É difícil não criar um vínculo emocional pela sobrevivência, só que dessa vez, não são pelos humanos que a a plateia torce.

Jurassic World: Reino Ameaçado ainda abusa do clima nostálgico, trazendo fugas de roteiro dos filmes anteriores. Um dos poucos arcos originais, é o que envolve a atriz mirim Isabella Sermon e foi uma escolha um tanto quanto ousado… foi difícil de encarar a proposta de inicio, mas no finalzinho do terceiro ato, tudo faz sentido. Ato final esse, que dá a entender que tem continuação vindo por aí. 

Em suma, Jurassic World: Reino Ameaçado é uma boa continuação do legado cinematográfico que Steven Spielberg idealizou em 1993. Cumpre com maestria a sensação de nostalgia e não deixa a desejar nas cenas de ação, e nem nos efeitos visuais e especiais. Não tem lá um grande roteiro original, mas acerta pela primeira vez em direcionar carisma em dosagem certa aos seus grandes protagonistas: os dinossauros.

Assista ao trailer: 

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Dani Califórnia

Estudou produção audiovisual e fotografia. O pai era um tira e a mãe uma hippie. É obcecada por paletas de cores e assiste qualquer filme se tiver a Amy Adams no elenco. É um vyado com y e a maior fã de pagode anos 90 desse brasil.

"O cinema é um modo divino de contar a vida"
Federico Fellini

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